AprendiAprendi
LiteraturaUCPEL2011

Assinale a única alternativa correta.

LiteraturaUCPEL2011

Assinale a única alternativa correta.

LiteraturaPUC-GO2022

Lei atentamente a seguinte colocação de Alfredo Bosi acerca do período pré-modernista de nossa literatura:

[...]

Nos países de extração colonial, as elites, na ânsia de superar o subdesenvolvimento que as sufoca, dão às vezes passos largos no sentido da atualização literária: o que, afinal, deixa ver um hiato ainda maior entre as bases materiais da nação e as manifestações culturais de alguns grupos. É verdade que esse hiato, coberto quase sempre de arrancos pessoais, modas e palavras, não logra ferir senão na epiderme aquelas condições, que ficam como estavam, a reclamar uma cultura mais enraizada e participante. E o sentimento do contraste leva a um espinhoso vaivém de universalismo e nacionalismo, com toda a sua sequela de dogmas e anátemas.

[...]

(BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 2017. p. 326.)

A partir das críticas de Alfredo Bosi, considere as seguintes proposições acerca de autores e obras pré-modernistas:

I - Os escritores desse período preferem optar por uma posição neutra em relação aos dilemas sociais do momento, a exemplo de Lima Barreto.

II - As obras são marcadas pelo uso de linguagem simples e coloquial, e caracterizadas pela presença de personagens sertanejos, caipiras e mulatos, entre outros.

III - São exemplos de escritores pré-modernistas: Euclides da Cunha, Lima Barreto e Monteiro Lobato.

Assinale a única alternativa correta sobre o período pré-modernista:

LiteraturaPUC-GO2022

Leia o fragmento do texto Um olhar para o futuro, de Luiz Roncari:

A passagem do século XVII para o seguinte, na Europa, representou uma mudança muito grande de mentalidade e cosmovisão; quer dizer, em muitos aspectos o homem abandonou uma visão religiosa do mundo e da vida e adotou uma perspectiva mais terrena para a busca do conhecimento e orientação dos seus esforços. Todos os ganhos do pensamento filosófico do século XVII [...], à medida que foram sendo discutidos, refutados, aceitos, reproduzidos e vulgarizados, foram sendo difundidos e assimilados pelo homem comum, interferindo na sua forma de ver o mundo.

(RONCARI, L. Literatura brasileira: dos primeiros cronistas aos últimos românticos. 2. ed. São Paulo: Edusp/FDE, 1995, p. 180-181.)

Sobre a lírica produzida e autores árcades brasileiros, analise as proposições a seguir:

I - Os escritores árcades mineiros tiveram participação direta no movimento da Inconfidência Mineira.

II - As obras desvinculam-se da estética arcádica, escola na qual os poetas estavam inseridos.

III - Os poetas árcades procuravam obedecer apenas aos princípios estabelecidos pelas academias literárias portuguesas.

Assinale a única alternativa correta sobre a lírica produzida e autores árcades brasileiros:

LiteraturaFACISA2016

A questão aborda o romance “Enquanto Deus não está olhando”, de Débora Ferraz.

Assinale a única alternativa CORRETA sobre a filiação estética do romance de Débora Ferraz:

LiteraturaUNIMONTES2013

Assinale a única afirmativa que corresponde a uma informação CORRETA sobre o livro A alma encantadora das ruas: crônicas, de João do Rio.

LiteraturaUCPEL2009

Assinale a ÚNICA afirmativa correta.

LiteraturaUCPEL2010

Assinale a única afirmativa CORRETA.

LiteraturaUPF2013

Já rompe, Nise, a matutina aurora

O negro manto, com que a noite escura,

Sufocando do Sol a face pura,

Tinha escondido a chama brilhadora.

Que alegre, que suave, que sonora,

Aquela fontezinha aqui murmura!

E nestes campos cheios de verdura

Que avultado prazer tanto melhora!

Só minha alma em fatal melancolia,

Por te não poder ver, Nise adorada,

Não sabe inda que coisa é alegria;

E a suavidade do prazer trocada

Tanto mais aborrece a luz do dia,

Quanto a sombra da noite mais lhe agrada.

CLÁUDIO MANUEL DA COSTA

Assinale a única afirmação que não se refere ao poema acima.

LiteraturaUECE2010

TEXTO 2

[80] O Quinze foi publicado em agosto

de 1930. Não fez grande sucesso quando

saiu em Fortaleza. Escreveram até um

artigo falando que o livro era impresso em

papel inferior e não dizia nada de novo.

[85] Outro sujeito escreveu afirmando

que o livro não era meu, mas do meu

ilustre pai, Daniel de Queiroz. E isso tudo

me deixava meio ressabiada. Morava então

no Ceará o jornalista carioca Renato Viana,

[90] que me deu os endereços das pessoas no

Rio de Janeiro, uma lista de jornalistas e

críticos para os quais eu devia mandar o

livrinho. O mestre Antônio Sales, que

[95] Então me chegou uma carta do meu amigo

Hyder Corrêa Lima, que morava no Rio,

convivia com Nazareth Prado e a roda de

Graça Aranha. Hyder mostrava na carta o

maior alvoroço e contava o entusiasmo de

[100] Graça Aranha por O Quinze. Depois veio

uma carta autografada do próprio Graça,

realmente muito entusiasmado. Em

seguida começaram a chegar críticas, de

Augusto Frederico Schmidt (no "Novidades

[105] Literárias"), do escritor Artur Mota, em São

Paulo; foram pipocando notas e artigos,

tudo muito animador. No Ceará, não. Não

me lembro de nenhuma repercussão.

Depois, quando a coisa virou, é que o livro

[110] começou a pegar por lá.

(Rachel de Queiroz. In: QUEIROZ, Rachel de e QUEIROZ, Maria Luíza de. Tantos anos. p. 31.)

Assinale a única afirmação FALSA sobre a escritora Rachel de Queiroz.