AprendiAprendi
LiteraturaUNITINS2016

Relacione os contextos históricos às devidas escolas literárias.

(1) Surgiu no início do século 19, na Alemanha, França e Inglaterra, em um momento histórico em que as classes sociais, como as que se conhecem hoje, se definiam, após a Revolução Francesa. Das classes sociais desse período, a nobreza e a pequena burguesia são as classes que vão atuar essencialmente no movimento.

(2) Movimento literário do século XVIII, que desponta em meio a momentos marcantes da história mundial, como o Iluminismo, a Revolução Francesa (1789) e a Inconfidência Mineira (1789).

(3) Certas transformações foram responsáveis pela criação do ambiente propício à instalação das novas ideias, ressaltando-se o Centenário da Independência e a Guerra Mundial (1914-1918). Isso favoreceu a expansão da indústria, promoveu novas relações políticas e abriu espaço para a renovação na educação e nas artes.

(4) Essa tendência nasceu na Itália do século XVII, espalhou-se por outros países europeus, como a Holanda, a França, a Bélgica e a Espanha. Na América Latina, adentrou no século XVII, trazido por artistas que viajavam para o continente europeu.

(5) Por volta da década de 1870, o Partido Republicano organizou-se no Brasil. Nesse contexto, surge esse movimento literário, expondo, por meio de suas obras, a crise do Império, os ideais abolicionistas e republicanos. Apresentou ideias inspiradas principalmente no Positivismo, no Evolucionismo e na filosofia alemã, como o Objetivismo, o Determinismo, o Materialismo e o Cientificismo.

( ) Barroco

( ) Arcadismo

( ) Romantismo

( ) Realismo

( ) Modernismo

A ordem numérica da resposta correta, de cima para baixo,

LiteraturaUNESC2017

Relacione adequadamente a coluna da esquerda com as características do respectivo movimento literário à direta:

1. Movimento literário que tem como características predominantes a liberdade de criação e de expressão, o nacionalismo, o historicismo, o medievalismo, as tradições populares, o individualismo, o egocentrismo, a crítica social, dentre outras.

2. Movimento literário que tem como características predominantes o objetivismo, a linguagem culta e direta, a narrativa lenta, que acompanha o tempo psicológico; descrições e adjetivações objetivas, o universalismo, o herói problemático, cheio de fraquezas, a não idealização da mulher, dentre outras.

3. Movimento literário que tem como características predominantes a linguagem coloquial, a observação da realidade, a explicação do mundo através das forças da natureza, o retrato objetivo da sociedade, o evolucionismo, cientificismo e positivismo, a descrição de ambientes e personagens, dentre outras.

4. Movimento literário que tem como características predominantes a preocupação com a formalidade, o vocabulário culto, o enfoque sensual da mulher, o apego à tradição clássica, a objetividade no tratamento dos temas abordados, referências a elementos da mitologia grega e latina, dentre outras.

5. Movimento literário que tem como características predominantes o subjetivismo, a linguagem vaga, fluida, que preza pela sugestão, o misticismo e a religiosidade, o interesse pelas zonas profundas da mente humana e pela loucura, o objeto deve estar subentendido, não se mostrando claramente, a musicalidade, dentre outras.

( ) Parnasianismo

( ) Naturalismo

( ) Simbolismo

( ) Romantismo

( ) Realismo

A ordem correta, de cima para baixo, é:

LiteraturaPUC-RS2014

Para responder à questão, leia as considerações de quatro críticos de literatura sobre dois dos maiores poetas brasileiros – Carlos Drummond de Andrade e Manuel Bandeira –, relacionando-as com os autores:

1. Carlos Drummond de Andrade
2. Manuel Bandeira

( ) “Pode-se apontar, na produção lírica do autor de ‘Estrela da manhã’, algumas linhas temáticas básicas, como o desejo insatisfeito e a evocação da infância” (Sergius Gonzaga).

( ) Este autor “construiu um tipo que se imbrica numa tradição cada vez mais rica: a do personagem gauche. [...] Significa basicamente o indivíduo desajustado, marginalizado, à esquerda dos acontecimentos” (Affonso Romano de Sant’Anna).

( ) “A prática do distanciamento abriu ao poeta as portas de uma expressão que remete ora a um arsenal concretíssimo de coisas, ora à atividade lúdica da razão. [...] Há um tecido conjuntivo a uni-los e a sustê-los, o sentimento do mundo do poeta” (Alfredo Bosi).

( ) “Há também outros aspectos: o equilíbrio rítmico, a prudência na substantivação, a reserva com os adjetivos. Além disso, o que não é pouco, este autor soube ser o poeta de uma utopia chamada Pasárgada’’ (Carlos Nejar).

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

LiteraturaUNCISAL2017

Gregório de Matos é o genuíno iniciador de nossa poesia lírica e de nossa intuição étnica. O seu brasileiro não era o caboclo, nem o negro, nem o português; era já o filho do país, capaz de ridicularizar as pretensões separatistas das três raças.

ROMERO, Sílvio. História da literatura brasileira. 6. ed. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1960. v. 2, p. 382

A opinião de Sílvio Romero sustenta a teoria de que a obra de Gregório de Matos

LiteraturaUNIFEV2015

Leia a crônica de Clarice Lispector para responder à questão.

Uma entrevistada do programa da BBC, Inglaterra, na Hora das Mulheres, falou sobre suas experiências como prisioneira de guerra:
— Quando uma pessoa já experimentou muitos sofrimentos, sabe apreciar as fraquezas e as boas qualidades até mesmo dos próprios inimigos. Por que deve ser nosso inimigo completamente mau, ou a vítima completamente boa? Ambos são criaturas humanas, com o que é bom e o que é mau. E creio que se apelarmos para o lado bom das pessoas teremos êxito, na maioria dos casos.
Sei o que ela quis dizer, mas está errado. Há uma hora em que se deve esquecer a própria compreensão humana e tomar um partido, mesmo errado, pela vítima, e um partido, mesmo errado, contra o inimigo. E tornar-se primário a ponto de dividir as pessoas em boas e más. A hora da sobrevivência é aquela em que a crueldade de quem é vítima é permitida, a crueldade e a revolta. E não compreender os outros é que é certo.
(A descoberta do mundo, 1999.)

A opinião da entrevistada na rádio era a de que

LiteraturaUFRN2009

Aquestão referem-se ao volume 7 da Coleção Para Gostar de Ler.

Comumente voltada para os fatos corriqueiros do cotidiano, a crônica pode, às vezes, apresentar situações próprias do gênero fantástico, sobretudo para imprimir humor ao relato.

A opção em que as duas crônicas apresentam tais características é:

LiteraturaUNICENTRO2009

Os trechos abaixo propostos apontam, significativamente, para as obras de que foram extraídos. Analisando-os, cuidadosamente, relacione as colunas.

(1) O PRIMO BASÍLIO
(2) PRIMEIRAS ESTÓRIAS
(3) O AUTO DA COMPADECIDA
(4) O GUARDADOR DE REBANHOS

( ) “Esse era um cachorro inteligente. Antes de morrer, olhava para a torre da igreja toda vez que o sino batia. Nesses últimos tempos, já doente para morrer, botava uns olhos bem compridos para os lados daqui, latindo na maior tristeza. Até que meu patrão entendeu, com a minha patroa, é claro, que ele queria ser abençoado pelo padre e morrer como cristão.”
( ) “Apanhou-me a carta, não sei como, por um descuido meu! Ao princípio pediu-me seiscentos milréis. Depois começou a martirizar-me... Tive de lhe dar vestidos, roupa, tudo! Mudou de quarto, serviase dos meus lençóis, dos finos. Era a dona da casa. O serviço quem o faz sou eu!... Ameaça-me todos os dias, é um monstro.”
( ) “Sofri o grave frio dos medos, adoeci. Sei que ninguém soube mais dele. Sou homem, depois desse falimento? Sou o que não foi, o que vai ficar caldo. Sei que agora é tarde, e temo abreviar com a vida, nos rasos do mundo. Mas, então, ao menos que, no artigo da morte, peguem em mim, e me depositem também numa canoinha de nada, nessa água, que não pára de longas beiras: e, eu, rio abaixo, rio afora, rio adentro – o rio.”
( ) “Toda a gente sabe isso, / Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia/E para onde ele vai/E donde ele vem./E por isso, porque pertence a menos gente,/É mais livre e maior o rio da minha aldeia.”

A opção CORRETA é

LiteraturaUEMS2009

Obra não somente regionalista, dado o momento social e o espaço que retrata, mas também universal, por expressar a angústia humana. Nela perpassa um estado nostálgico e melancólico, que caracteriza o personagem Carlos de Melo.

A observação feita se refere à obra:

LiteraturaUESB2015

E assim era. Quase todas as tardes havia bombardeio, do mar para as fortalezas, e das fortalezas para o mar; e tanto os navios como os fortes saíam incólumes de tão terríveis provas.

Lá vinha uma ocasião, porém, que acertavam, então os jornais noticiavam: “Ontem, o forte Acadêmico fez um maravilhoso disparo. Com o canhão tal, meteu uma bala no ´Guanabara`.” No dia seguinte, o mesmo jornal retificava, a pedido da bateria do cais Pharoux que era a que tinha feito o disparo certeiro.. passavam-se dias e a coisa já estava esquecida, quando aparecia uma carta de Niterói, reclamando as honras do tiro para a fortaleza de Santa Cruz.

BARRETO, Lima. Triste fim de Policarpo Quaresma. São Paulo: Atica, 1995. p. 143.

A obra Triste Fim é representativa do pré-modernismo no Brasil porque

LiteraturaPUC-SP2013

A obra Sentimento do Mundo, de Carlos Drummond de Andrade,