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Leia a seguinte tirinha do Menino Maluquinho, do Ziraldo (Site do Menino Maluquinho-setembro/2015):

Em relação à tirinha, é correto afirmar que:

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Deusimar Pires, no livro Tribo cara baixa, trata em uma de suas crônicas, entre outros temas, da felicidade, que segundo ele,

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Leia o texto a seguir para responder à questão.

CONGONHAS

O aeroporto paulistano voltará a ter voos para todo o país, o que não ocorria desde 2007. As capitais do Nordeste deverão ser os primeiros destinos reincluídos.

Veja. Ed. 2461, ano 49. N. 3. 20 jan. 2016. p. 30.

O prefixo “re-” de reincluídos, no texto, significa “de novo”, “outra vez”.

Dado o seu sentido, esse prefixo retoma indiretamente qual palavra do texto?

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Leia o texto para responder à questão.

Texto

Overbook


Vivo com alguns amigos e com uns poucos inimigos.

Todos necessários ou, pelo menos, inevitáveis.

São pessoas diferentes, com diferentes idades, nomes e apelidos próprios.

Diferem também no jeito de encarar e sentir a coisas.

Uns eu conheço bem, outros nem tanto.

Acordamos e dormimos juntos e, enquanto escrevo esta coluna, estamos todos ocupando o assento 4D de um avião.

Um em cima do outro, sobrepostos. Felizmente pelo custo de uma única passagem.

Somos eu, o Filho de meu pai, o Pai da minha filha, o Marido de minha mulher, do Dono da minha empresa, o Religioso, o Gozador, o Boêmio, o Rebelde, o Civilizado... contei uns 17.

Estamos todos a caminho de Londrina, a trabalho.

Nem todos querem viajar. Duas horas antes, alguns não queriam fazer a barba.

Tudo é resolvido numa espécie de reunião de condomínio. O prédio não tem síndico.

O avião se prepara para decolar: o Religioso reza uma “avemaria”, enquanto o gozador pega o gancho da “ave” e vai trocando a letra “ave, Maria, cheia de garças, sabiá é convosco, bem-te-vi entre nós...” enche a prece de passarinhos – mesmo assim é uma prece. Ele acha que Deus é humor.

O avião ainda nem saiu do chão e o passageiro da frente deita a poltrona com violência. O Rebelde tenta se livrar das cordas, sem sucesso – o Dono da empresa e o Civilizado acham prudente amarrá-lo quanto viajamos a negócios.

Nós de marinheiro.

Não conheço Londrina, mas ouvi muito sobre a cidade na minha infância.

O Sobrinho do meu tio é o mais animado com a viagem, começa a planejar programas, atrapalhando a concentração do Dono da minha empresa, que queria repassar os tópicos da apresentação.

Os dois começam a discutir, para desespero do Boêmio, que queria dormir.

A aeromoça passa oferecendo balas. O Neto do meu avô enche a mão.

O colunista vai parando por aqui, porque o piloto acaba de avisar que vamos entrar numa zona de turbulência.

O comentário do Gozador é impublicável.

TOLEDO, Luiz. Overbook. 29 Horas. São Paulo: Meta 29, set. 2013. p. 32.

Considerando-se a temática desenvolvida no texto, o significado contextual de “Vivo” (1a linha) diz respeito a

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O texto a seguir refere-se a questão.

MOTIVO

Eu canto porque o instante existe
E a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
Sou poeta.

Irmão das coisas fugidias,
Não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
No vento.

Se desmorono ou se edifico,
Se permaneço ou me desfaço,
– não sei, não sei. Não sei se fico
Ou passo.

Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
– mais nada.

MEIRELLES, Cecília.Viagem. In: Obra poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1991. p. 228

De acordo com as intenções comunicativas e os recursos linguísticos que se destacam na construção textual, determinadas funções são atribuídas à linguagem.

Considerando isso, as funções de linguagem que predominam nesse poema são:

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TEXTO

A charge "República de Curitiba" apresenta uma nota de mil reais.

Considerando a nossa moeda real, está presente nessa nota a seguinte figura de linguagem:

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TEXTO

O Texto apresenta dois pontos de exclamação.

Assinalea opção que corretamente justifica seu uso:

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Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.

A cantiga abaixo é de Genésio Tocantins, um dos compositores abordados pelo livro de Paulo Albuquerque, Cantos em Si – Identidade Tocantinense.

Coco Livre S/A

Genésio Tocantins

A minha mãe quebrava coco pra comer
E hoje em dia, eu canto coco pra viver
A minha mãe quebrava coco pra comer
E hoje em dia, eu canto coco pra viver
Olha o coco! Quem vai querer?
Olha a cocada! Quem vai querer?
Olha o coco! Quem vai querer?
Olha a cocada! Quem vai querer?
Já cantei coco, quebrei coco e ralei coco
Conquista, cantando coco do oco do maracá
Meu camará coco de roda ciranda
Minha língua não desanda, no pandeiro e no ganzá
(...)
Solta esse coco, bota coco na cocada
Rebola na embolada, enrola a língua lhá ga lhá
Jeca total, capiau, chapéu de palha
Criança também trabalha, para o coco libertar
Mistura e manda, no pandeiro e no ganzá
Mistura e manda, no pandeiro e no ganzá
Parte, e reparte, eu falo que a melhor parte
É quando se parte com arte, a parte que nos tocou
O epicarpo, o mesocarpo, o endocarpo
Todo mundo policarpo, brasileiro sim senhor
Essa é a Maria tico-tico e onde ela põe a boca o beijaflor põe o bico
Essa é a Maria tico-tico, onde ela põe a boca o beijaflor põe o bico
Alegria do pobre sem a tristeza do rico
Alegria do pobre sem a tristeza do rico
Preciso libertar esse coco, preciso libertar esse coco
O coco livre nos alegra mais um pouco
O coco livre nos alegra mais um pouco (...)

(Disponível em: https://m.letras.mus.br/genesio-tocantins/coco-livre-sa/)

A palavra “coco”, usada tantas vezes na cantiga acima, ora representa um ritmo musical, ora o fruto do coqueiro.

Assinale o par de versos que exemplifica a homonímia referida na afirmação anterior.

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Leia atentamente o texto a seguir e responda às questão.

Ao chegar à rua, suspirou libertada do pavor aflitivo; e, outra vez, gozando uma doce serenidade de ânimo, seguiu na direção da igreja do Rosário, relembrando os incidentes daquela tarde, a cena do jogo, a covardia no esconderijo, e o terror que lhe não permitia verificar se Crapiúna deixara a bolsa de couro de onça debaixo do caixão. Em todo caso, estava satisfeita com o haver logrado a certeza do verdadeiro criminoso, indicado pelo infalível, pelo glorioso Santo Antônio, e a convicção de concorrer para a libertação de Alexandre e a felicidade inteira de Luzia. E reputava-se engrandecida por essa boa ação, renovada do passado de culpas, de crimes talvez, dos quais fora responsável inconsciente, e, sobretudo, a principal vítima. Entidade diminuída e inútil, flutuando sobre uma suja torrente de vícios incontinentes, sentia-se valorizada, sentia-se forte e sentia-se prestante. Duas criaturas, pelo menos, neste mundo de ingratidão, de perfídia e de miséria, seriam reconhecidas à sua dedicação.

(OLÍMPIO, Domingos. Luzia-Homem. 3ª ed. São Paulo: Martin Claret, 2016. Domínio Público: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bn000122.pdf)

A função emotiva da linguagem é uma marca do discurso narrativo em Luzia-Homem, característica que dá um viés romântico ao romance de Domingos Olímpio.

Assinale a opção em que se identifica, no fragmento destacado, um recurso típico de tal função de linguagem.

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TEXTO

"- Bichos. As criaturas que me serviram durante anos eram bichos. Havia bichos domésticos, como o Padilha, bichos do mato, como Casimiro Lopes, e muitos bichos para o serviço do campo, bois mansos. Os currais que se escoram uns aos outros, lá embaixo, tinham lâmpadas elétricas. E os bezerrinhos mais taludos soletravam a cartilha e aprendiam de cor os mandamentos da lei de Deus."

(Ramos, Graciliano, Record, 1996, 66ª ed, Rio de Janeiro, p 185.)

Assinale a alternativa que indica corretamente o sujeito gramatical do verbo "servir"na primeira linha do texto: