Sobre o romance “Capitães da Areia”, de Jorge Amado, é INCORRETO afirmar que:
Hibisco roxo é um romance de Chimamanda Ngozi Adichie, escritora nigeriana da contemporaneidade, bastante premiada. Feminista, ela apresenta, em sua literatura e em seus ensaios, preocupações políticas, sociais, educacionais e culturais densas.
Sobre o referido romance, assinale a alternativa INCORRETA.
Sobre o Realismo é CORRETO afirmar que:
Sobre O quinze, assinale a alternativa CORRETA:
Desertar as ideias insones, o que ficou guardado
no avesso da noite, o que se mutilou
na lógica dos espelhos: cratera onde nasce
o mundo
(fragmento do poema “Engenho errante”).
Sobre o que a leitura do fragmento e de todo o livro evidencia, todas as alternativas estão corretas, EXCETO:
Em 2008, comemoraram-se os 80 anos de publicação deMacunaíma: o herói sem nenhum caráter, de Mário de Andrade. Sabe-se que essa obra foi inspirada no livro do alemão Theodor Koch Grümberg, publicado em 1926, que continha narrativas sobre os índios Pemón. Essas narrativas relatam os mitos e as lendas dos índios Taulipang e Arekuná.
Sobre o processo de elaboração de Macunaíma, assinale a alternativa correta.
Sobre o Pré-Modernismo, é correto afirmar que:
OS OMBROS SUPORTAM O MUNDO
Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.
Tempo de absoluta depuração.
Tempo em que não se diz mais: meu amor.
Porque o amor resultou inútil.
E os olhos não choram.
E as mãos tecem apenas o rude trabalho.
E o coração está seco.
Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.
Ficaste sozinho, a luz apagou-se,
mas na sombra teus olhos resplandecem enormes.
És todo certeza, já não sabes sofrer.
E nada esperas de teus amigos.
Pouco importa venha a velhice, que é a velhice?
Teus ombros suportam o mundo
e ele não pesa mais que a mão de uma criança.
As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios
provam apenas que a vida prossegue
e nem todos se libertaram ainda.
Alguns, achando bárbaro o espetáculo,
prefeririam (os delicados) morrer.
Chegou um tempo em que não adianta morrer.
Chegou um tempo em que a vida é uma ordem.
A vida apenas, sem mistificação.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Sentimento do Mundo. Nova Reunião. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1985, p. 78.Sobre o poeta Carlos Drummond de Andrade, podemos afirmar que
A ideia
De onde ela vem?! De que matéria bruta
Vem essa luz que sobre as nebulosas
Cai de incógnitas criptas misteriosas
Como as estalactites duma gruta?!
[5] Vem da psicogenética e alta luta
Do feixe de moléculas nervosas,
Que, em desintegrações maravilhosas,
Delibera, e depois, quer e executa!
Vem do encéfalo absconso que a constringe,
[10] Chega em seguida às cordas do laringe,
Tísica, tênue, mínima, raquítica...
Quebra a força centrípeta que a amarra,
Mas, de repente, e quase morta, esbarra
No molambo da língua paralítica!
Sobre o poema, é correto afirmar, excetuando-se o registrado em
Leia o poema abaixo, de O livro sobre nada, de Manoel de Barros.
AS LIÇÕES DE R.Q.
Aprendi com Rômulo Quiroga (um pintor boliviano):
A expressão reta não sonha.
Não use o traço acostumado.
A força de um artista vem de suas derrotas.
Só uma alma atormentada pode trazer para a voz um
formato de pássaro.
Arte não tem pensa:
O olho vê, a lembrança revê e a imaginação transvê.
É preciso transver o mundo.
Isto seja:
Deus deu a forma. Os artistas desformam.
É preciso desformar o mundo:
Tirar da natureza as naturalidades.
Fazer cavalo verde por exemplo.
Fazer noiva camponesa voar – como em Chagall.
Agora é só puxar o alarme do silêncio que eu saio por
aí a desformar.
[...]
Sobre o poema, é correto afirmar que foi construído segundo