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SociologiaUFU2016

A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) liberou nesta quarta-feira (25) o uso de todos os banheiros da instituição por qualquer pessoa, conforme o gênero com que se identifica. A iniciativa se deu pela adoção da campanha “Libera meu xixi”, voltada ao combate da transfobia em espaços públicos. Nos próximos dias, banheiros de todo o campus receberão uma placa com a frase “Aqui você é livre para usar o banheiro correspondente ao gênero com que se identifica”.

Disponível em: <http://www.ufjf.br/secom/2015/11/25/libera-meu-xixi-ufjf-lanca-campanha-em-prol-do-respeito-a-diversidade/>.

Para se entender as motivações para o desenvolvimento de uma política pública como a descrita, é necessário saber que:

SociologiaCESMAC2015

Para que um cidadão brasileiro possa se candidatar a algum cargo político, é necessário comprovar sua elegibilidade. Assim, são necessários alguns requisitos, como os que são mencionados a seguir, exceto:

SociologiaUNICENTRO2015

Leia o texto a seguir.

Administração científica é o empenho sistemático em analisar o trabalho para identificar a maneira mais eficiente de realizar uma dada tarefa. A teoria surgiu em 1911 na obra de F. W. Taylor (e daí ser frequentemente chamada de taylorismo). Taylor comparou o corpo humano a uma máquina e realizou estudos de tempo e movimento a fim de determinar o modo mais eficiente de utilizá-lo. O taylorismo esteve estreitamente relacionado ao desenvolvimento da produção em massa, em especial às linhas de montagem em fábrica introduzidas por Henry Ford, o fabricante americano de automóveis. O que veio a ser conhecido como fordismo separava os operários uns dos outros e dividia o processo de produção em uma série fragmentada de tarefas que podiam ser controladas com maior facilidade por supervisores e pela administração.

(JOHNSON, A. G. Administração Científica. Dicionário de Sociologia – Guia Prático da Linguagem Sociológica. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997. p.5.)

Para os críticos do capitalismo industrial, essas características da linha de produção não são vistas positivamente, uma vez que

SociologiaUNIMONTES2016

Para o sociólogo francês Émile Durkheim, os fatos sociais preexistem às ações dos indivíduos, pois são orientados ou constrangidos por estruturas sociais. Os indivíduos, ao nascer, herdam, independentemente de suas vontades, maneiras de pensar, agir e sentir, constituindo uma consciência coletiva. Essa afirmativa permite-nos considerar que, EXCETO:

SociologiaUNCISAL2018

Para o sociólogo francês Émile Durkheim (1858-1917), as relações de trabalho na sociedade moderna seriam capazes de gerar maior interdependência das funções sociais, como decorrência da crescente especialização e divisão de tarefas. Essa característica foi denominada por Durkheim como

SociologiaUNIMONTES2015

Para o sociólogo contemporâneo José de Souza Martins, a modernidade, como moda e momento, é também a permanência do transitório e da incerteza, a angústia cotidiana da incerteza em face do progresso. Considerando esse ponto de vista do sociólogo, é INCORRETO afirmar:

SociologiaUNIMONTES2012

Para o sociólogo alemão Max Weber (1864-1920), a conduta será racional em relação a valores quando o agente orientar-se por fins últimos, por princípios, agindo de acordo com ou a serviço de suas próprias convicções, levando em conta somente sua fidelidade a tais valores. São características desse tipo de conduta, EXCETO

SociologiaUNICENTRO2013

Para o pensador francês Émile Durkheim, seria o objeto da Sociologia

SociologiaENEM2014

Compreende-se assim o alcance de uma reivindicação que surge desde o nascimento da cidade na Grécia antiga: a redação das leis. Ao escrevê-las, não se faz mais que assegurar-lhes permanência e fixidez As leis tornam-se bem comum, regra geral, suscetível de ser aplicada a todos da mesma maneira.

VERNANT, J. P. As origens do pensamento grego. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1992 (adaptado).

Para o autor, a reivindicação atendida na Grécia antiga, ainda vigente no mundo contemporâneo, buscava garantir o seguinte princípio:

SociologiaENEM2017

A política de pacificação não resolve todos os problemas da favela carioca, ela é apenas um primeiro e indispensável passo para que seus moradores sejam tratados como cidadãos. As Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) recuperaram um território que estava ocupado por bandidos com armas de guerra, substituíram a opressão de criminosos pela justiça formal do Estado. [Mas] se a UPP não for seguida por escola, hospital, saneamento, defensoria pública, emprego, daqui a pouco a polícia de ocupação terá que ir embora das favelas por inútil. Ou será obrigada a exercer a mesma opressão que o tráfico exercia para se proteger.

CACÁ DIEGUES. A contrapartida do lucro. O Globo, 28 jul. 2012.

Para o autor, a consolidação da cidadania nas comunidades carentes está condicionada à