Na Sociologia de Max Weber (2016), a ação social é o dado central para a compreensão dos fenômenos de qualquer realidade social. Conforme a perspectiva weberiana, uma ação é social quando é orientada pelas ações de outras pessoas. Uma ação social está referendada em ações passadas, presentes ou esperadas como sendo futuras e essas “outras pessoas” podem ser indivíduos conhecidos ou desconhecidos daquele que pratica a ação. O praticante da ação age referendado em ações de outros e, assim, toda ação para ser social, não importa se moralmente boa ou reprovável, não importa se racional ou não, possui um sentido (uma direção) na mente do indivíduo, o qual tem como referência subjetiva (na mente dele ou dela que pratica a ação) as ações de outros.
WEBER, Max. “II. O conceito de ação social” IN ___________. Metodologia das Ciências Sociais. São Paulo: Ed Cortez; Campinas-SP: ED Unicamp, 2016.Partindo dessa compreensão de Weber (2016), considere as seguintes afirmações:
I. Aquele que joga pedra em um ônibus, em tempos de paralisação grevista dos coletivos, realiza uma ação social desde que execute esta ação tendo como referência subjetiva esta forma de protestar.
II. A pessoa que aposta no Jogo do Bicho, nas periferias das cidades brasileiras, pratica um tipo de ação social, desde que aja em conformidade com o seu sonho de três noites anteriores.
III. Bater em torcedores rivais com excessiva força e raiva é um tipo de ação social a partir do momento em que o agente desta ação imagine que é “assim que se faz” quando nas brigas entre torcidas.
IV. Investir no Mercado de Ações e Derivativos é uma ação social, desde que o investidor vise, em sua mente, seus ganhos futuros de acordo com a movimentação dos agentes econômicos.
Corresponde a ação social, na perspectiva teórico-conceitual de Max Weber, somente o que consta em
Fala-se muito nos dias de hoje em direitos do homem. Pois bem: foi no século XVIII — em 1789, precisamente — que uma Assembleia Constituinte produziu e proclamou em Paris a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Essa Declaração se impôs como necessária para um grupo de revolucionários, por ter sido preparada por uma mudança no plano das ideias e das mentalidades: o Iluminismo.
FORTES, L. R. S. O Iluminismo e os reis filósofos. São Paulo: Brasiliense, 1981 (adaptado).Correlacionando temporalidades históricas, o texto apresenta uma concepção de pensamento que tem como uma de suas bases a
A hibridez descreve a cultura de pessoas que mantêm suas conexões com a terra de seus antepassados,relacionando-se com a cultura do local que habitam. Eles não anseiam retornar à sua "pátria" ou recuperar qualquer identidade étnica "pura" ou absoluta; aindaassim, preservam traços de outras culturas, tradições e histórias e resistem à assimilação.
CASHMORE, E. Dicionário de relações étnicas e raciais. São Paulo: Selo Negro, 2000 (adaptado).Contrapondo o fenômeno da hibridez à ideia de “pureza” cultural, observa-se que ele se manifesta quando
O processo de mundialização do sistema capitalista sempre esteve apoiado na difusão de políticas econômicas e na constituição de determinadas lógicas geopolíticas e geoeconômicas de organização do espaço mundial.
Constituem-se em política econômica e em lógica capitalista de ordenamento do espaço mundial no período atual:
No artigo 7º do Estatuto da Criança e do Adolescente, ao tratar dos Direitos Fundamentais, no capítulo referente ao Direito à Vida e à Saúde, consta que a criança e o adolescente têm direito a proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência.
Consta no Estatuto, em seu artigo 8º, que:
Consta no Artigo 24 da Lei de diretrizes e Bases da Educação que a carga horária mínima anual da educação básica, nos níveis fundamental e médio, é de:
Consta no artigo 23 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional que a educação básica poderá organizar-se em:
Como as instituições políticas que o precederam historicamente, o Estado é uma relação de homens dominando homens, relação mantida por meio da violência legítima (isto é, considerada como legítima). Para que o Estado exista, os dominados devem obedecer à autoridade alegada pelos detentores do poder.
WEBER, Max. “A Política como vocação” in: Ensaios de Sociologia. Rio de Janeiro: LTC Editora, 1982A fórmula contemporânea segundo a qual o Estado é a entidade que exerce o monopólio da violência legítima em um território é devida a Max Weber. A relação entre o emprego justificado da coerção e a origem do Estado, no entanto, é comum a um conjunto de filosofias políticas, difundidas na modernidade, designadas “contratualistas”, que desenvolveram uma ordenação racional e laica do tema do poder cabível ao soberano e que apregoavam o direito igualitário dos cidadãos.
Consoante ao acima exposto, qual é a alternativa que enuncia CORRETAMENTE, na tradição contratualista, a posição segundo a qual o Estado deve exercer o monopólio da violência legítima?
Considere o gráfico a seguir: O fenômeno representado no gráfico é fruto das seguintes características da sociedade brasileira:
Considere a charge abaixo e assinale a alternativa que apresenta a interpretação apropriada.