“Como as pessoas que infringem as leis parecem injustas e as cumpridoras da lei parecem justas, evidentemente todos os atos conforme à lei são justos no sentido de as leis visarem ao interesse comum a todas as pessoas, de tal forma que chamamos justos os atos que tendem a produzir e preservar a felicidade para a comunidade política; e a lei determina igualmente que ajamos como homens corajosos, como homens moderados, como homens amáveis e assim por diante em relação às outras formas de virtudes, impondo a prática de certos atos e proibindo outros.”
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco, 1129b. Trad. bras. Mario da Gama Kury. – 4 ed. Brasília: Editora da UnB, 2001 – Adaptado.Segundo a citação acima, é correto concluir que
Seguindo a afirmação de Kant de que “a Filosofia não se aprende” e que o importante é o “ato de filosofar”, podemos dizer que este ato:
Se todos os homens vivem em sociedade, a liberdade é um desafio que atinge todas as esferas dessa convivência, como por exemplo, a liberdade jurídica, conquistada pelas modernas sociedades democráticas, defensoras da igualdade perante as leis, ou ainda, a liberdade política, que garante a independência de opinião, de associação, de voto, que representa, o livre exercício da cidadania. Assim, a construção da liberdade não é um trabalho solitário, realizado isoladamente, por isso, diferentes grupos da sociedade civil são formadores de consciência e instigam ações coletivas que visam as expressões dos diferentes tipos de liberdade. No entanto, há várias formas de cerceamento da liberdade. Assinale a alternativa que somente apresenta situações de descaminhos da liberdade.
Se qualquer ato livre se pauta pela possibilidade de alguém poder agir segundo sua própria vontade na escolha de um, entre vários bens, respeitando, nessa escolha, os valores éticos e universais, dizemos que tal ato de liberdade resulta:
Se o cachorro dorme, então o gato não mia. Se o pássaro não canta, então o cachorro dorme. Sabemos que o gato mia. Então, é correto afirmar que:
Se damos razão a Aristóteles quando diz que “todo homem deseja, naturalmente, conhecer a essência das coisas”, temos que definir o ato de filosofar como sendo:
Se concordamos com o que diz Aristóteles, na sua Metafísica, ou seja, que todo o homem deseja, por natureza, conhecer as últimas causas de tudo quanto existe, temos que definir o ato de filosofar como sendo:
Pensemos num cavalo diante de nós. Então perguntemos: o que é isso? Platão diria: “Esse animal não possui nenhuma existência verdadeira, mas apenas uma aparente, um constante vir-a-ser. Verdadeiramente é apenas a Ideia, que se estampa naquele cavalo, que não depende de nada, nunca veio-a-ser, sempre da mesma maneira. Enquanto reconhecemos nesse cavalo sua Ideia, é por completo indiferente se temos aqui diante de nós esse cavalo ou seu ancestral. Unicamente a Ideia do cavalo possui ser verdadeiro e é objeto do conhecimento real”. Agora, deixemos Kant falar: “Esse cavalo é um fenômeno no tempo, no espaço e na causalidade, que são as condições a priori completas da experiência possível, presentes em nossa faculdade de conhecimento, não determinações da coisa-em-si. Para saber o que ele pode ser em si, seria preciso outro modo de conhecimento além daquele que unicamente nos é possível pelos sentidos e pelo entendimento.”
(Arthur Schopenhauer. “Sobre as ideias”. Metafísica do belo, 2003. Adaptado.)
Schopenhauer compara as filosofias platônicas e kantianas, fazendo-as responder a uma mesma questão. Na perspectiva platônica, o cavalo presente “diante de nós” é
Sartre, em sua conferência O Existencialismo é um Humanismo, proferida e publicada em 1946, defende que o existencialismo não é uma Filosofia Pessimista, mas uma forma de pensar que torna a vida humana possível. O existencialismo pode ser dividido em:
São Tomás de Aquino (1226-74), monge dominicano, conhecido como um dos Doutores da Igreja, produziu vasta obra em que procurou conciliar a filosofia aristotélica com os princípios do cristianismo. Por isso, para além de Aristóteles tomou como inspiração os trabalhos de Santo Agostinho, Avicena, Averróis, entre outros filósofos medievais. A partir de sua contribuição, a Igreja: