A 3ª maior hidrelétrica do Brasil foi inaugurada oficialmente em dezembro de 2016. Com 50 turbinas, a usina de tem capacidade para gerar 3.750 megawatts. Teve investimento de R$ 19 bilhões e poderá abastecer 40 milhões de pessoas. O nome dessa usina hidrelétrica é:
Analise o gráfico a seguir, sobre a evolução da população rural e urbana no Estado de Goiás.
A “virada urbana” no território goiano ocorreu na década de 1970, em função
Avião levantou voo em 2018 e aterrou em 2017
Um avião das linhas aéreas do Havaí fez uma espécie de viagem ao passado, ao sair da Nova Zelândia quando já passava da meia-noite de 1º de janeiro e chegar ao Havaí quando ainda era manhã de 31 de dezembro. Tudo se explica com o sistema de fusos horários do globo.
Adaptado de sicnoticias.sapo.pt, 01/01/2018.A “viagem ao passado” relatada na reportagem é explicada pelo percurso do avião, que fez necessariamente a seguinte trajetória:
O cenário internacional, nos últimos anos, tem gerado amplo debate para a possibilidade de uma nova redistribuição da ordem global. Essa mudança é intensificada pelo desgaste da imagem dos Estados Unidos, principalmente no campo político, nos anos 2001-2008 e pelo fortalecimento de novos arranjos estratégicos, associados a elevadas taxas de crescimento econômico, de economias emergentes como os BRICS. Essas economias emergentes visam estabelecer novas formas de inserção internacional e criar espaços de atuação cada vez mais consistentes dentro da dinâmica das relações internacionais.
(Hermes Moreira Jr. “Os BRICS e a recomposição da ordem global: estratégias de inserção internacional das potências emergentes”. Revista Conjuntura Austral. Adaptado.)A “nova redistribuição da ordem global” citada no texto, protagonizada pelos países constituintes dos BRICS, simboliza uma tentativa de
A globalização da economia baseia-se na liberalização econômica: os Estados abandonam gradativamente as barreiras tarifárias que protegem sua produção da concorrência estrangeira e se abrem ao fluxo internacional de bens, serviços e capitais. Os efeitos alucinantes do mercado livre de integração econômica, das múltiplas possibilidades de investimentos, acarretaram uma crise. Os países emergentes sucumbiram à mobilidade do capital internacional.
(Marcos A. Moraes e Paulo S. S. Franco. Geopolítica, 2014. Adaptado.)A “falta de resistência” dos países emergentes ao neoliberalismo deve-se à
Observe a imagem.
A “cidade dos 15 minutos” é um conceito de reorganização urbana que visa
Weber procura analisar os fundamentos que tornam legítima a autoridade e as razões internas que justificam a dominação, que ele distingue conforme três tipos puros: a dominação tradicional, a dominação carismática e a dominação racional-legal. Sobre as características da dominação racional-legal é INCORRETO afirmar que:
Grande parte das pessoas que vivem no mundo hoje tem um desejo incessante por novidade. Esta é uma das conclusões da jornalista e escritora de comportamento americana Winifred Gallagher em seu recente livro New: Understanding Our Need for Novelty and Change (Novo, Entendendo Nossa Necessidade de Novidade e Mudança, sem edição brasileira). Winifred recorre a disciplinas como neurociência, biologia evolutiva e psicologia para explicar por que temos essa quedinha natural por tudo o que é diferente.
Segundo a autora, esse comportamento se baseia no que ela chama de emoções do conhecimento: a surpresa, a curiosidade e o interesse pelas coisas do mundo. “Assim como o pensamento, elas nos impulsionam a aprender”, diz. Essa vontade de conhecer o desconhecido tem seu lado positivo. Atualmente essa curiosidade pode colocar você à frente no mercado de trabalho e tornar sua vida, no mínimo, menos tediosa. Porém, como tudo em excesso, ela também faz mal. Em uma era de velocidade da informação — temos hoje 4 vezes mais dados em e-mails, tweets, música, vídeos e mídia tradicional do que há 30 anos — temos de controlar nosso instinto novidadeiro, antes que ele nos controle. “É preciso filtrar as coisas, senão nem as 24 horas do dia serão suficientes para tantas novidades”, afirma a autora. Ela acredita que devemos continuar a ser atraídos e surpreendidos pelo mundo, sempre. Mas que é preciso se focar naqueles novos pensamentos, sons, cheiros e sentimentos que, de alguma maneira, realmente importam para cada um. “Deixe de ser um mero buscador do novo para se tornar conhecedor dele”, afirma. Ou seja: filtre sua sede por novidade e beba somente o que há de melhor.
Disponível em: <http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI299866-17933,00-ESCRITORA+INVESTIGA+A+NEOFILIA+NOSSO+DESEJO+PELO+DESCONHECIDO.html> (com adaptações)Vivemos em uma sociedade de consumo, em que os apelos pelas novidades de consumo tem tornado os indivíduos cada vez mais vorazes em consumir coisas novas. Essa necessidade em adquirir coisas novas, atitude típica da atual sociedade de consumo, recebe o nome de:
Ao abordar as razões da crise da União Soviética e do Bloco Socialista, Ralph Miliband assevera:
Acredito que é sobretudo na sua natureza autoritária que devemos buscar a razão da crise que os engoliu. Pois a sua falta de democracia e de liberdades civis tem afetado todo e qualquer aspecto de sua vida, do desempenho econômico à rivalidade étnica.
MILIBAND, Ralph. Reflexões sobre a crise dos regimes comunistas. In: BLACKBURN, Robin (org.) Depois da queda ─ o fracasso do comunismo e o futuro do socialismo. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992. p. 21-35.Várias passagens históricas, eventos e situações ilustram a afirmação de Miliband, dentre elas,
Observe a imagem a seguir:
Valendo-se do conteúdo sociológico contido nessa imagem, é INCORRETO afirmar que, no Brasil,