NOTA DA TORCIDA BANDA ALMA CELESTE DO PAYSANDU SPORT CLUB − PA
Os torcedores que compõem a torcida Banda Alma Celeste são pessoas normais, como qualquer torcedor do Paysandu Sport Club, maior clube do Norte. Desde seu surgimento, vários cantos foram incrementados com frases de apoio e amor incondicionais. Porém, nem sempre acertamos. Durante os 10 anos da torcida, surgiu em uma das nossas músicas algo fora dos padrões, intitulada de “o leão é gay!”. ERRAMOS DURANTE VÁRIOS ANOS, propagando cantos como esse, disfarçado de rivalidade. Diante disso, após vários debates de torcedores, informamos que:
— Músicas e manifestações de cunho racial/homofóbico estão extintas do nosso repertório, entre elas a famosa música que chama o mascote do rival de gay.
— Entendemos que existem outros meios de manter viva a rivalidade;
— Não se trata de criar uma nova polêmica, acabar com o futebol, ou simplesmente ser politicamente “chatos e corretos”. Apenas evoluímos e atualizamos nossa forma de pensar.
Adaptado de facebook.com, 29/04/2017.A medida tomada pela torcida reforça as seguintes ações:
Fala-se aqui de uma arte criada nas ruas e para as ruas, marcadas antes de tudo pela vida cotidiana, seus conflitos e suas possibilidades, que poderiam envolver técnicas, agentes e temas que não fossem encontrados nas instituições mais tradicionais e formais.
VALVERDE, R.R. H.F. Os limites da inversão: a heterotopia do Beco do Batmas. Boletim Gotano de Geografia (Online). Goiânia, v.37,n.2, maio/ago. 2017 (adaptado).A manifestação artística expressa na imagem e apresentada no texto integra um movimento contemporâneo de
É importante assinalar que o caso da África do Sul põe em relevo, ao mesmo tempo, o dinamismo da economia e o crescimento dos pontos de rigidez da institucionalidade política. Não é pois por acaso que, na passagem da década de 1940 para a de 1950 [...], tenha acontecido um esforço em torno de medidas que acentuaram as tendências à exclusão e à fragmentação.
(Leila Leite Hernández. A África na sala de aula, 2005.)A mais conhecida das medidas citadas no texto é
O pan-africanismo tem as suas origens no combate iniciado pelos negros americanos e antilhanos contra a dominação por parte das pessoas de raça branca. Esse movimento começou no século XIX, mas rapidamente os afroamericanos compreenderam que a mesma opressão era vivida pelos seus ancestrais no continente africano e o idealismo da igualdade foi expandido para África.
O pan-africanismo no continente americano apresentou várias facetas, [...]. Até ao final do século XIX, o pan-africanismo aparece como protesto, reclamação de inclusão e um certo saudosismo de terra que já não existia: África unida, com os seus reinos autônomos e tradicionais, com suas políticas e organização própria. [...]
As bases principais passavam pelo protesto contra a dominação política, jurídica, intelectual e moral da Europa. As principais reivindicações eram a conquista da independência, o direito ao desenvolvimento e ao não alinhamento. Isso pode ser constado nas conclusões da Conferência de Bandung de 1955.
(PANAFRICANISMO, 2014).A luta contra o racismo adquiriu, no século XXI, um caráter mais universal, sendo esse condenado pela maioria das sociedades, apesar da sua permanência oficiosa. A prática do preconceito e da discriminação está relacionada
A afirmação de que os gregos se haviam “alfabetizado” no final do século VIII a.C., embora seja rigorosamente verdadeira, precisa ser modificada de forma considerável, porque, do contrário, nos levará a interpretações errôneas. A verdade é que algumas pessoas, em algumas cidades, sabiam ler e escrever; e sem dúvida a porcentagem dessas pessoas era maior nas democracias do que em outros regimes.
(J. T. Hooker. “Introdução”. In: Lendo o passado: a história da escrita antiga do cuneiforme ao alfabeto, 1996.)A ligação entre a escrita e a organização política pode ser explicada pela
A licença [maternidade] de seis meses atende a recomendações médicas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a mãe deve amamentar o bebê por, pelo menos, 6 meses e, preferencialmente, até os 2 anos. Estudos mostram que a amamentação e a dedicação da mãe são fundamentais para a saúde e para o desenvolvimento, tanto físico quanto emocional, do bebê. O aleitamento supre as necessidades de nutrientes e sais minerais nessa fase da criança, além de colaborar para a formação de seu sistema imunológico, prevenindo alergias, obesidade e intolerâncias alimentares. “É importante que a criança mame no peito, sinta a pele da mãe, olhe nos olhos dela. Isso ajuda no seu desenvolvimento cognitivo”, diz Dioclécio Campos, presidente da SBP.
Mas há quem diga que a ampliação do benefício pode atrapalhar a mulher profissionalmente e prejudicá-la na hora de disputar uma vaga com um homem. Além disso, muitos empresários consideram um luxo manter uma funcionária afastada por tanto tempo. “Empregadas e empregadores não têm noção dos benefícios desses seis meses de integração total entre mãe e filho”, diz a senadora. “Gastamos R$ 5 bilhões por ano com internações no Sistema Único de Saúde de crianças de até 5 anos e, hoje, sabemos que a amamentação até os 6 meses reduz casos de desidratação, problemas respiratórios e outras doenças.” O sonho de Patrícia é ampliar o benefício a todas as brasileiras. “Ainda precisamos vencer o preconceito”, diz.
A licença maternidade, apesar de ser um direito da mulher, não tem sido exercida na sua plenitude, devido ao fato de
A liberdade humana consiste na capacidade de
Hoje, a indústria cultural assumiu a herança civilizatória da democracia de pioneiros e empresários, que tampouco desenvolvera uma fineza de sentido para os desvios espirituais. Todos são livres para dançar e para se divertir mesmo modo que, desde a neutralização histórica da religião, são livres para entrar em qualquer uma das inúmeras seitas. Mas a liberdade de escolha da ideologia, que reflete sempre a coerção econômica, revela-se em todos os setores como a liberdade de escolher o que é sempre a mesma coisa.
ADORNO, T; HORKHEIMER, M. Dialética do esclarecimento: fragmentos filosóficos. Rio de Janeiro: Zahar, 1985.A liberdade de escolha na civilização ocidental, de acordo com a análise do texto, é um(a)
Sinto no meu corpo
A dor que angustia
A lei ao meu redor
A lei que eu não queria
Estado violência
Estado hipocrisia
A lei que não é minha
A lei que eu não queria
(“Estado Violência”, Charles Gavin, em Titãs, Cabeça Dinossauro, WEA, 1989.)A letra dessa música, gravada pelos Titãs,
Minha vida é andar
Por esse país
Pra ver se um dia
Descanso feliz
Guardando as recordações
Das terras onde passei
Andando pelos sertões
E dos amigos que lá deixei
GONZAGA, L.; CORDOVIL. H. A vida de viajante, 1953. Disponível em: www.recife.pe.gov.br. Acesso em: 20 fev. 2012 (fragmento).A letra dessa canção reflete elementos identitários querepresentam a