Leia o texto a seguir sobre a Linguagem Humana:
Considera-se o homem um ser que fala e a palavra, a senha de entrada no mundo humano. Nesse sentido, a linguagem é um sistema simbólico, e o homem, o único animal capaz de criar símbolos.
(ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando – Introdução à Filosofia, São Paulo: Moderna, 1993, p. 28). Adaptado.No universo humano, a dimensão da linguagem tem a singularidade na edificação formativa do mundo cultural.
No âmbito dessa questão, é CORRETO afirmar que
Leia o texto a seguir sobre a temática da lógica:
O filósofo Francis Bacon, profeta da revolução tecnológica moderna, escreveu o Novum Organun, sua obra mais conhecida, com a qual pretendia se opor ao Órganon, a lógica de Aristóteles.
Ao longo dos séculos, os princípios da lógica de Aristóteles não sofreram mudança essencial. As críticas à lógica tradicional prendem-se ao caráter formal e às demonstrações silogísticas.
No âmbito da história da lógica, as ideias de Francis Bacon estão focadas
Sobre a consciência crítica e a filosofia, atente ao texto a seguir:
A filosofia é um conhecimento, uma forma de saber que, como tal, tem uma esfera própria de competência, a respeito da qual procura adquirir informações válidas, precisas e ordenadas.
O autor da citação acima delimita a dimensão e o valor do saber filosófico na esfera do conhecimento.
No alinhamento dessa discussão, é CORRETO afirmar que
Nietzsche celebrizou-se e tornou-se até venerado por muitos por haver filosofado, no dizer comum, a ―golpes de martelo‖, uma vez que realizou críticas radicais à filosofia de tradição socrático-platônica, ao cristianismo e, inclusive, à ciência. Nietzsche desferiu golpes impiedosos a essas categorias da cultura ocidental, porque
Nicolau Maquiavel, filósofo italiano que viveu entre 1469 e 1527, pode ser considerado o primeiro pensador da chamada “ciência política”, tal qual a concebemos contemporaneamente. A respeito desse filósofo é INcorreto afirmar.
“Como todas as coisas que existem são particulares, como formamos os termos gerais? As palavras tornam-se gerais por serem estabelecidas como os sinais das ideias gerais; e as ideias tornam-se gerais separando-se delas as circunstâncias de tempo e lugar, e quaisquer outras ideias que possam determiná-las para esta ou aquela existência particular. Por este meio de abstração elas tornam-se capazes de representar mais do que um indivíduo, cada um dos quais, tendo nisto uma conformidade com esta ideia, é desta espécie”
Fonte: (LOCKE, J. Ensaio sobre o entendimento humano. São Paulo: Abril Cultural, 1983, p. 227).Neste trecho, sublinham-se alguns aspectos fundamentais da teoria do conhecimento do autor. A partir da leitura do fragmento é CORRETO afirmar que:
Entre os meios cognitivos de que o homem dispõe para atingir aquilo que os filósofos chamam de “ser dos entes”, existe um que é baseado unicamente em experiências empíricas e rigorosas.
Neste caso, trata-se do conhecimento
Neste ano, estamos falando de política. O tema é importante para toda a sociedade. Vários pensadores preocuparam-se com o assunto no decorrer da história. No mundo grego, destacam-se dois pensadores: Platão e Aristóteles. Platão discute as ideias políticas na seguinte obra:
Considere o seguinte trecho, extraído da obra A náusea, do escritor e filósofo francês Jean Paul Sartre (1889-1980).
“O essencial é a contingência. O que quero dizer é que, por definição, a existência não é a necessidade. Existir é simplesmente estar presente; os entes aparecem, deixam que os encontremos, mas nunca podemos deduzi-los. Creio que há pessoas que compreenderam isso. Só que tentaram superar essa contingência inventando um ser necessário e causa de si próprio. Ora, nenhum ser necessário pode explicar a existência: a contingência não é uma ilusão, uma aparência que se pode dissipar; é o absoluto, por conseguinte, a gratuidade perfeita.”
SARTRE, Jean Paul. A Náusea. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1986. Tradução de Rita Braga, citado por: MARCONDES, Danilo Marcondes. Textos Básicos de Filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora, 2000.Nesse trecho, vemos uma exemplificação ou uma referência ao existencialismo sartriano que se apresenta como
Agostinho, em Confissões, diz: “Mas após a leitura daqueles livros dos platônicos e de ser levado por eles a buscar a verdade incorpórea, percebi que ‘as perfeições invisíveis são visíveis em suas obras’ (Carta de Paulo aos Romanos, 1, 20)”.
Agostinho de Hipona. Confissões, livro VII, cap. 20, citado por: MARCONDES, Danilo. Textos Básicos de Filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora, 2000. Tradução do autor.Nesse trecho, podemos perceber como Agostinho