AprendiAprendi
PortuguêsUFAL2014

A questão refere-se ao texto abaixo.

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

Os avanços das tecnologias da informação e comunicação denominadas neste contexto de contemporâneas vêm possibilitando novas compreensões sobre as possibilidades de ensinar e aprender, baseadas em recursos que ligam, conectam e produzem relações entre os sujeitos. Nesse sentido, a Educação a Distância (EaD) vem se tornando uma discussão fundamental para se refletir a educação numa sociedade cada vez mais interconectada por redes tecnológicas. Os desafios postos diante da EaD têm sido cada vez mais evidenciados e podem ser percebidos através da crescente abordagem do tema nos diferentes fóruns de discussão educacional.

A EaD não é uma modalidade recente de educação. Ela é utilizada há muitos anos, no Brasil, com o apoio de tecnologias como o rádio e o material impresso. Contudo, passa por reformulações devido à emergência e utilização cada vez mais constante das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC).

Graças às tecnologias que dão acesso, em qualquer lugar do globo, à informação e ao conhecimento em tempo real, dizer que se está na era da informação e do conhecimento, em uma sociedade em processo de mudança do puro capital para o conhecimento construído coletivamente, significa considerar que a produção do conhecimento propõe uma nova forma de organização social, bem como uma nova forma de pensar coletivo. Ou seja, a sociedade está caminhando para ser sustentada, proeminentemente, pela produção, pela transferência, uso e armazenamento de informação e de conhecimento de maneira mais aberta e colaborativa como propõe a teoria construtivista [...].

ARAGÃO, Cláudia Regina Dantas. Educação a distância Contextualização da EaD1. Disponível em: . Acesso em: 10 jun. 2014.

No texto, verifica-se que a autora utiliza

PortuguêsUFAL2014

A questão refere-se ao texto abaixo.

Como se dar bem no speed dating

Três dicas para aumentar as chances de uma boa relação

Avalie os perfis

Antes de participar de uma rodada, descubra quem são os investidores que estarão do outro lado da mesa. Em que tipo de negócio eles costumam fazer aportes e o que valorizam em uma startup?

Fale de você

Seja objetivo: deixe claro quais são seus resultados e como planeja crescer. “Uma boa ideia é entregar aos investidores um cartão que resuma os principais dados da empresa”, afirma Guilherme Junqueira, diretor executivo da Associação Brasileira de Startups.

Valorize seu passe

Não se esqueça de falar sobre os projetos bem-sucedidos e de mencionar se já recebeu propostas de investidores. Mostre números para comprovar os bons resultados.

PEQUENAS EMPRESAS & GRANDES NEGÓCIOS. maio 2014, nº 304, p. 110.

No texto, o principal objetivo do anunciante é convencer seus interlocutores ou leitores a fazer algo. Para alcançar tal objetivo, utiliza-se do frequente emprego de verbos no imperativo.

Nesse texto, predomina, portanto, a função

PortuguêsUFAL2014

A questão refere-se ao texto abaixo.

Na dieta das proteínas puras autorizei todos os peixes dos mais magros aos mais gordurosos. Com o tempo, aceitam-se os animais de carne gordurosa, pois os peixes azuis dos mares frios, como o salmão, a sardinha, o carapau e o atum, são alimentos de muito prestígio, com imenso poder de proteção ao coração e aos vasos, cujo teor em gordura não excede o de um lombo de boi.

DUKAN, Pierre. Eu não consigo emagrecer. Rio de Janeiro: Best Seller, 2012, p. 133

Ao apresentar os peixes na dieta de proteínas, o autor utilizou

PortuguêsIMEPAC2020

Read the text and answer question.

1,000 Days Help Shape a Lifetime

The time from conception to age two is the most critical period of development in the life of any individual.

During these 1,000 days, the foundation is laid in a child’s brain for processing information, learning language, developing and enhancing motor skills and other functions that are critically important later in life.

If children and their mothers do not get proper nutrition in those critical 1,000 days, we have missed our opportunity to help ensure those children reach their full potential. Unfortunately this happens all too often.

Stunting the World’s Potential

Stunting is what happens to a child’s brain and body when they don’t get the right kind of food or nutrients, particularly in the 1000 days between conception and their second birthday. Stunted children have a low height for age but it goes beyond just physical height – organs may not fully develop and cognitive development may suffer

The damage can be irreversible. That child may never learn, nor earn, as much as they could have if properly nourished in early life.

162 million children in the world are stunted with life-long consequences including weakened immune systems, and a risk of not reaching their full potential.

“Stunted” is really just code for lost potential – lost to the person, lost to their families and communities, and lost to the world.

The fight against poverty can never be won while entire generations are stunted, and with their development potential limited because they don’t have access to good nutrition, as well as prevention and treatment to common childhood illnesses.

Nutrition International’s belief that simply surviving is not enough drives our work in Child Health, Growth and Development. We want to increase the number of children, particularly those under the age of two, who thrive by making sure they get the essential vitamins and minerals they need to promote their optimal health, growth and development.

Our work in this area includes Infant and Young Child Nutrition and iron supplementation for children.

Available at: . Accessed on: September 2nd, 2019.

The text brings the main idea that

PortuguêsIMEPAC2017

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Alemanha não se responsabilizou por escândalo da Volks

Em setembro de 2015, a Volkswagen admitiu ter instalado em cerca de 11 milhões de veículos a diesel mundo afora um software capaz de driblar testes de controle de emissões de gases responsáveis pelo efeito estufa. O escândalo ficou conhecido como “Dieselgate”.

Com o programa, os motores indicavam ser mais limpos do que eram de fato nas ruas. Até agora, o imbróglio judicial já custou mais de € 20 bilhões à Volkswagen, cujo ex-diretor-executivo está sendo investigado.

A Alemanha não se responsabilizou em nenhum momento pela recuperação moral e financeira da empresa, mesmo quando esta afetou a imagem do setor e seu mercado financeiro global. Vale ressaltar que o país é conhecido mundialmente pela força de sua indústria automobilística.

A revelação lançou a empresa em uma das piores crises de seus 80 anos de história e afetou outras montadoras, apesar de não haver acusações contra elas. Na França, as ações da Peugeot e da Renault também caíram.

Na Alemanha, um automóvel é mais que só uma caixa de metal sobre quatro rodas. Isso acontece porque o país se orgulha de seus carros: são símbolos de confiabilidade, perícia técnica e engenharia. Lá, estima-se que um em cada sete empregos esteja de alguma forma vinculado à indústria automobilística e o escândalo dessa montadora respingou direta ou indiretamente em mais de 30% da população.

JORNAL DO BRASIL. Alemanha não se responsabilizou por escândalo da Volks. Jornal do Brasil. Disponível em: . Acesso em: 4 abr. 2017 (Adaptação).

Releia o trecho a seguir.

“Na Alemanha, um automóvel é mais que só uma caixa de metal sobre quatro rodas. Isso acontece porque o país se orgulha de seus carros: são símbolos de confiabilidade, perícia técnica e engenharia. Lá, estima-se que um em cada sete empregos esteja de alguma forma vinculado à indústria automobilística e o escândalo dessa montadora respingou direta ou indiretamente em mais de 30% da população.”

Sobre esse parágrafo, não se pode afirmar:

PortuguêsIMEPAC2016

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Mesa para todos

Os dados, divulgados pela primeira vez em 2013, continuam chocantes. Segundo as Nações Unidas, um terço dos alimentos produzidos pela humanidade é descartado. Nos países pobres, por problemas com armazenamento e transporte. Nos ricos, por razões estéticas ou pelo mau hábito de se comprar mais que o necessário. (O Brasil, com sua histórica desigualdade socioeconômica, aparece nos dois contextos.) Tal desperdício é um escândalo brutal e silencioso em um mundo no qual cerca de 800 milhões de pessoas não têm garantia de alimento disponível todos os dias. Em escala global, jogam-se fora 1,3 bilhão de toneladas de comida por ano, montante que daria para alimentar mais que o dobro desse contingente de vulneráveis.

“O desperdício de comida é moralmente intolerável”, diz Elizabeth Royte, autora da reportagem de capa desta edição. A jornalista observa ainda em seu precioso texto que plantar e não consumir implica também num tremendo desperdício de água, combustível e outros insumos – surge, a reboque, o problema ambiental.

Elizabeth nos apresenta pessoas dispostas a mudar isso. O britânico Tristram Stuart viaja mundo afora em busca de produtores e vendedores, recolhendo deles frutas, legumes e verduras, com os quais mobiliza outros ativistas na preparação de festivos e didáticos banquetes públicos. O boa-praça Tristam é daqueles que, tipicamente, fazem muito barulho, necessário barulho – sempre o primeiro passo para que medidas mais abrangentes, envolvendo governos e mercados, sejam tomadas.

RIBEIRO, Ronaldo. Mesa para todos. National Geographic. 26 fev. 2016. Disponível em: . Acesso em: 3 mar. 2016 (Adaptação).

Pelo que se pode depreender da leitura desse texto, é possível verificar que se trata de:

PortuguêsIMEPAC2019

Leia este trecho da letra da canção “Traga-me para a vida” do grupo de rock Evanescence para responder a questão.

[...]


Sem uma alma, meu espírito está dormindo em algum
lugar frio
Até que você o encontre lá e o leve de volta pra casa


(Acorde-me)
Acorde meu interior
(Não consigo acordar)
Acorde meu interior
(Salve-me)
Chame meu nome e salve-me da escuridão


(Acorde-me)
Faça meu sangue correr
(Não consigo acordar)
Antes que eu me desfaça
(Salve-me)
Salve-me desse nada que me tornei


[...]

LEE, Amy; MOODY, Ben: HODGES, David. Bring me to life. Intérprete: Evanescence. In: Fallen. Rio de Janeiro: Sony, 2003.

Na canção “Traga-me para a vida”, empregou-se, de modo informal, o termo “pra” em lugar de “para”, que é, normalmente, usado em textos escritos formais.

Observe a seguir a reescrita de alguns trechos dessa canção em que houve transformação da linguagem formal em informal.

