Leia o texto abaixo para responder à questão.
Fim da pobreza extrema é crucial para um futuro sustentável, diz chefe da ONU.
Um futuro sustentável para todos é improvável, a menos que a globalização beneficie todas as crianças, suas famílias e comunidades, afirmou o secretário-geral da ONU, António Guterres, em sua mensagem para o Dia Internacional pela Erradicação da Pobreza, nesta quinta-feira (17). Observada a cada 17 de outubro, a data reconhece o esforço e a luta de mais de 700 milhões de pessoas em todo o mundo que vivem com menos de 1,90 dólar por dia.
Guterres observou que o foco da data este ano é “agir em conjunto para capacitar crianças, suas famílias e comunidades a acabar com a pobreza”, uma vez que a data ocorre durante o trigésimo aniversário da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança.
Ele disse que as crianças têm duas vezes mais chances de viver em extrema pobreza do que os adultos, o que as condena a “desvantagens ao longo da vida” e perpetua “uma transferência intergeracional de privações”. Além disso, as crianças de hoje viverão com o que o chefe da ONU descreveu como “as consequências devastadoras das mudanças climáticas”, a menos que sejam tomadas medidas agora.
Disponível em: https://nacoesunidas.org/fim-da-pobreza-extrema-e-crucial-para-umfuturo-sustentavel-diz-chefe-da-onu/. Acesso em: 18 out.2019. (Adaptado)O texto acima, publicado no site das Nações Unidas, pertence ao gênero
Leia o texto a seguir.
Se desde sempre abundaram as cozinheiras, também é verdade que os grandes nomes da arte culinária foram quase sempre do sexo masculino. Imagem estereotipada ou não, certo é que, por toda a Europa, a cozinheira esteve associada à confecção dos pratos tradicionais e saborosos, que se repetiam sem perspectivas de inovação, enquanto o cozinheiro era o artista artesão, dotado de espírito inventivo. Assim se compreende que o século XIX tenha assistido, um pouco por todo o lado, a diferenciação clara entre o cozinheiro profissional, omaître, e o cozinheiro doméstico, frequentemente uma cozinheira, e que na atualidade essa divisão tenha assumido algum radicalismo.
BRAGA, I. M. M. R. D.; PILLA, M. C. B. A. Rosa Maria para a elite, Rosa Maria para o povo. Culinária brasileira e culinária portuguesa na primeira metade do século XX. Revista de História, n. 177, 2018, p. 4. (Adaptado).O paradoxo apresentado no texto se explica pela
O diretor de um hospital dispõe de 5 médicos, 4 enfermeiros e 4 atendentes para escalar uma equipe de plantão. A equipe será formada por 2 médicos, 3 enfermeiros e 2 atendentes, porém, um médico será destinado para a UTI e o outro ficará no prontosocorro.
O número de equipes diferentes que o diretor poderá formar é
Em Quase todos: segredos de uma vida, de Marildes Gomes, na crônica Lixo de enxurrada, a narradora rememora uma enchente do Rio Grande, em Barreiras, carregando vários objetos. Eis o fragmento: “[...] a observar a enchente, em cuja corredeira desciam toras de pau, gravetos, cobra, porco, até vaca. A correnteza levava tudo. Mas o lixo mesmo é que era engraçado. Eu ali a admirar e analisar a cheia e fazendo comparações de minha vida com o lixo.” (2012, p. 71).
O fragmento dado e as considerações advindas da rememoração mostram
O conto O colocador de pronomes, da coletânea Negrinha, de Monteiro Lobato, trata tematicamente de:
TEXTO
Cosendo os pontos do dia
Põe-se a mesa a cada refeição. A cada refeição tira-se a mesa. Lava-se o copo, lavam-se os cabelos. A roupa também se lava. A escova esfrega a parte renitente.
Desço da cama e ando. Descalça meu pé fica sujo. Lavo o pé, calço o sapato e ando. Vou até ali e volto. Vou até a esquina e volto. Vou até a cidade e volto. Vou e volto.
O prato na mesa, o talher do lado, o talher do outro, o copo na frente. Tomates e cebolas. Depois a sobremesa. Por último, o café.
O conectivo em destaque no segundo parágrafo do Texto, repetidamente, marca no trecho a:
O texto a seguir refere-se a questão.
MOTIVO
Eu canto porque o instante existe
E a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
Sou poeta.
Irmão das coisas fugidias,
Não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
No vento.
Se desmorono ou se edifico,
Se permaneço ou me desfaço,
– não sei, não sei. Não sei se fico
Ou passo.
Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
– mais nada.
No verso “Eu canto porque o instante existe”, o vocábulo porque funciona como uma conjunção:
Leia a tira a seguir e marque a alternativa correta:
No texto em estudo, Laerte usou como estratégia para a construção do humor:
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Fim da pobreza extrema é crucial para um futuro sustentável, diz chefe da ONU.
Um futuro sustentável para todos é improvável, a menos que a globalização beneficie todas as crianças, suas famílias e comunidades, afirmou o secretário-geral da ONU, António Guterres, em sua mensagem para o Dia Internacional pela Erradicação da Pobreza, nesta quinta-feira (17). Observada a cada 17 de outubro, a data reconhece o esforço e a luta de mais de 700 milhões de pessoas em todo o mundo que vivem com menos de 1,90 dólar por dia.
Guterres observou que o foco da data este ano é “agir em conjunto para capacitar crianças, suas famílias e comunidades a acabar com a pobreza”, uma vez que a data ocorre durante o trigésimo aniversário da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança.
Ele disse que as crianças têm duas vezes mais chances de viver em extrema pobreza do que os adultos, o que as condena a “desvantagens ao longo da vida” e perpetua “uma transferência intergeracional de privações”. Além disso, as crianças de hoje viverão com o que o chefe da ONU descreveu como “as consequências devastadoras das mudanças climáticas”, a menos que sejam tomadas medidas agora.
Disponível em: https://nacoesunidas.org/fim-da-pobreza-extrema-e-crucial-para-umfuturo-sustentavel-diz-chefe-da-onu/. Acesso em: 18 out.2019. (Adaptado)No primeiro enunciado do texto, a locução conjuntiva “a menos que” indica que beneficiar todas as crianças, suas famílias e comunidades é uma
Leia a crônica de Rubem Alves a seguir para responder à questão
Fui convidado a fazer uma preleção sobre saúde mental. Os que me convidaram supuseram que eu, na qualidade de psicanalista, deveria ser um especialista no assunto. E eu também pensei. Tanto que aceitei. Mas foi só parar para pensar para me arrepender. Percebi que nada sabia. Eu me explico. Comecei o meu pensamento fazendo uma lista das pessoas que, do meu ponto de vista, tiveram uma vida mental rica e excitante, pessoas cujos livros e obras são alimento para a minha alma. Nietzsche, Fernando Pessoa, Van Gogh, Wittgenstein, Cecília Meireles, Maiakovski. E logo me assustei. Nietzsche ficou louco. Fernando Pessoa era dado à bebida. Van Gogh matou-se. Wittgenstein alegrou-se ao saber que iria morrer em breve: não suportava mais viver com tanta angústia. Cecília Meireles sofria de uma suave depressão crônica. Maiakoviski suicidou-se. Essas eram pessoas lúcidas e profundas que continuarão a ser pão para os vivos muito depois de nós termos sido completamente esquecidos. Mas será que tinham saúde mental? Saúde mental, essa condição em que as idéias comportam-se bem, sempre iguais, previsíveis, sem surpresas, obedientes ao comando do dever, todas as coisas nos seus lugares, como soldados em ordem unida, jamais permitindo que o corpo falte ao trabalho, ou que faça algo inesperado; nem é preciso dar uma volta ao mundo num barco a vela.
Disponível em: http://www.egov.ufsc.br/portal/conteudo/sa%C3%BAde-mental-porrubem- alves. Acesso em: 6 maio 2019. (Adaptado).No período “Wittgenstein alegrou-se ao saber que iria morrer em breve: não suportava mais viver com tanta angústia”, os dois pontos podem ser substituídos, sem que isso altere o sentido do todo, por