TEXTO:
Essa campanha institucional, para convencer o interlocutor a agir contra a tuberculose, utiliza-se, como estratégia argumentativa, de
TEXTO:
Identidade
Preciso ser um outro
para ser eu mesmo
Sou grão de rocha
Sou o vento que a desgasta
Sou pólen sem inseto
Sou areia sustentando
o sexo das árvores
Existo onde me desconheço
aguardando pelo meu passado
ansiando a esperança do futuro
No mundo que combato morro
no mundo por que luto nasço.
COUTO, Mia. Identidade. Disponível em: <http://portugues.uol. com.br/literatura/cinco-poemas-mia-couto.html>. Acesso em: 3 fev. 2019.
Em sua composição, o texto apresenta
Alta Cirurgia
O cão com dois corações
vagueia pela cidade:
um coração de artifício
e o coração de verdade.
[5] Exulta a ciência, que obrou
tamanha curiosidade:
metade é glória da URSS,
do Brasil a outra metade.
Se o cão é a doçura mesma
[10] em seu natural, que há de
mais carinhoso que um cão
de dupla cordialidade?
Não para aí, no propósito
de servir à humanidade,
[15] a cirurgia moderna,
gêmea da publicidade.
Já pega de outro cãozinho
com a maior habilidade
(não vá um gesto fortuito
[20] lembrar o Marquês de Sade).
Na carne do bicho abrindo
uma vasta cavidade,
implanta-lhe outra cabeça,
que uma não é novidade.
[25] Cão bicéfalo: prodígio
que nos infla de vaidade.
Nem o cérebro eletrônico
o vence em mentalidade.
Se nos furtam dois ladrões,
[30] dois latidos; acuidade
maior, rendimento duplo:
viva a produtividade.
Dois cães que valem por quatro,
“preparou” a Faculdade,
[35] sem perceber entretanto
do Brasil a realidade:
Tanta gente sem cabeça
merecia prioridade,
e ao cão, que já tem a sua,
[40] essa liberalidade.
E o coração, esse, é pena
dá-lo ao cão, que é só bondade,
quando os doutores do enxerto
tinham mais necessidade.”
Dos conceitos que são apontados por Drummond, no binômio homem/cão, exclui-se do poema a
TEXTO:
A Esperança
A Esperança não murcha, ela não cansa,
Também como ela não sucumbe a Crença.
Vão-se sonhos nas asas da Descrença,
Voltam sonhos nas asas da Esperança.
Muita gente infeliz assim não pensa;
No entanto o mundo é uma ilusão completa,
E não é a Esperança por sentença
Este laço que ao mundo nos manieta?
Mocidade, portanto, ergue o teu grito,
Sirva-te a crença de fanal bendito,
Salve-te a glória no futuro – avança!
E eu, que vivo atrelado ao desalento,
Também espero o fim do meu tormento,
Na voz da morte a me bradar: descansa!
Dentre os recursos estilísticos usados por Augusto dos Anjos, nesse poema, destacam as figuras de linguagem conhecidas como
TEXTO:
Saúde não é somente uma palavra que
caracteriza a ausência de doenças, uma vez que esse
conceito envolve aspectos mais amplos, como o
bem-estar físico, mental e social. Segundo a
[5] Constituição Federal de 1988, Artigo 196, ela é direito
de todos e dever do Estado, garantido mediante
políticas sociais e econômicas que visem à redução
do risco de doença e de outros agravos e ao acesso
universal igualitário às ações e serviços para sua
[10] promoção, proteção e recuperação.
Diante desses aspectos, fica claro que a
promoção da saúde depende de comportamentos
individuais e também de aspectos de dimensão
coletiva, sendo este último caso uma questão
[15] intimamente relacionada com as políticas públicas.
Nesse contexto, propiciar às pessoas condições
dignas de vida é um fator determinante na prevenção
contra a ausência de saúde – o que não significa que
devemos esperar somente intervenções externas para
[20] que, de fato, conquistemos uma boa saúde.
LIMA, Mariana Araguaia de Castro Sá. Saúde e bem-estar. Disponível em: <http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/saude-bemestar/>. Acesso em: 2 fev. 2018. Adaptado.
De acordo com as informações do texto, ser saudável
TEXTO:
A Esperança
A Esperança não murcha, ela não cansa,
Também como ela não sucumbe a Crença.
Vão-se sonhos nas asas da Descrença,
Voltam sonhos nas asas da Esperança.
Muita gente infeliz assim não pensa;
No entanto o mundo é uma ilusão completa,
E não é a Esperança por sentença
Este laço que ao mundo nos manieta?
Mocidade, portanto, ergue o teu grito,
Sirva-te a crença de fanal bendito,
Salve-te a glória no futuro – avança!
E eu, que vivo atrelado ao desalento,
Também espero o fim do meu tormento,
Na voz da morte a me bradar: descansa!
Com esses versos, o sujeito poético
TEXTO:
A respeito dessa campanha do Ministério de Saúde, está correto o que se afirma em
A forma verbal “Faça”, nesse contexto frásico, permite concluir, de forma genérica, que expressa
O escritor Paulo César de Araújo, de 53 anos, lançou, em 2006, o livro “Roberto Carlos em Detalhes”, primeira biografia do cantor mais popular do Brasil. A obra não contava com a autorização do Rei. Ameaçado de prisão por infligir o direito à privacidade do músico, Araújo foi forçado a assinar um acordo judicial, que retirou a biografia das livrarias.
(...)
(Revista “Istoé” – 24.6.2015 – Adaptação)Um erro linguístico nesse texto será devidamente corrigido:
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