Por maioria, nós não entendemos uma quantidade relativa maior, mas a determinação de um estado ou de um padrão em relação ao qual tanto as quantidades maiores quanto as menores serão ditas minoritárias. Maioria supõe um estado de dominação. É nesse sentido que as mulheres, as crianças e também os animais são minoritários.
DELEUZE, G.; GUATTARI, F. Mil platôs. São Paulo: Editora 34, 2012 (adaptado).No texto, a caracterização de uma minoria decorre da existência de
Por maioria, nós não entendemos uma quantidade relativa maior, mas a determinação de um estado ou de um padrão em relação ao qual tanto as quantidades maiores quanto as menores serão ditas minoritárias. Maioria supõe um estado de dominação. É nesse sentido que as mulheres, as crianças e também os animais são minoritários.
DELEUZE. G.. GUATTARI, F Mit platós. São Paulo Editora 34, 2012 (adaptado)No texto, a caracterização de uma minoria decorre da
Fronteira. Condição antidemocrática de existência das democracias, distinguindo os cidadãos dos estrangeiros, afirma que não pode haver democracia sem território. Em princípio, portanto, nada de democracia sem fronteiras. E, no entanto, as fronteiras perdem o sentido no que diz respeito às mercadorias, aos capitais, aos homens e às informações que as atravessam. As nações não podem mais ser definidas por fronteiras rígidas. Será necessário aprender a construir nações sem fronteiras, autorizando a filiação a várias comunidades, o direito devoto múltiplo, a multilealdade.
ATTALI, J. Dicionário do século XXI. Rio de Janeiro: Record, 2001 (adaptado).No texto, a análise da relação entre democracia, cidadania e fronteira apresenta sob uma perspectiva crítica a necessidade de
Leia o texto a seguir.
A comparação dos números admitidos por Cunha Mattos com o dos anos de 1804 e 1809 mostraria que os progressos da população se fizeram muito menos sentir entre os brancos do que entre os negros e mulatos livres, o que provaria, como tudo o que me leva a crer, que o clima da América Tropical convém mais aos homens de cor do que à raça caucásica.
Em 2019, completaram-se 200 anos da passagem do viajante francês Auguste de Saint-Hilaire por Goiás.
No texto citado, ao analisar os dados demográficos sobre a população goiana, o francês corrobora a tese
“O modelo político de desenvolvimento que hoje se esboça no Brasil poderia ser chamado de tecnoburocrático-capitalista. Está baseado em uma aliança entre a tecnoburocracia militar e civil de um lado, e o capitalismo internacional e nacional do outro. Esta aliança apoia-se, por sua vez, em um modelo econômico de desenvolvimento que se caracteriza pela modernização da economia, pela concentração de renda nas classes altas e médias e pela marginalização da classe baixa”.
(Luiz Carlos Bresser Pereira. Desenvolvimento e crise no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1972).No texto acima, publicado em 1972, entende-se que:
A gravura mostra Jinga, Ngola do Ndongo. Sua história exemplifica o papel político que as mulheres desempenhavam nas sociedades africanas pré-coloniais.
No Reino do Ndongo, localizado em parte do que hoje é a atual Angola, as mulheres sempre tiveram protagonismo político, sendo Jinga:
O povo que exerce o poder não é sempre o mesmo povo sobre quem o poder é exercido, e o falado self-government [autogoverno] não é o governo de cada qual por si mesmo, mas o de cada qual por todo o resto. Ademais, a vontade do povo significa praticamente a vontade da mais numerosa e ativa parte do povo - a maioria, ou aqueles que logram êxito em se fazerem aceitar como a maioria.
MILL, J. S. Sobre a liberdade. Petrópolis: Vozes, 1991 (adaptado).No que tange a participação popular no governo, a origem da preocupação enunciada no texto encontra-se na
A masculinidade, assim como a feminilidade, é uma construção histórica e cultural. Em nossa cultura, a dança caracteriza-se, no sentido geral, como um universo predominantemente feminino. Homens que dançam são geralmente considerados homossexuais, por não se enquadrarem dentro das normas culturais hegemônicas de gênero e sexualidade. Por outro lado, demonstram a não existência de um único tipo de masculinidade, enfatizando que as identidades humanas são múltiplas e plurais. No contexto da dança, as representações hegemônicas de gênero e as regulações sociais que essas impõem não se manifestam de forma igual em todas as modalidades de dança. Persiste essa forte representação cultural ocidental que associa o balé à feminilidade e à homossexualidade. Em outras danças, ela não se revela tão forte, e os homens não aparecem em menor número, como nas tradicionais danças folclóricas ou no moderno hip hop.
ANDREOLI, G. S. Representações de masculinidade na dança contemporânea. Movimento, n. 1, 2011 (adaptado).No que tange à identidade de gênero masculina, a dança e suas modalidades expressam o(a)
Ao longo do tempo, a atividade industrial, para melhor cumprir sua finalidade de gerar lucros no âmbito do sistema capitalista, desenvolveu diferentes modos de organização do trabalho e da produção.
No que se refere às formas de organização do trabalho implementadas no século XX, é correto afirmar:
Manifestações culturais podem ser facilmente observadas em nosso cotidiano. Quando lemos notícias sobre crises enfrentadas por povos de outros países, por exemplo, com frequência, estabelecemos comparações entre a cultura deles e a nossa, considerando a nossa superior, principalmente se as diferenças forem muito grandes. Na história, não faltam exemplos desse tipo de comparação: na Antiguidade, os romanos chamavam de "bárbaros" aqueles que não eram de sua cultura; no Renascimento, após os contatos com culturas diversas propiciadas pela expansão marítima, os europeus passaram a chamar os povos americanos de "selvagens", e assim por diante.
Disponível em: http://www.sociologiapopular.com. Acesso em: 20 mar. 2020.No que se refere às comparações culturais, a visão do texto nos remete a uma análise