AprendiAprendi
PortuguêsUFVJM2019

Um engenheiro indicou uma redução no pote cilíndrico de um dos produtos de uma empresa. O conteúdo contido no pote atualmente utilizado deverá ser distribuído em potes também cilíndricos, em que a base dos

novos potes possui 1/2do raio e 1/3 da altura do pote atualmente utilizado.

A quantidade de potes novos necessários para substituir um pote atual é:

PortuguêsUFVJM2015

Leia este texto e responda as questão.

Texto IV
Dá pra desenhar?

Segundo o editor Carlos Andreazza, que lançou a campanha pela 'maioridade intelectual', vivemos o 'triunfo total da não-leitura'.

Quando abro a porta de meu apartamento dou de cara com uma estante cheia de livros, meus troféus. Ali estão meus favoritos da literatura brasileira, João Ubaldo, Veríssimo, Rubem Fonseca, Nelson Rodrigues, Cony, e também os estrangeiros, Saramago, Roth, Dostoievski, Tchekhov e muitos outros.
No quarto de meu filho a galeria de troféus aumenta um pouco a cada mês, somando-se ao folclore brasileiro e gibis da Turma da Mônica e Batman estórias da porquinha Olivia em português e espanhol e clássicos da literatura estrangeira, como The cat in the hat. A escola faz a sua parte, o troca-troca de livros entre os colegas e a ida semanal à biblioteca garante que, pelo menos, dois livros sejam lidos fora do horário de estudos formal, geralmente à hora de deitar para dormir.
Damos importância ao livro e, sobretudo, à leitura. Cultivamos o hábito da leitura, cultivamos o intelecto, a leitura como instrumento para a autonomia, para a construção da própria trajetória de vida, para a compreensão e interpretação do mundo que nos cerca a partir do nosso ponto de vista, e não de terceiros, uma empobrecida leitura mastigada, enviesada e, muitas vezes, coalhada de preconceitos e estereótipos.
Por outro lado, vivemos o “triunfo total da não-leitura”, conforme afirma o editor de não-ficção e literatura brasileira da Editora Record, Carlos Andreazza, que resolveu lançar a campanha pela “maioridade intelectual”, uma provocação à onda dos livros de colorir. Andreazza diz que, hoje, somos obrigados a falar redundâncias bárbaras como “livro para ler”. Uma piada de mau gosto porque livro pressupõe leitura.
Fonte: GRUMAN, Marcelo. Dá pra desenhar?, 2015. Disponível em <http://cartamaior.com.br/?/Editoria/Cultura/Da-pra-desenhar-/39/33645>. Adaptado. Acesso em 07/06/2015. Adaptado.

A presença do conector “por outro lado” no quarto parágrafo expressa que o au

PortuguêsUFVJM2016

Ponciá Vicêncio gostava de ficar sentada perto da janela olhando o nada. Às vezes, se distraía tanto que até se esquecia da janta e, quando via, o seu homem estava chegando do trabalho. Ela gastava todo o tempo com o pensar, com o recordar. Relembrava a vida passada, pensava no presente, mas não sonhava e nem inventava nada para o futuro. O amanhã de Ponciá era feito de esquecimento.

Fonte: EVARISTO, C. Ponciá Vicêncio. Belo Horizonte: Maza Edições, 2003. P. 19 (Adaptado)

A partir do trecho do romance em destaque, é correto afirmar que

PortuguêsUFVJM2017

Leia o texto III para resolver aquestão

Texto III

A notícia a seguir foi publicada no site Sensacionalista.com em 07/05/2010.

“Um dos maiores sites do mundo publica notícia do Sensacionalista como se fosse real

Um dos maiores sites do mundo publica notícia do Sensacionalista como se fosse real. O Gizmodo, um dos maiores blogs do mundo, publicou a notícia da mulher que engravidou vendo um filme 3D, do Sensacionalista, como se fosse real. A nota entrou no ar hoje às 4h07 da manhã e pouco tempo depois, alertado por comentários de leitores, o Gizmodo publicou um adendo explicando que a notícia tinha sido publicada por este jornal de humor.
Apesar de estapafúrdia, a notícia que foi publicada no Sensacionalista há três dias e já foi lida por cerca de 150 mil pessoas, acabou reproduzida por vários sites nacionais e estrangeiros como se fosse real. Um jornal português, I, também publicou a história. Horas depois, o I publicou uma errata em seu site afirmando que o Sensacionalista é “um jornal brasileiro que publica notícias falsas”. Não é. O Sensacionalista é um jornal de humor.
O Sensacionalista é um site de humor e não tem a intenção de espalhar boatos na internet. Todas as páginas do site tem uma assinatura dizendo que as notícias são fictícias e que o objetivo é meramente humorístico. O próprio nome do site já indica que o seu conteúdo não é confiável. O Sensacionalista lamenta eventuais transtornos que possa ter causado a editores e repórteres.”
Fonte: https://www.sensacionalista.com.br/2010/05/07/ umdosmaioressitesdomundopublicanoticiadosensacionalistacomosefossereal/ Acesso em: 27/04/2017

A partir da leitura do texto, é CORRETO afirmar que:

PortuguêsUFVJM2019

Este trecho é o início da biografia de Geralda Barbosa Pinto, moradora da comunidade "Padre João Afonso, escrita por Layane Vieira Barbosa, como parte do livro "Padre João Afonso: traços e laços de uma comunidade do campo".Utilize-o como base para a resolução a questão.

GERALDA BARBOSA PINTO

"Trago em mim a simplicidade, eu sou aquilo que a vida me ensinou... Sou sentimento, sou do campo, sou do povo, sou os versos de um caipira sonhador!" Robson Ruas

Geralda Barbosa Pinto, nascida em 27 de fevereiro de 1934 na Fazenda Beira do Suaçuí, município de Paulistas, relata sua história de vida com orgulho estampado na face. Em uma quarta-feira, às quatro horas da tarde, nasce uma bela moça, a caçula de sete irmãos. Disse: ―E eu sô uma caçulinha bem novinha, só 83 anos (risos)." [...]

Fonte: BARBOSA, L. V. Geralda Barbosa Pinto. In: PEREIRA, D. N.; SILVA, H. M.; MENDES, M. T. (Orgs.) Padre João Afonso: traços e laços de uma comunidade do campo. Diamantina: UFVJM. 2018

A partir da leitura desse trecho, é correto afirmar que:

PortuguêsUFVJM2014

Texto III

“Driblar a censura foi um aprendizado para todos os artistas e intelectuais que, a partir de 1964, se engajaram na resistência ao regime militar. Os que estavam vinculados à música popular encontraram nas letras das canções uma forma de protesto, quase sempre se valendo de metáforas, na tentativa de despistar o olhar vigilante da ditadura. Houve também uma mudança de foco da produção cultural brasileira, que antes do golpe buscava, como se dizia à época, ‘despertar a visão crítica e promover o protagonismo’ das classes populares.”

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2014-03/artistas-precisaram-usar-metaforas-paracriticar-o-regime-militar. (Trecho do texto) Acesso em: 15 de abril de 2014.

Esse texto apresenta a metáfora como um artifício usado pelos intelectuais, durante o regime militar, como forma de protesto ao abuso de poder instaurado.

A metáfora é uma figura de linguagem que tem como marca

PortuguêsUFVJM2017

Leia o texto II para responder à questão

Texto II
“vc é o ar q respiro” é a pior declaração de amor q se pode ouvir em São Paulo.
Fonte: SÁ, Xico. Clássicos da Twitteratura Brasileira - @xicosa. São Paulo: Suzano Papel e Celulose, 2010.

A interpretação de um texto depende de diversos fatores, dentre eles a identificação da esfera comunicativa e das condições de produção. Sobre esses aspectos em relação ao texto II, é CORRETO afirmar que:

PortuguêsUFVJM2017

Leia o texto I para responder à questão

Texto I
'Eu tenho resistido o quanto posso', diz Temer a parlamentares

Brasília, 18 - Ao agradecer o apoio que os parlamentares têm dado ao governo e apelar pela aprovação da reforma da Previdência, no café da manhã, no Palácio da Alvorada, o presidente Michel Temer disse que "o governo só resistiu porque nós estamos trabalhando juntos, o Executivo e o Legislativo". E desabafou: "Eu tenho resistido o quanto posso."
Em seguida, sem se referir diretamente às investigações da Operação Lava Jato, que atingiram todos os setores, Temer emendou: "não podemos nos acoelhar". Ele reconhece que existe uma "situação delicada", mas ressalvou: "(Situação) delicada, deixemos para o Judiciário e, no mais, o Executivo e o Legislativo trabalham". (...)
Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2017/04/18/interna_politica,863090/ eu-tenho-resistido-o-quanto-posso-diz-temer-a-parlamentares.shtml. Acesso em 18 de abril de 2017. Adaptado.

A alternância entre o uso da primeira pessoa do singular em “Eu tenho resistido o quanto posso” e da primeira pessoa do plural em “não podemos nos acoelhar” pelo locutor, no texto I, tem como efeito de sentido:

PortuguêsUFU2018

Há uma pequena árvore na porta de um bar, todos passam e dão uma beliscada na desprotegida árvore. Alguns arrancam folhas, alguns só puxam e outros, às vezes, até arrancam um galho. O homem que vive na periferia é igual a essa pequena árvore, todos passam por ele e arrancam-lhe algo de valor. A pequena árvore é protegida pelo dono do bar, que põe em sua volta uma armação de madeira; assim, ela fica segura, mas sua beleza é escondida. O homem que vive na periferia, quando resolve buscar o que lhe roubaram, é posto atrás das grades pelo sistema. Tentam proteger a sociedade dele, mas também escondem sua beleza.

FERRÉZ. Capão Pecado. São Paulo: Labortexto, 2000.

Tomada, isoladamente, a proposição “Tentam proteger a sociedade dele” poderia ser considerada ambígua. Para explicitar o sentido que essa oração assume no contexto em que foi empregada, a expressão “a sociedade dele” deve ser substituída por

PortuguêsUFU2014

Foi o bode!

Algumas pessoas parecem verdadeiros mestres na arte de fazer com que os outros se sintam culpados. “E para isso empregam estratégias cognitivas complexas, ainda não suficientemente estudadas no âmbito psicossocial”, diz a doutora em psicologia com formação em filosofia Maria Miceli, pesquisadora do Instituto de Ciência e Tecnologia da Cognição (ISTC), na Itália. No âmbito pessoal, quando apontamos o responsável por algo ruim aparentemente nos preservamos, colocamos o “mal” fora de nós. “Num nível mais amplo, estratégias de culpabilização contribuem para o aprendizado e interiorização de normas sociais, além de funcionar como instrumento para exercitar o próprio poder sobre o outro”, afirma Miceli.

Em muitas famílias e até empresas cultiva-se a cultura do “bode expiatório”: alguém, nem sempre a mesma pessoa em todas as ocasiões, tem de arcar com o peso do erro. Na tradição judaica, durante a cerimônia do Yom Kippur, animais eram sacrificados no templo ou deixados sós na natureza, sem água ou alimento. Simbolicamente, seu sofrimento expiaria os pecados dos homens – daí o uso do termo quando uma única pessoa é culpabilizada por todo o grupo.

CICERONE, Paola. Foi o bode!. Mentecérebro. São Paulo: Ediouro Duetto Editorial. Ano XX, n. 253, fev., 2014. p. 29. (fragmento adaptado)

Segundo o texto, a expressão “bode expiatório” decorre da relação estabelecida entre fazer alguém arcar com o peso de um erro que não foi seu ou apenas seu e o sacrifício de animais na cultura judaica como forma de expiação dos pecados dos homens. Esse tipo de explicação se sustenta sobre o mecanismo discursivo da