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FilosofiaUECE2019

Sobre a questão da liberdade em Spinoza, a filósofa brasileira Marilena Chauí afirma o seguinte: “[...] o poder teológico-político é duplamente violento. Em primeiro lugar, porque pretende roubar dos homens a origem de suas ações sociais e políticas, colocando-as como cumprimento a mandamentos transcendentes de uma vontade divina incompreensível ou secreta, fundamento da ‘razão de Estado’. Em segundo, porque as leis divinas reveladas, postas como leis políticas ou civis, impedem o exercício da liberdade, pois não regulam apenas usos e costumes, mas também a linguagem e o pensamento, procurando dominar não só os corpos, mas também os espíritos”.

CHAUÍ, Marilena. Espinosa, uma subversão filosófica. Revista CULT, 14 de março de 2010. Disponível em: https://revistacult.uol.com.br/home/baruch-espinosa/.

O poder teológico-político é violento, porque

FilosofiaUNICENTRO2017

As ações trabalhistas estão em primeiro lugar no ranking dos processos em trâmite no Brasil, que somam mais de 71 milhões. E mesmo com uma estrutura judiciária que custa R$ 70 bilhões por ano, apenas 14% das ações costumam ser resolvidas. “As demais seguem sem solução, congestionadas”. [...] Além de não atender minimamente aos interesses do País, principalmente do setor produtivo, a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) [...] cria ameaças sérias a empresas dos mais diversos portes e atividades.

(BRASIL TEVE... 2016).

O poder judiciário surgiu a partir das lutas sociais, no contexto da passagem do sistema feudal para o sistema capitalista, e teve como um dos principais teóricos

FilosofiaCESMAC2016

O período filosófico que se caracteriza por lançar mão da razão para melhor compreender os dogmas da fé e da teologia, chama-se:

FilosofiaUFRN2015

O cargo de soberano (seja ele um monarca ou uma assembleia) consiste no objetivo para o qual lhe foi confiado o soberano poder, nomeadamente a obtenção da segurança do povo, ao qual está obrigado pela lei da natureza, e do qual tem de prestar contas a Deus, o autor dessa lei, e a mais ninguém além dele. [...] Deus é rei, que a terra se alegre, escreve o salmista. E também, deus é rei muito embora as nações não o queiram; e é aquele que está sentado entre os querubins, muito embora a terra seja movida.

(Leviatã. São Paulo: Nova Cultural, 1988. p. 103-6, 200-1. Col. Os Pensadores, v. 1.)

O período do Antigo Regime foi permeado de muitos defensores, tanto quanto de opositores à soberania real. Na visão de Hobbes, autor do livro “O Leviatã”, bem como na visão de outros filósofos contemporâneos a ele, como Bossuet e Maquiavel, o poder do rei deve

FilosofiaCESMAC2017

O Período da História da Filosofia que defende que o nosso conhecimento, estando circunscrito unicamente aos sentidos físicos do corpo, apenas capta as aparências e fenômenos das coisas e, jamais, as realidades em si mesmas, ficou conhecido como:

FilosofiaCESMAC2019

O período da História da Filosofia que defende que o conhecimento, que poderemos obter das coisas, está limitado às sensações que, delas, nossos sentidos obtêm, ficou conhecido como:

FilosofiaCESMAC2019

O Período da História da Filosofia que considera a Filosofia como sendo um instrumento para ajudar na compreensão dos dogmas do Cristianismo, chama-se:

FilosofiaCESMAC2018

O período da História da Filosofia ocidental, cuja preocupação precípua foi demonstrar que o ser humano jamais conhece as realidades, mas, sim, os seus fenômenos e aparências, passou a ser conhecido pelo nome de:

FilosofiaCESMAC2021

O Período da História da Filosofia Ocidental o qual defende que o ser humano jamais consegue conhecer a essência das coisas, mas, apenas, as aparências que os seus sentidos apreendem dessas mesmas coisas, é chamado:

FilosofiaCESMAC2021

O Período da História da Filosofia Ocidental o qual defende que o ser humano jamais consegue conhecer a essência das coisas, mas apenas as ideias que tem dessas mesmas coisas, é chamado: