Questões sobre a síntese filosófica de Immanuel Kant
Questão 1
FilosofiaUNIOESTE2018O filósofo alemão Immanuel Kant formulou, na Crítica da Razão Pura, uma divisão do conhecimento e acesso da razão aos fenômenos. Fenômenos não são coisas; eles nomeiam aquilo que podemos conhecer das coisas, através das formas da sensibilidade (Espaço e Tempo) e das categorias do entendimento (tais como Substância, Relação, Necessidade etc.). Assim, Kant afirma que o conhecimento humano é finito (limitado por suas formas e categorias). Como poderia haver, então, algum conhecimento universalmente válido? Ele afirma que tal conhecimento se formula num “juízo sintético a priori”. Juízos são afirmações; o adjetivo “sintéticos” significa que essas afirmações reúnem conceitos diferentes; “a priori”, por sua vez, indica aquilo que é obtido sem acesso à experiência dos fenômenos, antes deles e para que os fenômenos possam ser reunidos em um conhecimento que tenha unidade e sentido.
Com base nisso, indique a alternativa CORRETA.
Questão 2
FilosofiaUNICENTRO2013Para o filósofo Immanuel Kant (1724-1804), maior expoente do Iluminismo, a ação moral é
Questão 3
FilosofiaUEMA2011Na perspectiva do conhecimento, Immanuel Kant pretende superar a dicotomia racionalismo-empirismo. Entre as alternativas abaixo, a única que contém informações corretas sobre o criticismo kantiano é:
Questão 4
FilosofiaUNICENTRO2018“Não é possível aprender qualquer filosofia; [...]só é possível aprender a filosofar, ou seja, exercitar o talento da razão, fazendo-a seguir os seus princípios universais em certas tentativas filosóficas já existentes, mas sempre reservando à razão o direito de investigar aqueles princípios até mesmo em suas fontes confirmando-os ou rejeitando-os.”
(KANT, Immanuel. Crítica da razão pura. São Paulo: Abril Cultural, 1980, p. 407).Sobre o processo do filosofar, considere as afirmativas abaixo e assinale a alternativa INCORRETA.
Questão 5
FilosofiaUFU2015Para Immanuel Kant,
Questão 6
FilosofiaUNICENTRO2013Assinale a alternativa correta.
Questão 7
FilosofiaUNICENTRO2010Segundo Immanuel kant (1724-1804), a moral “não é propriamente dita a doutrina que nos ensina comodevemos nos tornar felizes, mas como devemos nos tornar dignos da felicidade” (KANT, Crítica da Razão Prática. Apud CHAUÍ (org.), Primeira Filosofia. São Paulo: Editora Brasilienses, 1987 – p. 261). De acordo com a teoria moral kantiana, em que sentido devemos entender a noção de dever?
Questão 8
FilosofiaUnichristus2020[...] nenhum conhecimento em nós precede a experiência, e todo o conhecimento começa com ela. Embora todo o nosso conhecimento comece com a experiência, nem por isso todo ele se origina justamente da experiência, pois poderia bem acontecer que mesmo o nosso conhecimento de experiência seja um composto daquilo que recebemos por impressões e daquilo que nossa faculdade de conhecimento [...] fornece de si mesma. [...] Tais conhecimentos se denominam a priori e distinguem-se dos empíricos, que possuem suas fontes a posteriori, ou seja, na experiência.
KANT, Immanuel. Crítica da razão pura. (Adaptado)O filósofo Immanuel Kant (século XVIII) inova ao pensar o conhecimento em duas perspectivas denominadas de
Questão 9
FilosofiaUFU2021Podemos dizer que o objetivo de Kant, ao escrever a Crítica da Razão Prática, era demonstrar que a lei moral provém da ideia de liberdade, por isso a razão pura é também prática no sentido de que a ideia racional de liberdade determina por si mesma a vida moral e com isso demonstra sua própria liberdade.
De acordo com trecho acima, conclui-se que, para Kant, o agir moral deve fundar-se
Questão 10
FilosofiaUFU2012O texto abaixo comenta alguns aspectos da reflexão de Immanuel Kant sobre a ética.
E por que realizamos atos contrários ao dever e, portanto, contrários à razão? Kant dirá que é porque nossa vontade é também afetada pelas inclinações, que são os desejos, as paixões, os medos, e não apenas pela razão. Por isso afirma que devemos educar a vontade para alcançar a boa vontade, que seria aquela guiada unicamente pela razão.
COTRIM, G.; FERNANDES, M. Fundamentos de Filosofia. São Paulo: Saraiva, 2010. p. 301.Sobre a reflexão ética de Kant, assinale a alternativa INCORRETA