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Sobre a imagem, seguem duas afirmativas ligadas pela palavra PORQUE: O “mapa” acima deforma, de maneira proposital, a representação da realidade. PORQUE Omite informações importantes para o comprador, como a presença de favelas. Marque:

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CRER OU NÃO CRER

Uma conversa sem rodeios entre um historiador ateu – Professor Leandro Karnal – e um padre católico – Padre Fábio de Melo

Um debate entre um padre católico e um historiador ateu sobre crer ou não crer? Há precedentes, mas este caso é absolutamente encantador, seja pela temática, seja pela inteligência militante da dupla em sereno e denso diálogo no qual, mais do que procurar provar quem está certo, há o desejo latente de provar que não deve haver desrespeito às crenças nas crenças nem às crenças nas descrenças.

Poderia ser um embate, um combate; contudo, tornou-se de fato um debate, no qual ambos, fundamentados, apresentam as razões das suas razões, isto é, os sentidos das suas crenças no crível e no incrível.

(...)

(Mário Cortella – Prefácio Livro “Crer ou não Crer” – adaptação)

Segundo o texto, o debate:

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Se devessem prevalecer os cidadãos passivos, os governantes acabariam por transformar seus súditos num bando de ovelhas dedicadas tão somente a pastar o capim uma ao lado da outra e a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é escasso. (Norberto Bobbio)

Fonte: opinião.estado.com.br/.../gen/o-voto-dever-e-ou-direito. Acesso: 26/04/2016

Segundo o autor, a cidadania é:

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Segundo a mensagem dessa tirinha, a fala final indica que o emissor supõe que o pai de Mafalda:

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(...) a era da fotografia instantânea (...) pode ter reverberações em nossa personalidade. (...) vale lembrar: sua memória talvez agradeça se você parar e dar uma boa olhada no que vai fotografar antes de efetivamente apertar o botão.

É como num “show”. Em vez de assisti-lo pelo celular, gravando tudo o que está acontecendo, tente aproveitar um pouco mais o momento. No fim, a única memória que importa é aquela gravada nos seus neurônios. Você é feito delas, não da sua “timeline” do Instagram.

(Revista SUPERINTERESSANTE – março/2019)

Quatro erros gramaticais cometidos nesse fragmento de reportagem serão devidamente corrigidos substituindo-se:

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Não mais flutuo por cima do Rio Vieira, pendurado em cipós, nem pego mais cari em suas águas.
Nunca mais nadei em seus poços ou brinquei nos esconderijos de suas margens.
Hoje tudo está cimentado, asfaltado, enterrado na nossa memória.
Tudo passou, foi embora, levado pra longe, como as enchentes do Vieira que arrastavam madeiras, fogões, cobras, portas, vidas e sonhos.
Ucho Ribeiro. Revista Tuia, Ano II, n 04, pag. 68, março 2015

Quanto às transformações espaciais, o poema:

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O Brasil

precisa saber:

De 1875 para cá, o Brasil teve nove moedas, incluindo o Real.
Teve duas capitais federais: Rio de Janeiro e Brasília.
Teve oito Constituições. E 37 governantes: um imperador e 36 presidentes, 23 deles eleitos pelo povo.

O Brasil teve escravos e a libertação dos escravos. Teve ditadura, ditadura militar e democracia, com diretas para presidente. Teve oposição de esquerda para governo de direita. Teve oposição de direita para governo de esquerda.

De 1875 para cá, o Brasil teve de carro de boi a carro a álcool.
De racionamento de gasolina a Lava Jato. De pré-sal a Petrolão.
Teve samba, bossa nova e funk. Foi o melhor no automobilismo e imbatível no futebol. Teve tri, tetra, penta e até 7 a 1 contra. Acontece.

De 1875 para cá, o país teve idealistas e corruptos.
Censura e abertura. Heróis e anti-heróis. Caraduras e caras-pintadas.
Gente comum e fora do comum.

140 ANOS

ESTADÃO

QUER
SABER?
ESTADÃO

De 1875 para cá, o Estadão esteve presente em todas as grandes mudanças do País.

E vai continuar ao seu lado. Sempre. Porque, neste tempo todo, só uma coisa não mudou: seu direito de querer saber.

(Texto publicitário sobre o Jornal “Estado de São Paulo”

Quanto ao propósito, esse texto constitui uma mensagem:

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Catar feijão se limita com escrever:
jogam-se os grãos na água do alguidar
e as palavras na folha de papel;
e depois joga-se fora o que boiar.
Certo, toda palavra boiará no papel,
água congelada, por chumbo seu verbo:
pois, para catar esse feijão, soprar nele,
e jogar fora o leve e oco, palha e eco.

MELO NETO , J.C. de Catar feijão. A educação pela pedra. Rio de Janeiro. Alfaguara, 2008. P.222

Predominam no texto as funções da linguagem:

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Cultura

Arnaldo Antunes

O girino é o peixinho do sapo
O silêncio é o começo do papo
O bigode é a antena do gato
O cavalo é pasto do carrapato

O cabrito é o cordeiro da cabra
O pescoço é a barriga da cobra
O leitão é um porquinho mais novo
A galinha é um pouquinho do ovo

O desejo é o começo do corpo
Engordar é a tarefa do porco
A cegonha é a girafa do ganso
O cachorro é um lobo mais manso. (...)

Predomina no texto a figura de linguagem:

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Qualquer Canção
Chico Buarque

Qualquer canção de amor
É uma canção de amor
Não faz brotar amor e amantes
Porém, se essa canção
Nos toca o coração
O amor brota melhor e antes
Qualquer canção de dor
Não basta a um sofredor
Nem cerze um coração rasgado
Porém, inda é melhor
Sofrer em dó menor
Do que você sofrer calado.
Qualquer canção de bem
Algum mistério tem
É o grão, é o germe, é o gen da chama
E essa canção também
Corrói como convém
O coração de quem não ama

Predomina na letra da música a função de linguagem: