Assinale a opção que CONTRARIA a coerência textual.
Assinale a opção na qual o acento indicativo de crase foi utilizado de acordo com a modalidade padrão.
Assinale a opção na qual a concordância verbal está correta.
Assinale a opção na qual a concordância nominal está correta.
Assinale a opção em que todas as palavras destacadas estão corretas quanto ao emprego do “s”.
TEXTO
“Para que ninguém a quisesse”
Porque os homens olhavam demais para a sua
mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e
parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a
atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os
[5] decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos
armários tirou as roupas de seda, da gaveta tirou todas as
jóias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se
acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe
os longos cabelos.
[10] Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava
duas vezes, homem nenhum se interessava por ela.
Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E
evitava sair. Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de
ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos
[15] cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras. Uma
fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus
dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado
que tivera por ela. Então lhe trouxe um batom. No outro dia
um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim
[20] para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos. Mas ela tinha
desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais
em lhe agradar. Largou o tecido em uma gaveta, esqueceu
o batom. E continuou andando pela casa de vestido de
chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.
Tendo como base as atitudes tomadas pelo ‘homem’ no texto, podemos atribuir-lhe características como as citadas abaixo, EXCETO
TEXTO IV
SER DIFERENTE É NORMAL
Todo mundo tem seu jeito singular
de ser feliz, de viver e de enxergar
se os olhos são maiores ou são orientais
e daí, que diferença faz?
[5]
Todo mundo tem que ser especial
em oportunidades, em direitos, coisa e tal
seja branco, preto, verde, azul ou lilás
e daí, que diferença faz?
[10]
Já pensou, tudo sempre igual?
Ser mais do mesmo o tempo todo não é tão legal
Já pensou, sempre tão igual?
Tá na hora de ir em frente:
[15] ser diferente é normal!
Todo mundo tem seu jeito singular
de crescer, aparecer e se manifestar
se o peso na balança é de uns quilinhos a mais
[20] e daí, que diferença faz?
Todo mundo tem que ser especial
em seu sorriso, sua fé e no seu visual
se curte tatuagens ou pinturas naturais
[25] e daí, que diferença faz?
Já pensou, tudo sempre igual?
Ser mais do mesmo o tempo todo não é tão legal
já pensou, sempre tão igual?
[30] Tá na hora de ir em frente:
Ser diferente é normal!
(Adilson Xavier/ Vinícius Castro)São recursos estilísticos que foram explorados no texto da canção, EXCETO:
No início do mês de março de 2020, dias após a identificação do primeiro caso do novo Coronavírus no Brasil, ainda não se podia dizer com certeza um conjunto específico de sinais e/ou sintomas clínicos que fosse suficiente para garantir possíveis indivíduos infectados. Fontes ligadas a órgãos governamentais de saúde destacavam os sete sinais e/ou sintomas clínicos listados a seguir:
- Febre
- Coriza
- Cefaleia
- Adinamia
- Irritabilidade
- Dor de garganta
- Batimento de asas nasais
Devido à falta de testes no Brasil, no início da pandemia, sugeria-se que a coleta de fluidos corporais para exames em laboratório fosse feita apenas em indivíduos que apresentassem um conjunto de, no mínimo, quatro desses sinais e/ou sintomas.
Nesse contexto, considere P a probabilidade de um indivíduo, que apresenta um ou mais dos sintomas listados, ter seu fluido corporal recolhido para realização de exames em laboratório.
Considere, também, que a ocorrência de cada sintoma é equiprovável.
P é um número do intervalo
No início do mês de março de 2020, dias após a identificação do primeiro caso do novo Coronavírus no Brasil, ainda não se podia dizer com certeza um conjunto específico de sinais e/ou sintomas clínicos que fosse suficiente para garantir possíveis indivíduos infectados.
Fontes ligadas a órgãos governamentais de saúde destacavam os sete sinais e/ou sintomas clínicos listados a seguir:
- Febre
- Coriza
- Cefaleia
- Adinamia
- Irritabilidade
- Dor de garganta
- Batimento de asas nasais
Devido à falta de testes no Brasil, no início da pandemia, sugeria-se que a coleta de fluidos corporais para exames em laboratório fosse feita apenas em indivíduos que apresentassem um conjunto de, no mínimo, quatro desses sinais e/ou sintomas.
Nesse contexto, considere P a probabilidade de um indivíduo, que apresenta um ou mais dos sintomas listados, ter seu fluido corporal recolhido para realização de exames em laboratório.
Considere, também, que a ocorrência de cada sintoma é equiprovável.
P é um número do intervalo
TEXTO IV
PARA SEMPRE JOVEM
Recentemente, vi na televisão a propaganda
de um jipe que saltava obstáculos como se fosse um
cavalo de corrida. Já tinha visto esse comercial, mas
comecei a prestar atenção na letra da música, soando
[5] forte e repetindo a estrofe de uma canção muito
conhecida, “forever Young...I wanna live forever and
Young...(para sempre jovem...quero viver para sempre
e jovem). Será que, realmente, queremos viver muito e,
de preferência, para sempre jovens? (...)
[10] O crescimento da população idosa nos países
desenvolvidos é uma bomba-relógio que já começa a
implodir os sistemas previdenciários, despreparados
para amparar populações com uma média de vida em
torno de 140 anos. A velhice se tornou uma epidemia
[15] incontrolável nos países desenvolvidos. Sustentar a
população idosa sobrecarrega os jovens, cada vez em
menor número, pois, nesses países, há também um
declínio da natalidade. Será isso socialmente justo?
Uma pessoa muito longeva consome uma
[20] quantidade total de alimentos muito maior do que as
outras, o que contribui para esgotar mais rapidamente
os recursos finitos do planeta e agravar ainda mais os
desequilíbrios sociais. Para que uns poucos possam
viver muito, outros terão de passar fome. Será que, em
[25] um futuro breve, teremos uma guerra de extermínio aos
idosos, como na ficção do escritor argentino Bioy
Casares, O diário da guerra do porco? Seria uma guerra
justa? /.../
(TEIXEIRA, João. Para sempre jovens.In: Revista Filosofia: ciência & vida. Ano VII, n. 92, março-2014, p. 54.)O emissor do texto apresenta um discurso parcial no qual se percebe uma visão bastante negativa do crescimento da população idosa. Apenas um dos recursos abaixo NÃO foi utilizado para convencer o leitor de seu ponto de vista. Assinale-o.