A partir da interpretação da charge, pode-se inferir que
BIDEN PODE PRESSIONAR BRASIL A ADOTAR POLÍTICAS MAIS FIRMES PARA PROTEGER A AMAZÔNIA, DIZEM ESPECIALISTAS
O presidente eleito dos Estado Unidos, Joe Biden, deverá fazer pressão política no Brasil para que medidas de preservação da Amazônia, dos povos indígenas e dos direitos humanos sejam implementadas no país, afirmam analistas políticos que conhecem o democrata e a política norte-americana.
Disponível em: https://g1.globo.com/. Acesso em: 8 fev. 2021.A leitura e a compreensão da notícia evidenciam
PROCURA DA POESIA
Carlos Drummond de AndradePenetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
Há calma e frescura na superfície intacta.
Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.
Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Tem paciência, se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consume
Com seu poder de palavra
E seu poder de silêncio.
O texto acima é um exemplo de metapoesia, ou seja, uma poesia sobre poesia.
A leitura do texto permite observar que, para Drummond, poesia é sobretudo
Contextuar ou contextualizar significa “incluir ou intercalar em um texto”. Contexto significa o “encadeamento de ideias de um escrito, argumento ou composição”. Encadear significa “ligar com cadeia; acorrentar, prender; coordenar (ideais, argumentos etc.); concatenar;(...) formar série; ligar-se a outros; fazer seguir na ordem natural”.
Contextuar corresponde a algo inclusivo, que liga, por exemplo, diferentes palavras e outros indicadores semânticos, compondo uma frase, parágrafo ou texto.
Eixos cognitivos do Enem – Versão preliminar. Brasília: MEC/INEP,2007. p. 74.A leitura do texto permite observar que nele predomina a função
SOBRE UM MAR DE ROSAS QUE ARDE
Sobre um mar de rosas que arde
Em ondas fulvas, distantes,
Erram meus olhos, diamante,
Como as naus dentro da tarde.
Asas no azul, melodias,
E as horas são velas fluidas
Da nau em que, oh! alma, descuidas
Das esperanças tardias.
A leitura do poema permite inferir que ele se desenvolve em torno
Texto para aquestão.
FEBRE AMARELA: AS PRINCIPAIS DÚVIDAS SOBRE A DOENÇA
Há dois tipos de febre amarela, a silvestre e a urbana.
Qual é a diferença entre elas?
A silvestre é disseminada pelos mosquitos Haemagogus
e Sabethes, circulantes em matas, e não em cidades.
[5] A versão urbana é transmitida pelo Aedes aegypti, o
mesmo da dengue, da zika e da chikungunya. Não há
registro de febre amarela urbana no Brasil desde 1942.
As mortes de agora foram causadas pela versão
silvestre, unicamente.
[10] Existe a possibilidade de os mosquistos Haemagogus e
Sabethes irem para a área urbana?
Não. Os mosquitos Haemagogus e Sabethes são de
gêneros diferentes, mas têm comportamentos
parecidos. Eles vivem em áreas de florestas densas, com
[15] vegetação abundante. Voam alto e geralmente ficam na
copa das árvores. Sua fonte principal de alimentação é o
sangue dos macacos que estão lá em cima, ou seja,
estão totalmente adaptados a hábitos silvestres que não
vão encontrar na cidade.
A intenção comunicativa dominante no texto é
INCÊNDIO ATINGE INSTITUTO DO CORAÇÃO EM SÃO PAULO
Um incêndio atingiu, na manhã de 18 de janeiro de 2019, o Instituto do Coração (Incor) no complexo do Hospital das Clínicas, na zona oeste da capital paulista. De acordo com a assessoria do hospital, o fogo começou em uma torre de resfriamento externa ao prédio.
O Corpo de Bombeiros deslocou 18 viaturas para o local, mas as chamas, que duraram apenas 10 minutos, foram controladas pela própria brigada de incêndio da instituição.
Entretanto, devido à fumaça, parte dos pacientes teve de ser remanejada.
Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia. Acesso em: 2 jul. 2020.A função sintática desempenhada pelo vocábulo “que” no trecho “...que duraram apenas 10 minutos...” (parágrafo 2) é idêntica à função sintática desempenhada pelo termo
Leia e analise a tirinha abaixo.
A crítica manifestada nos quadrinhos refere-se ao fato de que
Como se tornou comum em protestos contemporâneos, o recurso a atos violentos, que se descambam, muitas vezes, para o vandalismo condenável e politicamente ineficaz, está presente nas manifestações, em contraste com a linha pacifista a qual já se tornou consagrada por Martin Luther King, o campeão da luta pelos direitos civis, sobretudo dos negros.
Os tempos, todavia, são outros, e é inegável que, desde aquelas conquistas basilares da década de 1960, ainda se depara com a violência policial contra a população negra e latina. Nesse cenário, o debate evidencia-se nos EUA em busca de mecanismos legais de institucionalização de tal truculência.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2020/05/sem-justica-sem-paz.shtml. Acesso em: 12 jun. 2020 (Adaptado).A colocação pronominal nos seguintes trechos transcritos do texto pode ser alterada, seguindo a norma-padrão, como está indicado em:
Texto
O problema da norma culta
O problema da norma culta – de que tanto se fala hoje no discurso da escola e da mídia – não se resolve pela insistência em corrigir pontualmente os erros de português. A norma culta, na função moderna que lhe atribui a sociedade urbanizada, massificada e alfabetizada, está diretamente correlacionada com a escolarização, com o letramento, com a superação do analfabetismo funcional.
Nosso problema linguístico não é a regência desse ou daquele verbo; não é esta ou aquela concordância verbal; não são as regras de colocação dos pronomes oblíquos.
Nosso problema linguístico são 5 milhões de jovens entre 15 e 17 anos que estão fora da escola. Nosso problema são os elevados índices de evasão escolar. Nosso problema é termos ainda algo em torno de 12% de analfabetos na população adulta. Nosso problema é o tamanho do analfabetismo funcional, isto é, a quantidade daqueles que, embora frequentem ou tenham frequentado a escola, não conseguem ler e entender um texto medianamente complexo.
Os estudos sugerem que apenas 25% da população adulta brasileira, perto de 30 milhões de pessoas, conseguem ler e entender um texto medianamente complexo.
FARACO, Carlos Alberto. Norma culta brasileira. São Paulo: Parábola, 2008.p. 71-72.O uso da norma padrão da gramática portuguesa costuma ser valorizado como marca de distinção e prestígio social. Em uma situação formal – que pede um discurso monitorado – seria mais adequado recorrer a opções sintáticas de concordância, como aquela que consta na alternativa: