Texto para responder aquestão.
Para que serve a literatura?
A literatura é a arte da palavra. Podemos dizer que a
literatura, assim como a língua que ela utiliza, é um
instrumento de comunicação e de interação social, ela
[4] cumpre o papel de transmitir os conhecimentos e a cultura
de uma comunidade.
A literatura está vinculada à sociedade em que se
[7] origina, assim como todo tipo de arte, pois o artista não
consegue ser indiferente à realidade.
A obra literária é resultado das relações dinâmicas
[10] entre escritor, público e sociedade, porque, através de suas
obras, o artista transmite seus sentimentos e ideias do
mundo, levando seu leitor à reflexão e até mesmo à
[13] mudança de posição perante a realidade. Assim, a literatura
auxilia no processo de transformação social.
Com base na análise das partes que compõem o texto, assinale a alternativa que apresenta um trecho que mantém relação direta e explícita com a pergunta “Para que serve a literatura?” (título).
Textopara responder a questão.
Vila Rica
O ouro fulvo do ocaso as velhas casas cobre;
Sangram, em laivos de ouro, as minas, que ambição
Na torturada entranha abriu da terra nobre:
[4] E cada cicatriz brilha como um brasão.
O ângelus plange ao longe em doloroso dobre,
O último ouro de sol morre na cerração.
[7] E, austero, amortalhando a urbe gloriosa e pobre,
O crepúsculo cai como uma extrema-unção.
Agora, para além do cerro, o céu parece
[10] Feito de um ouro ancião, que o tempo enegreceu...
A neblina, roçando o chão, cicia, em prece,
Como uma procissão espectral que se move...
[13] Dobra o sino... Soluça um verso de Dirceu...
Sobre a triste Ouro Preto o ouro dos astros chove.
Assinale a alternativa que apresenta, em total conformidade com o sistema ortográfico vigente, outra redação para o verso “Como uma procissão espectral que se move...”
Analise.
Assinale a alternativa que apresenta a Figura de Linguagem contida no último diálogo dessa imagem.
Assinale a alternativa em que o pronome “se” seja Partícula Apassivadora.
Assinale a alternativa em que o acento grave indicativo de crase não tenha sido empregado em consonância com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Analise a imagem que se segue.
As revistas estão se adaptando e aderindo aos avanços da tecnologia digital. Nesse contexto da imagem, podemos notar que:
As aspas, recurso gráfico comum da língua escrita, podem ser empregadas em várias situações. Para saber a situação exata em que as aspas foram utilizadas, é necessário se atentar ao contexto apresentado. Desse modo, assinale a alternativa contendo a mesma situação em que as aspas foram empregadas, na imagem.
Aponte a alternativa em que o predicado da oração seja nominal.
Pedro participou de um seminário sobre Educação Financeira que orientou os participantes a dividir todo o dinheiro que recebem no mês em diferentes partes, cada uma reservada para uma finalidade específica. Depois de descontados todos os impostos, o salário líquido deveria ser dividido em: 10% para liberdade financeira; 10% para poupança; 10% para educação; 55% para necessidades; 10% para diversão; e 5% para doação. Em determinado mês, Pedro aplicou essa orientação, exatamente como ensinada no curso, e doou R$ 150,00.
Tendo em vista que 25% de seu salário bruto foi descontado sob a forma de impostos, seu salário bruto foi de
Leia o texto de Slavoj Žižek para responder à questão.
Como Freud muitas vezes enfatizou, a principal característica dos sonhos em que o sonhador aparece nu diante de uma multidão, a característica que provoca angústia, é o fato estranho de que ninguém parece se importar com sua nudez: as pessoas continuam passando como se tudo estivesse normal... E isso faz lembrar a cena de pesadelo da violência racista diária a que assisti em Berlim em 1992. De início tive a impressão de que, do outro lado da rua, um alemão e um vietnamita estavam simplesmente executando uma dança amistosa e complexa em torno um do outro – só depois de algum tempo percebi que estava vendo um caso real de hostilidade racial: para qualquer lado que se virasse o perplexo e assustado vietnamita, o alemão lhe bloqueava a passagem, demonstrando assim que, ali em Berlim, ele não tinha para onde ir. As causas de minha incompreensão inicial foram duas: primeira, o fato de o alemão executar sua perseguição de uma forma estranha e codificada, respeitando certos limites, sem chegar a atacar fisicamente o vietnamita; na verdade, ele não o tocou nem uma vez, limitando-se a bloquear-lhe a passagem. A segunda causa, evidentemente, foi o fato de as pessoas que passavam (tudo isso aconteceu numa rua movimentada, não num beco escuro!) simplesmente ignorarem – ou melhor, fingirem ignorar – o que estava se passando, evitando olhar ao passar, como se nada de especial estivesse acontecendo. A diferença entre essa hostilidade “suave” e o brutal ataque físico dos skinheads neonazistas foi tudo o que sobrou da diferença entre civilização e barbárie? E essa hostilidade “suave” não foi, de certa forma, até pior? Foi a suavidade que permitiu aos passantes ignorá-la e aceitá-la como um acontecimento normal, o que não teria sido possível no caso de um brutal ataque físico direto.
Segundo o autor, a cena presenciada por ele em Berlim foi