AprendiAprendi
FilosofiaENEM2010

A ética exige um governo que amplie a igualdade entre os cidadãos. Essa é a base da pátria. Sem ela, muitos indivíduos não se sentem em casa, experimentam-se como estrangeiros em seu próprio lugar de nascimento.

SILVA, R. R. Ética, defesa nacional, cooperação dos povos. OLIVEIRA, E. R (Org.) Segurança & Defesa Nacional: da competição à cooperação regional. São Paulo; Fundação Memorial da América Latina, 2007 (adaptado).

Os pressupostos éticos são essenciais para a estruturação política e integração de indivíduos em uma sociedade. De acordo com o texto, a ética corresponde a

FilosofiaUCS2015

Os povos da Antiguidade Clássica foram responsáveis por um legado que permanece vivo nas sociedades contemporâneas, em especial nas ocidentais. Sobre esse legado é correto afirmar que

FilosofiaUEA2014

O homem é a medida de todas as coisas, das que existem e de sua natureza; das que não existem e da explicação de sua não existência.

(Protágoras apud Jean Voilquin (org.).

Os pensadores gregos antes de Sócrates, 1964.) O fragmento de Protágoras, um dos primeiros sofistas da Grécia antiga, apresenta um princípio essencial da filosofia grega, o

FilosofiaENEM2017

A moralidade, Bentham exortava, não é uma questão de agradar a Deus, muito menos de fidelidade a regras abstratas. A moralidade é a tentativa de criar a maior quantidade de felicidade possível neste mundo. Ao decidir o que fazer, deveríamos, portanto, perguntar qual curso de conduta promoveria a maior quantidade de felicidade para todos aqueles que serão afetados.

RACHELS, J. Os elementos da filosofia moral. Barueri-SP: Manole, 2006.

Os parâmetros da ação indicados no texto estão em conformidade com uma

FilosofiaPUC-Campinas2011

Se há muito riso quando um partido sobe, também há muita lágrima do outro que desce, e do riso e da lágrima se faz o primeiro dia da situação, como no Gênesis. [...] Os liberais foram chamados ao poder, que os conservadores tiveram de deixar. Não é mister dizer que o abatimento de Batista era enorme.

Batista passeava, as mãos nas costas, os olhos no chão, suspirando, sem prever o tempo em que os conservadores tornariam ao poder. Os liberais estavam fortes e resolutos. D. Cláudia levantou-se da cadeira, rápida, e disparou esta pergunta ao marido:

− Mas, Batista, você o que é que espera mais dos conservadores?

Batista parou com um ar digno e respondeu com simplicidade:

− Espero que subam.

(Adaptado de Machado de Assis. Esaú e Jacó. Rio de Janeiro: Nova Aguillar, v.I. p. 1003)

Os liberais mencionados no texto assim se denominavam por se considerarem seguidores do liberalismo. Assinale a alternativa que apresenta alguns dos princípios e bandeiras do liberalismo.

FilosofiaUEG2013

Alexandre tinha, pois, pais sinistros. Mas foi bem educado. Filipe escolheu como seu tutor o filósofo polímata Aristóteles (384 – 322 a. C.) [...]. [Alexandre] Leu Homero a vida toda, e conhecia trechos de cor. Para ele, era uma Bíblia, um guia da moral heroica. Um livro de etiqueta e uma história de aventura.

JOHNSON, Paul. Os heróis. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. p. 24-26.

Os historiadores que biografaram Alexandre, o Grande (356-323 a.C.), não são conclusivos com relação ao real peso da influência que Aristóteles teria tido sobre o jovem rei macedônico. É praticamente certo, porém, que Alexandre leu a Ilíada de Homero a partir de uma perspectiva aristotélica, que consiste na noção de que

FilosofiaUNITAU2014

Os gregos firmaram os principais alicerces da civilização ocidental. Encontramos raízes gregas em diferentes áreas da cultura contemporânea: Artes, Ciências, Filosofia, Política. Considerando esse aspecto, é CORRETO afirmar que

FilosofiaENEM2016

TEXTO I

Fragmento B91: Não se pode banhar duas vezes no mesmo rio, nem substância mortal alcançar duas vezes a mesma condição; mas pela intensidade e rapidez da mudança, dispersa e de novo reúne.

HERÁCLITO. Fragmentos (Sobre a natureza). São Paulo: Abril Cultural, 1996 (adaptado).

TEXTO II

Fragmento B8: São muitos sinais de que o ser é ingênito e indestrutível, pois é compacto, inabalável e sem fim ; não foi nem será, pois é agora um todo homogêneo, uno, contínuo. Como poderia o que é perecer? Como poderia gerar-se?

PARMÊNIDES. Da natureza. São Paulo: Loyola, 2002 (adaptado).

Os fragmentos do pensamento pré-socrático expõem uma oposição que se insere no campo das

FilosofiaUNIOESTE2016

Os estudos realizados por Michel Foucault (1926-1984) apresentam interfaces que corroboram para estudos em diversas áreas de conhecimento, entre as quais a Filosofia, Ciências Sociais, Pedagogia, Psiquiatria, Medicina e Direito. Em 1975, Foucault publicou a obra “Vigiar e Punir: história da violência das prisões”, na qual propunha uma nova concepção de poder, a qual abandonava alguns postulados que marcaram a posição tradicional da esquerda do período. Sobre a concepção de poder foucaultiana, é CORRETO afirmar.

FilosofiaUNESP2018

Texto 1

Victor Frankl descrevia o fanático por dois traços essenciais: a absorção da própria individualidade na ideologia coletiva e o desprezo pela individualidade alheia. “Individualidade” é a combinação singular de fatores que faz de cada ser humano um exemplar único e insubstituível. O que o fanático nega aos demais seres humanos é o direito de definir-se nos seus próprios termos. Só valem os termos dele. Para ele, em suma, você não existe como indivíduo real e independente. Só existe como tipo: “amigo” ou “inimigo”. Uma vez definido como “inimigo”, você se torna, para todos os fins, idêntico e indiscernível de todos os demais “inimigos”, por mais estranhos e repelentes que você próprio os julgue.

(Olavo de Carvalho. O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, 2013. Adaptado.)

Texto 2

É necessário questionar a função de amparo identitário de todas as formas de organização de massas – partidos, igrejas, sindicatos – independente de seu objetivo político manifesto, de esquerda ou de direita. Não é descabido supor que qualquer organização de massas tenha o potencial de favorecer em seus membros a adesão à identidade de vítimas, sendo um sério obstáculo à luta pela autonomia e pela liberdade de seus membros.

(Maria Rita Kehl. Ressentimento, 2015. Adaptado.)

Os dois textos