TEXTO
— Alô, o tatu tá aí?
— Não. O tatu não tá.
— Mas a mulher do tatu tando é o mesmo do tatu tá.
A partir da análise dos elementos do texto acima é possível afirmar que o textoé:
TEXTO
A partir da análise dos elementos constitutivos do textopode-se afirmar que este possui como objetivo principal:
Observe a frase: “Ela deverá voltar”.
A locução verbal pode ser substituída, sem alteração semântica, por um verbo simples, assinale-o:
O poema ‘Realidade’ refere-se à questão. Leia e responda o que se pergunta sobre o mesmo:
Realidade
Existe, sim, menina,
Tudo: disco-voador,
Oitavo sentido, utopia,
Pedra filosofal,....
Que surgem do nada.
Mas existirá
Coração em cada corpo?
Sim, não, n.d.a.?
No contexto inicial do poema, o eu lírico expressa uma certeza de que tudo existe.
A expressão ou palavra que confirma essa certeza é?
Observe a charge a seguir:
Tendo em vista a crise ecológica, registra-se, na charge, uma crítica favorável ao emprego
Texto
O verbo ''ter'', em ''E o que a senhora tem?'', desencadeia o fenômeno da ambiguidade, na pergunta, responsável pelo tom humorístico da charge.
Os sentidos apreendidos pelos personagens são, respectivamente:
Texto
O PULSO
Peste bubônica câncer pneumonia
Raiva rubéola tuberculose anemia
Rancor cisticercose caxumba difteria
Encefalite faringite gripe leucemia
O pulso ainda pulsa
O pulso ainda pulsa
Hepatite escarlatina estupidez paralisia
Toxoplasmose sarampo esquizofrenia
Úlcera trombose coqueluche hipocondria
Sífilis ciúmes asma cleptomania
O pulso ainda pulsa
O pulso ainda pulsa
Reumatismo raquitismo cistite disritmia
Hérnia pediculose tétano hipocrisia
Brucelose febre tifoide arteriosclerose miopia
Catapora culpa cárie câimbra lepra afasia
E o pulso ainda pulsa
O corpo ainda é pouco
Os recursos sonoros, ou fônicos, contribuem para reforçar ou recriar elementos significativos. No verso "Encefalite faringite gripe leucemia" (v.4) e, no fragmento de verso "catapora culpa cárie câimbra ..." (v.16), destacam-se, respectivamente, as figuras:
Texto
BECOS DA MEMÓRIA
A barriga de Ditinha cresceu. Beto estava com
treze anos. Ela temia pelo futuro de Beto. E depois
vieram o Zé, o Nico. A mesma coisa, ela só faltou
tomar o diabo em pó para abortar, entretanto a
[5]barriga crescia. Na última gravidez, ela já sabendo
que remédios, chás de nada adiantavam, pois tinha
o organismo forte, de mulher parideira, Ditinha foi
mais longe. Maria Cosme não era escrupulosa
como Vó Rita. Maria Cosme enfiou uma sonda por
[10] dentro de Ditinha. A sonda ficou lá dentro quase
dez dias, até que numa manhã ela começou a
sangrar. Sangrou tanto que foi parar no hospital.
Os médicos queriam que ela dissesse o nome da
“fazedeira de anjinhos”. Ela não disse mesmo; pelo
[15] contrário, se preciso fosse, se pudesse, até
esconder Maria Cosme, ela esconderia. Tiveram
que retirar o útero e o ovário de Ditinha. Ela
respirou aliviada, pelo menos não criaria barriga
mais nunca.
[20] Quando Ditinha chegou ao seu barraco, Beto e Zé
não estavam em casa. Mandou que Nico fosse
atrás deles; o menor voltou chorando e sozinho.
Estava tão cansada, olhou o pai paralítico e viu
seus olhos vermelhos, congestionados de cachaça.
[25] O velho pediu mais, ela deu.
EVARISTO, Conceição. Becos da memória. Rio e Janeiro: Pallas, 2017. p.102-103.O período “Sangrou tanto que foi parar no hospital” (linha 12) expressa relação semântica de
Em 2011, um estudo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP) estimou que o total de espécies na Terra é de 8,7 milhões, com uma margem de erro de mais ou menos 1,3 milhões. Cerca de 6,5 milhões dessas espécies são encontradas na terra e 2,2 milhões, nos oceanos. O relatório também sugere que 86% de todas as espécies terrestres e 91% das marinhas ainda não foram descobertas, descritas ou catalogadas.
Disponível em: http://www.oeco.org.br/dicionario-ambiental/ 28548-o-que-e-biodiversidade/Adaptado.O panorama apresentado no texto demonstra
Texto
BECOS DA MEMÓRIA
A barriga de Ditinha cresceu. Beto estava com
treze anos. Ela temia pelo futuro de Beto. E depois
vieram o Zé, o Nico. A mesma coisa, ela só faltou
tomar o diabo em pó para abortar, entretanto a
[5]barriga crescia. Na última gravidez, ela já sabendo
que remédios, chás de nada adiantavam, pois tinha
o organismo forte, de mulher parideira, Ditinha foi
mais longe. Maria Cosme não era escrupulosa
como Vó Rita. Maria Cosme enfiou uma sonda por
[10] dentro de Ditinha. A sonda ficou lá dentro quase
dez dias, até que numa manhã ela começou a
sangrar. Sangrou tanto que foi parar no hospital.
Os médicos queriam que ela dissesse o nome da
“fazedeira de anjinhos”. Ela não disse mesmo; pelo
[15] contrário, se preciso fosse, se pudesse, até
esconder Maria Cosme, ela esconderia. Tiveram
que retirar o útero e o ovário de Ditinha. Ela
respirou aliviada, pelo menos não criaria barriga
mais nunca.
[20] Quando Ditinha chegou ao seu barraco, Beto e Zé
não estavam em casa. Mandou que Nico fosse
atrás deles; o menor voltou chorando e sozinho.
Estava tão cansada, olhou o pai paralítico e viu
seus olhos vermelhos, congestionados de cachaça.
[25] O velho pediu mais, ela deu.
EVARISTO, Conceição. Becos da memória. Rio e Janeiro: Pallas, 2017. p.102-103.O fragmento de Becos da memória, de Conceição Evaristo, apresenta o discurso indireto livre em