O único trecho em que há alteração de sentido na reescrita, permanecendo o nível de linguagem, é:

PortuguêsIMEPAC2020

Texto

Podcasts: quem são, onde vivem, o que comem

Cora Rónai

Sou mais leitora do que ouvinte; de todos os formatos de
informação de que dispomos, o texto continua sendo o meu
favorito, disparado. Por isso, talvez, tenha demorado tanto
a me entender com o formato dos podcasts.

[05] Hoje, porém, podcasts fazem parte da minha rotina.

Não só porque os ouço, mas também porque passei a fazer
um. A ideia foi da Isabella Saes, minha parceira nas tardes
de quinta-feira num programa que fizemos em rádio ao longo do ano passado.

[10] Agora, uma vez por semana, nos encontramos lá em casa
e, na medida em que os gatos permitem — eles derrubam
o gravador, deitam em cima dos textos e fazem toda a espécie de cena de ciúme — gravamos cerca de uma hora
de conversa. Sobre política, livros, séries, meio ambiente,
[15] a vida em geral. Não é uma conversa fiada tirada do chapéu, no vai da valsa: procuramos assunto, temos reunião
de pauta e até uma produtora talentosa e dedicada, a Juliana Zurli.

Mas não há mistério. Podcasts são programas de áudio que
[20] ficam na nuvem esperando o momento de ser baixados e
ouvidos, como se fossem uma grande rádio on demand.
Encontrar podcasts para ouvir é tão simples quanto encontrar qualquer outro conteúdo na rede: no iPhone basta recorrer ao velho ícone que está lá desde (quase) sempre, no
[25] Android é só baixar um aplicativo como o Google Podcasts
ou o PodBean, ou usar o Spotify

Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/podcasts-quem-sao- -onde-vivem-que-comem-23798308. Acesso em: 16 set. 2019.

O título “Podcasts: quem são, onde vivem, o que comem”, atribuído ao texto por Cora Rónai, cria a expectativa de que os podcasts sejam seres vivos com a intenção de

PortuguêsIMEPAC2020

Texto

Figurinhas viram febre nas mensagens de celular e inspiram debates sobre o futuro da comunicação

Para especialistas, estamos conversando mais e melhor

Jan Niklas e Luiza Barros

Febre do momento, as figurinhas (ou stickers, em inglês)
são o exemplo mais recente de como a tecnologia anda
criando ferramentas para nos comunicarmos – ou nos
trumbicarmos.

[05] Ao lado dos emojis, elas seduzem por serem divertidas,
fofas, criativas. Mas também por preencherem lacunas da
linguagem verbal.

– A escrita sempre tentou trazer um pouco da oralidade,
usando sinais como o ponto de exclamação e reticências.
[10] Mas, nesse aspecto, sempre foi limitada – reconhece a
professora da Faculdade de Letras da UFMG Vera Menezes. – Com emojis e stickers, você transmite com facilidade a ironia, a brincadeira.

Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/figurinhas-viram-febre- -nos-celulares-inspiram-debates-sobre-futuro-da-comunicacao-23772274. Acesso em: 18 set. 2019.

O texto apresenta, predominantemente, uma estrutura

PortuguêsIMEPAC2016

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Mesa para todos

Os dados, divulgados pela primeira vez em 2013, continuam chocantes. Segundo as Nações Unidas, um terço dos alimentos produzidos pela humanidade é descartado. Nos países pobres, por problemas com armazenamento e transporte. Nos ricos, por razões estéticas ou pelo mau hábito de se comprar mais que o necessário. (O Brasil, com sua histórica desigualdade socioeconômica, aparece nos dois contextos.) Tal desperdício é um escândalo brutal e silencioso em um mundo no qual cerca de 800 milhões de pessoas não têm garantia de alimento disponível todos os dias. Em escala global, jogam-se fora 1,3 bilhão de toneladas de comida por ano, montante que daria para alimentar mais que o dobro desse contingente de vulneráveis.

“O desperdício de comida é moralmente intolerável”, diz Elizabeth Royte, autora da reportagem de capa desta edição. A jornalista observa ainda em seu precioso texto que plantar e não consumir implica também num tremendo desperdício de água, combustível e outros insumos – surge, a reboque, o problema ambiental.

Elizabeth nos apresenta pessoas dispostas a mudar isso. O britânico Tristram Stuart viaja mundo afora em busca de produtores e vendedores, recolhendo deles frutas, legumes e verduras, com os quais mobiliza outros ativistas na preparação de festivos e didáticos banquetes públicos. O boa-praça Tristam é daqueles que, tipicamente, fazem muito barulho, necessário barulho – sempre o primeiro passo para que medidas mais abrangentes, envolvendo governos e mercados, sejam tomadas.

RIBEIRO, Ronaldo. Mesa para todos. National Geographic. 26 fev. 2016. Disponível em: . Acesso em: 3 mar. 2016 (Adaptação).

Releia o trecho a seguir.

“[...] montante que daria para alimentar mais que o dobro desse contingente de vulneráveis.”

O tempo verbal destacado do trecho, nesse contexto, indica: