“De um lado vemos o homem esmagado pelo Estado, escravizado pela ideologia marxista, tolhido nos seus comezinhos ideais de liberdade (…) e no reverso da situação, encontramos o homem escravizado pelo poder econômico, explorado por outros homens priva-dos da dignidade que o trabalho proporciona, tangidos pela febre do lucro”.
(Luís Inácio da Silva. Discurso de posse na Presidência do Sindicato dos Metalúrgicos–1975)Com relação aos novos movimentos sociais, de fins dos anos setenta e início dos anos oitenta, no Brasil, assinale a alternativa correta.
Leia atentamente o texto abaixo.
"De um lado vemos o homem esmagado pelo estado, escravizado pela ideologia marxista, tolhido nos seus comezinhos ideais de liberdade (…) e no reverso da situação, encontramos o homem escravizado pelo poder econômico, explorado por outros homens privados da dignidade que o trabalho proporciona, tangidos pela febre do lucro".
(Luís Inácio da Silva. Discurso de posse na Presidência do Sindicato dos Metalúrgicos–1975)Com relação aos movimentos sociais, de fins dos anos setenta e início dos anos oitenta, no Brasil, assinale a alternativa que melhor se enquadra no contexto histórico do período.
O Ministério Público da Suíça divulgou em seu relatório anual os principais casos em que atuou em 2016. Entre as investigações destacadas, estão o escândalo da FIFA (Federação Internacional de Futebol), contravenções intercontinentais na Malásia e Tailândia, mas também o tema que tem dominado as manchetes brasileiras nos últimos anos: a operação Lava Jato.O destaque especial dado à Lava Jato é explicado por sua extensão impressionante quando considerados o volume de recursos movimentados e sua amplitude. Esse e outros casos de corrupção que estão sendo investigados em nosso país nos permitem ver que a população mais vulnerável é a que mais sente os impactos da corrupção porque é nela que as deficiências do Estado e do serviço público geram consequências diretas. Quem tem mais recursos, compra o acesso a serviços privados de qualidade, mas os mais carentes acabam sem alternativa.
Com relação aos malefícios que a corrupção vem sistematicamente provocando à população brasileira, marque a alternativa INCORRETA:
O ser humano é, por natureza, contra mudanças, afirma o escritor Jan Harrington em seu livro Technology and Society (Tecnologia e Sociedade). Durante toda a evolução, o homem luta contra esse “mal necessário”, que causa muitas mudanças em seu cotidiano, obrigando-o a se adaptar às mudanças impostas. Mesmo estando acostumado a trabalhar com padrões e regras estabelecidas no dia a dia, muitos questionam a necessidade da mudança dos paradigmas estabelecidos. O perfil daqueles que resistem às novas tecnologias pode ser visto em pessoas que não conseguem enxergar novas possibilidades, e seus argumentos são parecidos com os dos artesãos que, em 1811, foram contra as primeiras máquinas durante a Revolução Industrial na Inglaterra. Eles acreditavam que aquelas máquinas iriam não só roubar o emprego de cada um deles, mas também acabar com toda a estabilidade sócio-econômica que os empregados detinham.
Com relação aos desafios que as mudanças de paradigma representam para o ser humano e as reações que se apresentam diante desse fato, podemos afirmar que, EXCETO:
Embora criticada por juristas e especialistas em políticas públicas voltadas à criança e ao adolescente uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) defende a redução do limite da maioridade penal para 16 anos. Criada em 2011, a Frente Parlamentar pela Redução da Maioridade Penal conta com o apoio de mais de 200 deputados. Como opção à PEC, outro grupo de parlamentares estuda apresentar um projeto que aumenta o tempo de pena para jovens infratores reincidentes em crimes graves, entre eles homicídio, latrocínio e estupro. Ambas as propostas parecem ignorar a exaustão do sistema carcerário brasileiro, que convive com superlotação nas prisões comuns e nos centros socioeducativos.
Com relação ao tratamento que se pretende dar ao problema dos delitos cometidos por jovens delinquentes, assinale abaixo a alternativa INCORRETA:
O TEATRO DE RUA
Ao se optar pelo espaço da rua como lugar do teatro, já se está assumindo uma atitude de confronto com a cultura institucional dominante. Para entender a especificidade desse teatro, devemos perceber quatro pontos cruciais: a) a existência de múltiplas interferências acidentais próprias da rua como condicionante do tempo teatral que impõem um uso específico das linguagens do espetáculo; b) um espaço cênico que é o próprio âmbito urbano ressignificado; c) a existência de um público flutuante e acidental que é consequência da mesma porosidade que multiplica a significação do espaço cênico; d) o espaço vivo da rua é múltiplo e é penetrado pelo espetáculo e, ao mesmo tempo, penetra o espetáculo.
André Carreira. Universidade do Estado de Santa Catarina. Adaptado.Com relação ao teatro de rua, é lícito afirmar que ele é uma
Com relação ao problema de agência, é correto airmar:
Uma das teorias de maior impacto na história dos últimos séculos foi o socialismo, particularmente as ideias socialistas dos séculos XIX e XX. O que propõe, propriamente, o socialismo? Em linhas gerais, a coletivização da propriedade, dos meios de produção e sua colocação a serviço de todos os membros da sociedade, buscando, com isto, o fim da pobreza e da miséria, bem como o acesso de todas as pessoas aos bens fundamentais necessários à vida, fruto da natureza e da ação do trabalho histórico e transformador humano.
Filosofia no dia-a-dia, 27 de setembro de 2012.Com relação ao pensamento socialista ao longo da história, qual a opção correta?
A ideia de Política para os Antigos, em especial na Grécia, é bastante diferente do sentido dado pelos modernos.
Com relação ao pensamento politico trazido pelos gregos antigos, assinale a alternativa correta:
“Quem defende erradicação do trabalho infantil, cultura contra palmadas, enfrentamento da proposta de redução da idade penal, é porque não sabe que na vida a gente aprende é com o tranco e com castigo e trabalho mesmo”. Essas afirmações retratam o senso comum de boa parte da sociedade brasileira, que perpetua a cultura de uma possível “educação” forjada na desvalorização e vulgarização dos direitos conquistados ao longo dos últimos anos de crianças e adolescentes como sujeitos de direitos e em condição peculiar de desenvolvimento. Fomos acostumados a ver meninos e meninas trabalhando na lavoura, nos serviços domésticos, no comércio, na fabricação de produtos artesanais ou industrializados e nas esquinas de semáforos de nossos centros e periferias urbanas, como se isso fosse uma forma de exercer sua condição humana de ganhar a vida, ou de se educar para o necessário mundo do trabalho.
Com relação ao direito que as crianças e os adolescentes têm de viver sua condição especial de aprendizagem e desenvolvimento, é correto dizer que, EXCETO: