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BiologiaFPS2016

Mariana (fator Rh+), mãe de João (fator Rh-), descobre que está grávida do segundo filho. Considerando o risco de eritroblastose fetal, Mariana procura seu médico para tirar dúvidas e descobre que:

BiologiaUFRN2017

Maria, jovem de 20 anos, portadora da doença de Crohn, enfermidade que causa úlceras e sangramentos no sistema digestório, tem o tipo sanguíneo O positivo (O+) e se internou precisando de uma transfusão sanguínea. Seu amigo Felipe, de 28 anos, que tem o tipo sanguíneo AB negativo (AB-) e já teve doença de Chagas quando criança prontificou-se a doar sangue para a amiga. Diante desse quadro, Felipe

BiologiaFCMMG2019

Leia o trecho abaixo.

Maria veio nos procurar porque tinha dois irmãos com distrofia de Duchenne uma doença neuromuscular progressiva e degenerativa que afeta o sexo masculino. Seu pai e sua mãe eram fenotipicamente normais. O teste genético revelou que Maria era portadora do gen para distrofia de Duchenne.

(ZATZ, M. Genética: escolhas que nossos avós não faziam. São Paulo: Globo, 2011.)

Maria herdou esse gen de

BiologiaOBB2018

Manga, sapoti, juá e uruçu possuem em comum a seguinte característica:

BiologiaPUC-PR2018

Considere o texto a seguir.

Termorregulação

Os homeotérmicos conseguem manter sua temperatura corporal constante na presença de variações significativas de temperatura ambiente Essa característica traz vantagens e desvantagens. Os homeotérmicos podem sobreviver em uma ampla variedade de ambientes e podem ficar ativos no inverno. Porém, eles precisam ingerir mais alimento que outros animais, pois para manter sua temperatura necessitam de processos metabólicos que demandam grande quantidade de energia. Já os pecilotérmicos são capazes de sobreviver a longos períodos sem alimento porque precisam de muito menos energia. Mas, de onde vem o calor do corpo, o calor que os homeotérmicos mantém dentro de uma faixa estreita, graças a estratégias típicas desses animais, e que os pecilotérmicos controlam por comportamento? O calor é um subproduto de todos os processos metabólicos, do metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas. Pode entrar também a partir do exterior através de radiação, condução e convecção. Um organismo está sempre “queimando” as substâncias citadas, mesmo em jejum e em repouso. Esse metabolismo mínimo que mantém o organismo vivo pode ser medido pela taxa metabólica basal. O metabolismo basal é maior nos homeotérmicos devido ao custo energético extra que estes animais têm para gerar calor e manter a temperatura.

ROCHA.N.C Termorregulação. Disponível em: http://www.uff.br/fisiovet/Conteudos/termorregulacao.htm. Acesso: 17 de jun. 2017.

Mamíferos menores apresentam uma taxa metabólica alta comparada a mamíferos maiores, isso se deve:

BiologiaFPP2017

m gato apresentou ao nascer várias anomalias, dentre as quais se destacava a malformação no sistema nervoso central, que provocou a morte do animal. Pesquisas realizadas revelaram que substâncias químicas administradas à gata mãe durante a gestação provavelmente foram as responsáveis pela causa da anomalia. Os pesquisadores chegaram a essa conclusão, pois a substância que foi administrada apresenta afinidade ao tecido embrionário da

BiologiaCESMAC2016

Lucas, que pertence ao grupo sanguíneo A, é filho de Joana, que apresenta grupo sanguíneo O. Lucas casa-se com Paula, que é do grupo B e filha de João, que apresenta grupo sanguíneo O. Qual a probabilidade de que Lucas e Paula tenham um filho do grupo sanguíneo B?

BiologiaURCA2015

Lombrigasnão podem ser colocadas no mesmo filo das minhocas por que:

BiologiaOBB2021

O endosperma de uma espécie de eudicotiledônea possui células com 39 cromossomos.

Logo, uma célula-guarda do estômato, um elemento de tubo crivado do floema e uma oosfera dessa mesma planta devem possuir, respectivamente, quantos cromossomos?

BiologiaPUC-PR2017

Leia a seguir.

O preço da abstinência

Oferta de vale-compras ajuda dependentes de crack a evitar o consumo da droga

Uma das principais diferenças entre a cocaína aspirada e a fumada está na velocidade de absorção, que influencia a rapidez com que a droga chega ao cérebro e o tempo que permanecerá ativa, fatores determinantes para o poder de gerar dependência. Ao cheirar uma carreira de coca, a droga é absorvida lentamente pela mucosa nasal, entra na corrente sanguínea e é parcialmente processada pelo fígado antes de alcançar o cérebro. Passam-se alguns minutos até começarem os efeitos, que podem durar mais de meia hora. Já com o crack, tudo é mais rápido e intenso. Tão logo a fumaça chega aos pulmões, a droga passa para o sangue e é levada para o cérebro em concentrações mais elevadas. O efeito é quase imediato: há uma explosão de prazer e euforia, que desaparece em minutos e leva a uma depressão intensa. Aí começam os problemas.

Disponível em: http://revistapesquisa.fapesp.br/2016/12/16/o-preco-da-abstinencia/

Ao ser fumado, o crack chega rapidamente no cérebro.

Logo, o trajeto percorrido dos pulmões até a saída do coração para o cérebro apresenta a seguinte sequência: