Veja a charge de Angeli, publicada em 2011 na Folha de São Paulo e assinale a alternativa que traz informações incorretas:
Com base no texto previamente lido, Venha ver o pôr-do-sol de Lygia Fagundes Telles, responda a questão.
Em:
"Pensei que viesse vestida esportivamente e agora me aparece nessa elegância! Quando você andava comigo, usava uns sapatões de sete léguas, lembra?”
Tomando-se por base o fragmento do conto, a palavra que tem sua classe morfológica incorreta é:
Tomando como referência a regra citada pelos personagens da tirinha abaixo, assinale a alternativa cujo vocábulo também foi modificado pela mesma regra.
Considere a pontuação nos seguintes trechos:
I – “[...] a taxa de desocupação chegou a 11,6% – a maior da série histórica iniciada em 2012 –, o equivalente a 11,6 milhões de desempregados.”
II – “[...] queda na população ocupada – com grupamentos importantes apresentando redução em seu contingente de trabalhadores – [...]”.
III “[...] – e da qualidade do emprego – [...]”.
Sobre os travessões é correto afirmar que foram utilizados:
Para responder aquestão, leia a charge abaixo:
Sobre a charge, é correto afirmar que, na fala dos garotos, ocorre:
Sabendo que a palavra QUE pode pertencer a várias categorias gramaticais, exercendo as mais diversas funções sintáticas, assinale a alternativa em que esse termo é morfologicamente classificado da mesma forma que no trecho “[...] os trabalhadores que perderam emprego”:
Aquestão refere-se ao texto de Rubem Braga que segue:
O PADEIRO
Levanto cedo, faço a higiene pessoal, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento − mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a ―greve do pão dormido. De resto não é bem uma greve, é um lockout, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.
Está bem. Tomo meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
– Não é ninguém, é o padeiro!
Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou por uma outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: ―não é ninguém, não senhora, é o padeiro. Assim ficara sabendo que não era ninguém...
Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação do jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão um dos exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.
Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estavam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi uma lição daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; ―não é ninguém, é o padeiro!. E assoviava pelas escadas.
(Rubem Braga, Ai de ti, Copacabana. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1960. Adaptado)Os vocábulos véspera, ninguém, saía e mágoa são acentuados, respectivamente, pelas mesmas regras de:
Com base no texto previamente lido, Venha ver o pôr-do-sol de Lygia Fagundes Telles, responda a questão.
O uso da vírgula NÃO se justifica pela mesma razão das demais alternativas em:
Para responder a questão, leia o texto a seguir:
“O espírito de liberdade, nascido com o homem livre por natureza, tem sido senhor de si mesmo desde que viu a luz do mundo. Suas forças e direitos quanto a ela foram sempre imprescritíveis, nunca finitos ou passageiros.(...) Desde o exato instante em que um monarca , piloto adormecido no regaço do ócio ou do interesse, nada faz pelo bem de seus vassalos, faltando com seus deveres, rompem-se também os vínculos de sujeição e dependência de seus povos. Este é o sentir de todo homem justo e a opinião dos verdadeiros sábios. (...) Nem o juramento de vassalagem que os americanos prestaram ao espanhol, nem a possessão por trezentos anos que este logrou na América, são razão suficiente para justificar a dominação. (...) Habitantes do Peru: se desnaturalizados e insensíveis assistiram, dia a dia , com rosto tranquilo e sereno, à desolação e os infortúnios de sua desgraça pátria, acordem agora da penosa letargia em que estiveram submersos, desapareça a penosa e funestanoite da usurpação e amanheça o claro e luminoso dia da liberdade”
(Bernardo de Mondego. “Dialogo entre Atahualpa y Fernando VII em los Campos Eliseos”, in Pesamiento político de la emancipación (1790-1825).O texto, de 1809, pode ser caracterizado como
Com base no texto previamente lido, Venha ver o pôr-do-sol de Lygia Fagundes Telles, responda a questão.
O modo verbal que predomina no texto é: