Examine a imagem.
A imagem é uma crítica à
Leia o trecho inicial do texto “O futuro da saúde”, de Cilene Pereira, para responder à questão.
Eles começam a mudar tudo na saúde. Para citar algumas das transformações: tornam o diagnóstico preciso, ajudam a desenhar tratamentos para cada paciente, a levar o cuidado a regiões distantes e a encontrar remédios eficazes em tempo recorde. Na saúde, assim como em outras áreas da vida contemporânea, os robôs revolucionam. “Seu uso é um ponto de virada na medicina”, afirma o médico Gregg Meyer, do Massachusetts General Hospital, da Universidade Harvard (EUA), e um dos mais respeitados estudiosos do assunto. Na edição deste ano do Fórum de Inovação Médica Mundial, realizada recentemente em Boston, o tema foi um dos destaques, reunindo 1,5 mil pessoas só para debatê-lo.
Robô é o nome palatável encontrado para definir os complexos sistemas de algoritmos que baseiam a inteligência artificial. Em linhas gerais, trata-se da utilização do maior número possível de dados disponível sobre determinado assunto, seu cruzamento e, como consequência, a identificação de padrões. Na saúde, as informações geradas no processo esclarecem ou confirmam suspeitas diagnósticas e indicam a resposta do paciente ao tratamento. Além dos ganhos médicos, reduzem os custos ao evitar gastos em terapias desnecessárias.
(https://istoe.com.br, 25.05.2018.)
A frase que interpreta corretamente o texto e que está redigida com coesão, coerência e em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa é:
Desde o início da história europeia, criamos o hábito de distinguir entre poder temporal e poder espiritual. Quando cada um deles dispõe da autonomia em seu domínio e se vê protegido contra as intrusões do outro, fala-se de uma sociedade laica ou, como se diz também, secular.
Poderíamos crer que, na parte do mundo marcada pela tradição cristã, essa relação em torno da questão da autonomia já estaria prontamente organizada, pois o Cristo anunciou que seu reino não era deste mundo, que a submissão a Deus não interferia em nada na submissão a César. No entanto, a partir do momento em que o imperador Constantino impôs o cristianismo como religião de Estado, no século IV, a tentação de apoderar-se de todos os poderes de uma vez revelou-se. É fácil entender a razão desse movimento. Dir-se-á que a ordem temporal reina sobre os corpos, a ordem espiritual sobre as almas. Mas alma e corpo não são entidades simplesmente justapostas, no interior de cada ser eles formam inevitavelmente uma hierarquia. Para a religião cristã, a alma deve comandar o corpo; por isso cabe às instituições religiosas, isto é, à Igreja, não somente dominar diretamente as almas, mas também, indiretamente, controlar os corpos e, portanto, a ordem temporal. Por sua vez, o poder temporal procurará defender suas prerrogativas e exigirá a manutenção do controle sobre todos os negócios terrestres, inclusive sobre uma instituição como a Igreja. Para proteger sua autonomia, cada um dos dois adversários fica então tentado a invadir o território do outro.
(O espírito das Luzes, 2006.)
“No entanto, a partir do momento em que o imperador Constantino impôs o cristianismo como religião de Estado, no século IV, a tentação de apoderar-se de todos os poderes de uma vez revelou-se.” (2oparágrafo)
A frase introduzida pelo conectivo “No entanto” expressa, em relação à anterior, uma ideia de
Analise a charge.
A charge ironiza
Leia o texto de Luiz Eduardo Soares para responder à questão.
Logo depois que assumi a Secretaria Nacional de Segurança, em 2003, recebi, por vias transversas, uma mensagem de Luciano, da Rocinha. Ele desejava deixar a vida de traficante e viajar para longe. Tinha chegado à conclusão de que seu caminho era a perdição: morreria cedo, de modo cruel, em mãos inimigas. Queria começar de novo e pedia uma chance. Tratara com respeito a comunidade, que era, afinal de contas, sua família. A violência, ele a usara apenas na medida necessária à proteção de seus negócios. Esse era seu ponto de vista, sem dúvida demasiado edulcorado. Não obstante a possível autoidealização, o fato é que explicitá-la, naquele contexto, não deixava de ser significativo, indicando a valorização positiva do lado certo da vida. Era um negociante clandestino, dizia, não um criminoso selvagem: alguns traziam uísque do Paraguai; ele vendia outras drogas. Reivindicava uma diferença importante, no mundo do crime carioca.
(Cabeça de porco, 2005.)A “diferença importante”, citada no último período do texto, corresponde
[...]
Na adolescência, a imagem corporal torna-se uma marca feminina, pois é nessa fase que o corpo está estabelecendo seu formato. É provável que as meninas sejam mais críticas com sua imagem corporal do que os meninos, uma vez que elas se sentem mais em sobrepeso e obesidade, escolhendo as figuras com silhuetas referentes a essas condições.
A mídia pode ter profunda influência na formação da imagem corporal perfeita. Os adultos possuem dificuldade em lidar com essas imposições estéticas, as quais para adolescentes tornam-se padrões e exemplos a serem seguidos. Muitos deles começam ainda na pré-adolescência a busca pela estética corporal. [...]
Os pais, os profissionais de educação e de saúde têm papel primordial para que os adolescentes possam lidar com as mudanças normais do seu corpo e as influências externas. O diálogo, os estímulos positivos e, principalmente, o apoio são fundamentais para que os adolescentes, sejam eles acima ou abaixo do peso, ou com peso normal, possam lidar com suas características pessoais, aceitando as diferenças e buscando, em vez da estética padronizada, objetivar a atividade física e a saúde.
Disponível em: . Acesso em: 22 nov. 2016.Dadas as afirmativas quanto às ideias e à constituição do gênero textual,
I. No contexto, foram utilizadas expressões coloquiais que amenizam o tom “acadêmico” e aproximam o texto do público juvenil.
II. Há, no texto, um breve caráter metalinguístico, já que vários substantivos são conceituados.
III. Em: “...as quais para adolescentes tornam-se padrões e exemplos a serem seguidos” (2º parágrafo), o elemento conectivo, introdutor da oração, é considerado um recurso linguístico que desempenha dupla função: coesão referencial e coesão sequencial.
IV. No período: “...para que os adolescentes possam lidar com as mudanças normais do seu corpo e as influências externas” (3º parágrafo), a oração subordinada adverbial, importante recurso de coesão textual, contribui para delimitar o ponto de vista defendido e construir a argumentação do autor.
V. Em: “...aceitando as diferenças e buscando, em vez da estética padronizada,...” (3º parágrafo), os verbos que estão no gerúndio reforçam o sentido das ações que se desenvolveram no passado.
verifica-se que estão corretas apenas
[...]
A gente é feliz, eu sei. Então, pra que estragar? É claro que o amor vai se gastar. É lógico que um dia tudo isso vai passar. É óbvio que a gente não vai ser feliz a vida inteira. Não vai ser muito mais triste depois, quando a tristeza pegar a gente desprevenido? [...]
Vai ser muito mais difícil ver o amor diminuindo, diminuindo, acabando, ver o tempo que era bom ficando cada vez mais distante, a gente se lembrando de agora e pensando, tá vendo? Era melhor ter acabado antes. [...]
FALCÃO, Adriana. O doido da garrafa. São Paulo: Planeta, 2003. p. 15 (Fragmento).Considerando os aspectos linguísticos e gramaticais, dadas as afirmativas,
I. No fragmento de texto, a opção pela formalidade se justifica pelo emprego das formas perifrásticas de futuro (verbo auxiliar “ir” + infinitivo do verbo principal – “vai se gastar”, “vai passar”, “vai ser”).
II. As formas perifrásticas de futuro são características da linguagem coloquial e denotam informalidade.
III. Na perspectiva da personagem, os verbos no gerúndio revelam o processo da ação de diminuição do amor, revelam que essa ação vai realizar-se de modo progressivo, em etapas sucessivas.
IV. As formas verbais que se apresentam no gerúndio (diminuindo, diminuindo, acabando) tem valor de adjetivo, uma vez que é possível transformá-las em orações subordinadas adjetivas.
verifica-se que está(ão) correta(s)
Verifica-se em PLANTÃO MÉDICO É SOCORRO, NÃO É CONSULTA a presença de duas orações. A inserção de uma conjunção, na última oração, capaz de explicitar a relação que ela estabelece com a oração anterior, teria sentido de
A imagem anterior retrata a relação entre evolução e domínio de novas tecnologias pelos homens.
Sendo verdadeiras as correlações ali estabelecidas, há uma tendência observável no mundo: que o uso das tecnologias de comunicação e de informação
Considere a seguinte opinião: “Na cultura pós-massiva, que constitui a atual cibercultura, produzir, fazer circular e acessar cada vez mais informação tornam-se atos cotidianos, corriqueiros, banais. Para dar exemplos concretos, podemos dizer que blogs e podcasts tornaram-se novas formas de constituição textual, imagética e sonora pelas quais cada usuário faz seu próprio veículo.
DUPRAT, Camila (Org.). Territórios recombinantes: arte e tecnologia – debates e laboratórios. São Paulo: Instituto Sérgio Motta, 2007, p. 35-48.Segundo essa opinião, as novas formas constituintes da informação dos dias de hoje