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PortuguêsSanto Agostinho2019

A imagem procura retratar

PortuguêsUFF2020

Ferigato, Campos e Ballarin (2007), ao se referirem à crise, consideram-na, em um contexto global, uma circunstância pela qual todos já passaram ou passarão um dia.

Sendo assim, a crise não pode ser resumida a um privilégio apenas de pessoas portadoras de sofrimento psíquico e não pode ser tomada apenas como uma experiência:

PortuguêsUFF2020

Segundo Brasil (2013), especialmente na atenção domiciliar, o profissional de saúde deve desenvolver a competência de ajudar as pessoas com foco na qualidade de vida.

Para tanto, é preciso:

PortuguêsUFF2020

Para Pitta e Guljor (2019), com a reforma psiquiátrica, foram implantados serviços territoriais que visam à transformação dos modos de atenção em saúde mental. Um desses serviços deveria desempenhar uma função estratégica na continência de situações de crise.

Esse serviço é:

PortuguêsOBMEP2018

Os produtos A, B e C foram avaliados pelos consumidores em relação a oito itens. Em cada item os produtos receberam notas de 1 a 6, conforme a figura. De acordo com essas notas, qual é a alternativa correta?

PortuguêsUEMCVU2017

Milho: história e arte

Os primeiros registros do cultivo de milho datam de cerca de 7.300 anos e foram feitos em pequenas ilhas próximas ao litoral mexicano. De acordo com pesquisadores da Universidade do Estado da Flórida, do Museu Nacional de História Nacional dos Estados Unidos, do Instituto Smithsonian, do Instituto da República do Panamá e da Universidade do Estado de Washington, a cultura se espalhou de forma rápida pelo México. Do Sudoeste do país, onde foi domesticado primeiro, o milho foi levado para o Sudeste mexicano e para outras regiões tropicais da América, como o Panamá e a América do Sul.

No sítio arqueológico de Waynuna, no Sul do Peru, foram encontrados indícios (grânulos de amido) da presença de milho datados de 4.000 anos. Ou seja, há cerca de 40 séculos já se cultivava o cereal na América do Sul. No Brasil, o milho já era cultivado pelos índios antes da chegada dos portugueses. Sobretudo os índios guaranis tinham no cereal o principal ingrediente de sua dieta. Com a chegada dos portugueses, há pouco mais de 500 anos, o consumo aumentou e novos produtos à base de milho incorporaram-se aos hábitos alimentares dos brasileiros. Muito provavelmente, com as grandes navegações que se tornaram comuns no século XVI e com o início da colonização do continente americano, o milho se expandiu para outras partes do mundo.

O nome do cereal, de origem caribenha, significa "o sustento da vida". Vários povos indígenas reverenciam o milho em rituais artísticos e religiosos. Dificilmente se encontra um alimento que tenha tantas utilidades e que seja presença tão constante no dia a dia de grande parte da população mundial. Várias cidades promovem eventos em homenagem ao milho, como festas e exposições. Pelo menos duas cidades brasileiras, Patos de Minas-MG e Xanxerê-SC, autointitulam-se “capital do milho”.

Entre as diferentes formas de utilização do milho, foram encontrados nada menos do que 74 produtos derivados dele ou que têm seus componentes isolados ou transformados industrialmente. Entre as dezenas de usos do milho, há alguns curiosos e até inesperados, como filmes fotográficos, cerveja, giz para quadro negro, maioneses, refrigerantes e tintas látex.

(Texto adaptado, disponível em: Acesso em 17 de jul 2017)

De acordo com o texto, pode-se entender a expressão domesticar o milho como

PortuguêsPAS - UFLA2016

Analise o texto e responda a questão.

“A experiência de viver na Europa do século XVI, [...] foi resumida por Lucien Febvre, em apenas quatro palavras: ‘Peur toujours, peur portout’ (medo sempre e em toda parte). Febvre vincula essa ideia de medo em toda parte com a escuridão, que começava exatamente do outro lado da porta da cabana e envolvia o mundo situado além da cerca da fazenda (feudo).”

Fonte: BAUMAN, Zygmunt. Medo Líquido. Rio de Janeiro: Zahar, 2008. p. 8.

Sobre a ideia de Idade Média como período da escuridão(trevas), é CORRETO afirmar que é uma ideia

PortuguêsPAS - UFLA2016

TEXTO

COMO E POR QUE EVITAR O DESPERDÍCIO

Um terço de toda a comida produzida no mundo vai para o lixo. Há perdas no campo, no transporte, no
armazenamento e no processo culinário. Por outro lado, 870 milhões de pessoas vivem na insegurança
alimentar. Todos os dias, uma de cada oito vai dormir com fome. Reduzir o desperdício pode mudar essa
equação, porque o problema da fome não é a falta de alimento. É a falta de gestão pública e privada. Cada um
[5] pode fazer sua parte para uma balança mais justa.

Disponível em: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/como-evitar-desperdicio-seguranca-alimentar-bons-fluidos752309.shtml (Fragmento). Acesso em 20/05/2016.

Releia o trecho:

“Reduzir o desperdício pode mudar essa equação, porque o problema da fome não é a falta de alimento. É a falta de gestão pública e privada. Cada um pode fazer sua parte para uma balança mais justa.” (linhas 3-5).

Para estabelecer uma relação direta entre os períodos, pode-se substituir o ponto final entre eles pelos seguintes conectores, respectivamente.

PortuguêsPAS - UFLA2016

Um empresário, observando que as taxas de juros no Brasil são muito altas, fez o seguinte negócio: obteve em 1º/2/2015, no exterior, um empréstimo de 10.000 dólares a ser pago em 1º/2/2016 com uma taxa de juros de 10%. Em 1º/2/2016 ele pagou 11.000 dólares. A cotação do dólar em 1º/2/2015 era de R$ 2,20 (dois reais e vinte centavos) para 1 dólar. Ele converteu os dólares em reais e aplicou para resgate em 1º/2/2016, obtendo uma taxa de juros de 30% sobre o total aplicado. Já em 1º/2/2016 a cotação do dólar era de R$ 4,00 (quatro reais) para 1 dólar.

Assinale a alternativa CORRETA:

PortuguêsESCS2014

Dois velhinhos

Dois pobres inválidos, bem velhinhos, esquecidos numa cela deasilo.

Ao lado da janela, retorcendo os aleijões e esticando a cabeça, apenas um podia olhar lá fora.

Junto à porta, no fundo da cama, o outro espiava a parede úmida, o crucifixo negro, as moscas no fio de luz. Com inveja, perguntava o que acontecia. Deslumbrado, anunciava o primeiro:

— Um cachorro ergue a perninha no poste.

Mais tarde:

— Uma menina de vestido branco pulando corda.

Ou ainda:

— Agora é um enterro de luxo.

Sem nada ver, o amigo remordia-se no seu canto. O mais velho acabou morrendo, para alegria do segundo, instalado afinal debaixo da janela.

Não dormiu, antegozando a manhã. Bem desconfiava que o outro não revelava tudo.

Cochilou um instante — era dia. Sentou-se na cama, com dores espichou o pescoço: entre os muros em ruína, ali no beco, um monte de lixo.

Dalton Trevisan. Mistérios de Curitiba. Rio de Janeiro: Editora Record, 1979, p. 110.

Tendo em vista a linguagem e a estrutura da narrativa, assinale a opção correta, a respeito do conto de Dalton Trevisan.