AprendiAprendi
LiteraturaPUC-SP2015

O menino mais velho não só é personagem como também empresta o nome a um capítulo da novela Vidas Secas, de Graciliano Ramos. Das alternativas abaixo, aponte aquela cujo conteúdo FOGE às ações do menino na busca do significado de uma palavra.

LiteraturaCESMAC2017

O Major Policarpo Quaresma, do romance Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto (1881-1922) é um dos personagens quixotescos da literatura brasileira. Assim, dentre os traços que o definem como quixotesco, quais você apontaria como corretos? 1) A obsessão nacionalista. 2) O entusiasmo do homem ingênuo. 3) Sua defesa da língua Tupi como idioma oficial do Brasil. 4) O fanatismo xenófobo. 5) A confiança e a boa fé em Floriano Peixoto. Estão corretas:

LiteraturaCESMAC2016

O mais festejado escritor barroco da literatura brasileira, Gregório de Matos (1623-1696), escreveu uma obra literária que vai da sátira de costumes ao poema místico-religioso. Dentre os gêneros literários e as formas fixas que pertencem ao campo da literatura, assinale qual foi cultivado pelo escritor baiano.

LiteraturaUFVJM2014

O livro Vidas Secas, de Graciliano Ramos, se esforça para revelar a desumanização promovida pela seca nos personagens. Dessa forma, com relação aos personagens da obra, é correto afirmar que

LiteraturaUNIMONTES2012

O livro Serrano de Pilão Arcado, de Petrônio Braz, apresenta as seguintes características, EXCETO

LiteraturaITA2017

O livro Memórias de um sargento de milícias, de Manuel Antônio de Almeida, mostra como, no Brasil, os agentes do poder costumam, por vezes, confundir as esferas do público e do privado. Como afirma o narrador, no capítulo XLV: “Já naquele tempo (e dizem que é defeito nosso) o empenho, o compadresco, eram uma mola de todo o movimento social”. No enredo, isso é ilustrado pelo comportamento de Vidigal, que

LiteraturaUFRN2011

O livro Comédias para se ler na escola, de Luís Fernando Veríssimo, pode ser considerado um livro de crônicas porque seus textos

LiteraturaPUC-GO2018

TEXTO

Yaqub partiu para o Líbano com os amigos do pai e regressou a Manaus cinco anos depois. Sozinho. “Um rude, um pastor, um ra’í. Olha como o meu filho come!”, lamentava-se Zana.

Ela tentou esquecer a cicatriz do filho, mas a distância trazia para mais perto ainda o rosto de Yaqub. As cartas que ela escreveu!

Dezenas? Centenas, talvez. Cinco anos de palavras. Nenhuma resposta. As raras notícias sobre a vida de Yaqub eram transmitidas por amigos ou conhecidos que voltavam do Líbano. Um primo de Talib que visitara a família de Halim avistara Yaqub no porão de uma casa. Estava sozinho e lia um livro sentado no chão, onde havia um monte de figos secos. O rapaz tentou falar com ele, em árabe e português, mas Yaqub o ignorou. Zana passou a noite culpando Halim, e ameaçou viajar para o Líbano durante a guerra. Então ele escreveu aos parentes e mandou o dinheiro da passagem de Yaqub.

Isso Domingas me contou. Mas muita coisa do que aconteceu eu mesmo vi, porque enxerguei de fora aquele pequeno mundo. Sim, de fora e às vezes distante. Mas fui o observador desse jogo e presenciei muitas cartadas, até o lance final.

(HATOUM, Milton. Dois irmãos. 19. reimpr. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 23.)

O jogo com muitas cartadas e com lance final ao qual o narrador faz referência no final do Texto diz respeito (assinale a resposta correta):

LiteraturaUEA2017

Naco de prosa cearense – Sujeito pequeninho, mal colocado na terceira classe. E assim dizia: – Vou mais pro diante do Guajará, são ainda três dias de lancha até chegar no meu barracão. Antes, fiquei em Guajará numa casa alemã, empregado. Depois comprei um seringal da casa mesmo, os patrões me ajudaram, comprei vinte contos de mercadoria e meti com os meus homens pelo mato. Nesse ano os índios mataram o meu mateiro. Fiquei no mato com a colheita, não sabendo o que fazer. Passava as noites num susto, os índios querendo queimar o meu caucho e até chorei. Também é só mais um ano: quatro anos de caucheiro basta!... Depois vendo o meu seringal e vou-me embora para o Rio de Janeiro.
(Mário de Andrade. O turista aprendiz, 2002. Adaptado.)

O interlocutor de Mário de Andrade descreve a

LiteraturaUNIPAR2016

O índio, em alguns romances de José de Alencar, como Iracema e Ubirajara, é: