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PortuguêsUNICENTRO2016

Leia o texto a seguir e responda à questão.

No período “100 anos lutando para que ninguém mude nem uma vírgula da sua informação”, a segunda oração se relaciona com a primeira para indicar

PortuguêsUNICENTRO2014

Junho de 2013 já fez história. É provável que, daqui a algumas décadas, brasileiros que tomaram as ruas do País no final do outono deste ano se reúnam num café, num boteco ou mais possivelmente na timeline de uma rede social para recordarem, cheios de orgulho, “daquele junho de 2013”. Quando se formaram multidões que, de um modo contraditório, pareciam gigantescas afirmações de individualidades. Com seus rostos únicos, bandeiras variadas, gritos independentes e gestos singulares. A completa expressão do novo. Daquilo que ninguém ousou prever e do futuro que ninguém assegurou adivinhar. Esses brasileiros se sentirão como a geração de 1968, que ainda cultiva as lembranças das heroicas passeatas contra a ditadura, como os manifestantes de 1984, que se emocionam com as imagens dos comícios das Diretas-já, e como os caras-pintadas de 1992, que decretaram o fim de um governo corrupto. Não se pode subestimar o que já aconteceu nem convém ignorar o que ainda possa vir. Nas duas últimas semanas, com suas diferentes tribos e interesses assumidamente difusos, jovens emergiram das redes sociais, conseguiram levar mais de um milhão de pessoas às ruas, deixaram a classe política atordoada e fizeram com que prefeitos de 13 capitais e 65 cidades anunciassem a redução das tarifas do transporte público. A voz das ruas, que parecia anestesiada, se impôs. A opinião pública revelou sua força. Mesmo sem uma grande causa aglutinadora, fez reverberar por todos os cantos do País uma insatisfação latente que o poder institucionalizado desconhecia. Pelo menos 480 cidades participaram dos protestos. Os manifestantes transformaram as principais avenidas brasileiras em verdadeiros bulevares da liberdade de expressão. A nação acordou e, com o recuo dos governantes, descobriu que, sim, é possível provocar mudanças.
(Adaptado de: PARDELLAS, S. Especial A Voz das Ruas. IstoÉ. São Paulo: Ed. Três. 26 jun. 2013. ano 37, n.2275. p.50.)

No fragmento “Esses brasileiros se sentirão como a geração de 1968, que ainda cultiva as lembranças das heroicas passeatas contra a ditadura, como os manifestantes de 1984, que se emocionam com as imagens dos comícios das Diretas-já, e como os caras-pintadas de 1992, que decretaram o fim de um governo corrupto”, as três ocorrências do termo “como” marcam a presença do recurso de linguagem

PortuguêsUNICENTRO2019

Para responder à questão, considere a tira abaixo.

Na interação verbal entre Susanita e Mafalda, o humor é desencadeado pelo neologismo INVEJÓLOGO, criado para designar a futura especialidade médica do “filho da D. Susanita”. O processo de formação dessa palavra indica

PortuguêsUNICENTRO2018

Levando-se em conta as regras de ortografia vigentes, assinale a única alternativa em que todas as palavras foram grafadas corretamente.

PortuguêsUNICENTRO2015

Todo mundo sabe: é preciso fazer exercícios. Inúmeros experimentos comprovam que praticar atividade física é uma das providências mais eficazes que podemos tomar para melhorar ou manter a saúde. Do ponto de vista físico, o movimento regular reduz o risco de desenvolver doenças cardíacas, acidentes vasculares cerebrais (AVC) e diabetes, favorece o sistema imune, ajuda a prevenir certos tipos de câncer, fortalece ossos e músculos, aumenta a capacidade pulmonar e diminui o risco de quedas e fraturas. Alguns estudos científicos mostram influências positivas do movimento físico regular até mesmo no nível celular e molecular, contribuindo para o tratamento de aterosclerose e diabetes. Nos últimos anos, porém, uma explosão de pesquisas expandiu ainda mais essas observações. Há constatações de que o exercício reduz sintomas de depressão e ansiedade e favorece a neurogênese (processo de nascimento de neurônios), o que tende a beneficiar a memória e a aprendizagem. E ainda incrementa a capacidade intelectual no que diz respeito à realização de tarefas que exigem atenção, organização e planejamento. A maioria das pessoas se sente bem depois de correr ou mesmo fazer uma caminhada leve. Há várias hipóteses, levantadas pela ciência e pelo senso comum, que explicam esse fato: o exercício físico ajuda a “esquecer” pequenas frustrações diárias, reduz a tensão muscular e estimula a produção de endorfinas. Mas talvez a maior razão de nos sentirmos tão bem quando o coração bate mais rapidamente e bombeia sangue por todo o corpo é que isso ativa o cérebro e seus intrincados circuitos – o que, segundo estudos recentes, é o maior benefício do exercício físico. O desenvolvimento de músculos e o condicionamento do coração e dos pulmões podem ser considerados apenas efeitos colaterais diante do potencial que a atividade física tem de nos tornar mais bem humorados e com maior facilidade para raciocinar.

(Adaptado de: BASSUK, S.; CHURCH, T.; MANSON, J. Suar para Melhorar o Humor e o Raciocínio. Scientific American. Mente Cérebro. São Paulo: Duetto Editorial, 2014. jul. p.45-47.)

