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BiologiaIMEPAC2019

Durante o incêndio do Museu Nacional, foi consumido pelo fogo o crânio de um hominídeo conhecido como Luzia. Esse fóssil foi descoberto na região da Lapa Vermelha em Pedro Leopoldo-MG e contribuiu para a revisão das teorias da origem humana nas Américas.

A importância científica do fóssil de Luzia é dada porque este era

BiologiaUnit-AL2019

A imagem, em destaque, representa o tecido

BiologiaFIP2019

A imagem mostra uma relação caracterizada

BiologiaFCMSCSP2021

Examine a imagem.

A imagem esquematiza o fenômeno denominado

BiologiaUEA2015

A ilustração mostra as vias metabólicas que podem ser utilizadas por um organismo para a obtenção de energia.

A ilustração representa um organismo

BiologiaUnichristus2019

A ilustração anterior representa o ciclo de vida do agente etiológico da

BiologiaFCMSJF2018

A ilustração acima representa as micorrizas, que se caracterizam por uma relação existente entre dois organismos. Marque a opção que corresponde ao tipo de relação existente, e os dois organismos envolvidos nessa relação.

BiologiaUnichristus2018

A ilustração a seguir se refere ao processo de

BiologiaUECE2017

A identificação dos organismos vivos constitui uma etapa do trabalho de classificação, sendo a nomenclatura responsável pela atribuição de nomes científicos a esses organismos. Na nomenclatura binomial, o primeiro nome e o segundo nome de uma espécie sempre indicam, respectivamente,

BiologiaPUC-PR2016

Leia o texto a seguir:

Genes bailarinos

Equipe do Incor reduz de 2 mil para 80 os fragmentos de DNA candidatos a explicar a origem da hipertensão

Recebemos como carga genética os mecanismos controladores da pressão, eles fazem a síntese dos mecanismos pressores e depressores. Essa carga pode facilitar a produção de substâncias pressoras ou formar menos substâncias hipotensoras. Essa predisposição, entretanto, não basta. Para o problema eclodir, há que se ter o concurso decisivo do meio ambiente, que está o tempo todo suscitando regulação da pressão arterial. E esse meio ambiente é o sal, a inatividade, a obesidade, o estresse, todas essas coisas que, de uma forma ou de outra, mexem com o sistema de regulação. Alguém com um sistema de regulação muito bom pode ser submetido a todas as pressões ambientais e seguir com a pressão normal. Mas outro, com um sistema muito ruim, pode ficar sem comer um grama de sal, deitado numa rede, e vai ficar hipertenso. É esse “o estado da arte atual” sobre a hipertensão essencial ou primária. Sabe-se dessa “combinação do terreno com o meio ambiente” e não se sabe “mexer no terreno” preventivamente, mas é o que se quer conseguir. Se os genes envolvidos na hipertensão forem identificados, se for possível saber a carga genética de cada um e, com base nisso, trabalhar com aconselhamento genético, talvez a hipertensão essencial que atinge 50% dos adultos acima de 60 anos se torne uma epidemia do passado.

Disponível em: http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/08/22/genes-bailarinos/?cat=medicina. Adaptado.

A identificação dos fragmentos de DNA possibilitará uma proposta de intervenção, uma vez que,