Em relação ao trecho “praticar atividade física é uma das providências mais eficazes que podemos tomar para melhorar ou manter a saúde”, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o sentido expresso pelo termo sublinhado.

PortuguêsUNICENTRO2015

O Google sofreu uma de suas maiores derrotas jurídicas na semana passada. O Tribunal de Justiça da União Europeia (UE) decidiu que a empresa será obrigada a remover links de resultados de busca, a partir de solicitações feitas por usuários da Internet. O embate começou há cinco anos, quando o espanhol Mario Costeja González foi à justiça contra o Google. Quem digitava o nome de González no sistema de busca encontrava o link de um processo antigo que o fizera perder sua casa. González pediu a remoção, que não foi acatada pelo Google. Com a decisão, pedidos como o dele terão de ser cumpridos nos 28 países- -membros da União Europeia. Caberá ao Google criar uma estrutura para dar conta das requisições. Nos últimos dias, um sem-número de pedidos já inundava suas centrais de atendimento. A decisão da corte europeia está baseada em um conceito chamado “direito de ser esquecido”. Por ele, o cidadão europeu pode exigir a retirada de links que levem a informações que ele julgar inadequadas ou irrelevantes. A regra não se aplica, no entanto, a informações que são de “interesse público”. À primeira vista, o objetivo pode ser nobre. O Google não apenas integra todas as nossas informações digitais à revelia, como ganha dinheiro vendendo publicidade em cima delas. Mas há um grave problema com a decisão da UE. Como julgar se uma informação é de interesse público ou privado? Quem arbitrará sobre isso? Não são raros os casos de políticos que vão à Justiça contra o Google para que a empresa remova os links de sites que lhes fazem oposição. Eles poderão alegar, agora, que as informações são irrelevantes ou de interesse privado. Abre-se, portanto, uma brecha para que figuras públicas usem a decisão do tribunal europeu como uma ferramenta de censura. Em nota, o Google se disse surpreso e decepcionado com a decisão da Justiça europeia. Neste caso, tem razão.

(Adaptado de: Uma brecha para a censura. Época. São Paulo. Editora Globo. n.833. 19 maio 2014. Opinião. p.11.)

Em relação ao trecho “À primeira vista, o objetivo pode ser nobre”, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a expressão que pode substituir a locução sublinhada, sem alterar o sentido veiculado no texto.

PortuguêsUNICENTRO2014

Consoada


Quando a Indesejada das gentes chegar
(Não sei se dura ou caroável),
talvez eu tenha medo.
Talvez sorria, ou diga:
– Alô, iniludível!
O meu dia foi bom, pode a noite descer.
(A noite com os seus sortilégios.)
Encontrará lavrado o campo, a casa limpa,
A mesa posta,
Com cada coisa em seu lugar.
(BANDEIRA, M. Estrela da vida inteira. Poesias reunidas e poemas traduzidos. 19 ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1991, p.202.)

Em “– Alô, iniludível!”,

PortuguêsUNICENTRO2020

Diante de tais considerações, na análise de uma ação, de um ato, seja teatral, seja cotidiano, observa-se que toda ação

PortuguêsUNICENTRO2020

A tipificação das formas de ação requer haver nestas um sentido objetivo, que, por sua vez, exige uma objetivação linguística. Isto é, haverá um vocabulário que se refere a essas formas de ação. [...] Em princípio, portanto, uma ação e seu sentido podem ser apreendidos à parte dos desempenhos individuais dela e dos variáveis processos subjetivos que a eles se associam. O indivíduo e o outro podem ser compreendidos como executantes de ações objetivas, geralmente conhecidas, que são recorrentes e repetíveis por qualquer ator do tipo adequado (Berger e Luckmann, 1985, p.101).

No teatro, papel e personagem são sinônimos.

Desta forma, define-se personagem enquanto um papel

PortuguêsUNICENTRO2017

TEXTO:

Bullying é um termo da língua inglesa (bully =
“valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes
agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas,
que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas
[5] por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia,
com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem
ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo
realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou
poder.
[10] Esse é um problema mundial, podendo ocorrer em
praticamente qualquer contexto no qual as pessoas
interajam, como escola, faculdade/universidade, família,
mas pode ocorrer também no local de trabalho e entre
vizinhos. Há uma tendência de as escolas não admitirem
[15] a ocorrência do bullying entre seus alunos; ou
desconhecem o problema ou se negam a enfrentá-lo.
Esse tipo de agressão geralmente ocorre em áreas onde
a presença ou supervisão de pessoas adultas é mínima
ou inexistente. Estão inclusos no bullying os apelidos
[20] pejorativos criados para humilhar os colegas.
Os atos de bullying ferem princípios constitucionais —
respeito à dignidade da pessoa humana — e ferem o
Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause
dano a outrem gera o dever de indenizar. O responsável
[25] pelo ato de bullying pode também ser enquadrado no
Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as
escolas prestam serviço aos consumidores e são
responsáveis por tais atos, desde que ocorram dentro do
estabelecimento de ensino/trabalho.
CAMARGO, Orson. Bullying. Disponível em: <http://brasilescola.uol.com. br/sociologia/bullying.htm>. Acesso em: 11 jul. 2016. Adaptado.

De acordo com o texto, as ações humanas que se configuram como bullying