Na contemplação do belo o conhecer puro ganhou a preponderância sem luta: a beleza do objeto facilita o conhecimento de sua Ideia. O sentimento do sublime nasce exatamente do fato de um objeto que tem relações desfavoráveis, hostis, com a vontade tornar-se objeto de contemplação.
(Arthur Schopenhauer. Metafísica do belo, 2003. Adaptado.)As contemplações do belo e do sublime são semelhantes e, em um aspecto, diferentes.
O belo distingue-se do sublime por
Segundo Montesquieu, filósofo francês que se tornou conhecido pela obra O Espírito das Leis, de 1748, “estaria tudo perdido se um mesmo homem, ou um mesmo corpo de principais ou nobres, ou do Povo, exercesse esses três poderes: o de fazer as leis; o de executar as resoluções públicas; e o de julgar as os crimes ou as demandas dos particulares”
(MONTESQUIEU. L’esprit des lois. Oeuvres complètes. Ed. Edouard Laboulaye Garnier Frères, 1875).O autor, nesta passagem, refere-se à teoria denominada:
Sobre o tema Paradigma da Modernidade, analise o texto a seguir:
Os trabalhos de Galileu e Descartes significam, para além de um simples progresso do conhecimento, uma radical mudança de perspectiva sobre o homem e o mundo: passamos da noção de um Cosmos hierarquizado de regiões distintas à de um Universo infinito e homogêneo, no qual a ciência, no sentido moderno, se manifesta.
JAPIASSU, Hilton. Como Nasceu a Ciência Moderna. Rio de Janeiro: Imago, p. 11, 2007.O autor retrata alguns tópicos sobre as mudanças no âmbito da Ciência Moderna. Com relação a essa temática, é CORRETO afirmar que
Qual é, perguntei, a origem do pensamento racional no Ocidente? Em primeiro lugar, constitui-se um domínio de pensamento exterior e estranho à religião. Os físicos das cidades gregas da Jônia na Ásia Menor explicam a origem do cosmos e dos fenômenos naturais de maneira positiva e profana.
(Jean-Pierre Vernant. Les origines de la pensée grecque, 1995. Adaptado.)O autor refere-se ao início da filosofia grega, no século VI a.C., acentuando a sua
Sobre a singularidade do pensamento filosófico, atente ao texto a seguir:
Ao fazer filosofia, o pensamento aprimora sua força de busca, quer dizer, aprende a pensar. Aprender a pensar significa promover o nascimento da realidade.
(BUZZI, Arcângelo R. Introdução ao Pensar. Petrópolis: Vozes, 1991, p. 25)O autor na citação acima sinaliza, com clareza e distinção, que
Leia o texto a seguir sobre o tema Filosofia na História:
A filosofia antiga grega e greco-romana tem uma história mais que milenar. Partindo do século VI a.C., chega até o ano de 529 d.C., ano em que o imperador Justiniano mandou fechar as escolas pagãs e dispersar os seus seguidores. Nesse arco de tempo, podemos distinguir o momento das grandes sínteses de Platão e Aristóteles.
(REALE, Giovanni. História da Filosofia: Antiguidade e Idade Média. São Paulo: Paulinas, 1990, p. 25-26).O autor na citação acima sinaliza a significância do período sistemático da filosofia antiga. No que tange à filosofia de Platão, assinale a alternativa CORRETA.
Leia o texto a seguir sobre a temática da Lógica:
A Aristóteles cabe o mérito de ter iniciado o estudo orgânico das regras da lógica. O mérito principal de Aristóteles é ter fixado, com grande exatidão, as regras da argumentação dedutiva na forma de silogismo.
MONDIN, B. Introdução à Filosofia. São Paulo: Edições Paulinas, 1980, p. 13.O autor faz algumas considerações acerca da filosofia de Aristóteles, com singularidade no âmbito da lógica. Sobre isso, tem-se como CORRETO que
Sobre o conhecimento filosófico, considere o texto a seguir:
O saber é infinito e difuso; dele se valendo, procura a filosofia aquele centro a que fazíamos referência. O simples saber é uma acumulação; a filosofia é uma unidade. O saber é racional e igualmente acessível a qualquer inteligência. A filosofia é o modo de pensamento, que termina por constituir a essência mesma de um ser humano.
(JASPERS, Karl. Introdução ao pensamento filosófico. São Paulo: Cultrix, 1999, p. 13)O autor enfatiza a singularidade do conhecimento filosófico. No alinhamento dessa reflexão, tem-se como CORRETO que
Sobre a consciência crítica e a filosofia, analise o texto a seguir:
Como relata Descartes no Discurso sobre o método, depois de ter lançado tudo à dúvida, „somente depois, tive de constatar que, embora eu quisesse pensar que tudo era falso, era preciso necessariamente que eu, que assim pensava, fosse alguma coisa. E, observando que essa verdade – „penso, logo sou‟ – era tão firme e sólida que nenhuma das mais extravagantes hipóteses dos céticos seria capaz de abalá-la.”
(REALE, Giovanni. História da Filosofia: Do Humanismo a Kant. São Paulo: Paulinas, 1990, p. 366).O autor do texto retrata alguns apontamentos sobre o pensamento cartesiano. Com relação a esse assunto, assinale a alternativa CORRETA.
Aqueles que compõem a cidade, tão diferentes entre si por suas origens, condições e funções, de certa forma parecem “semelhantes” uns aos outros. Essa similitude funda a unidade da pólis, porque para os gregos somente os semelhantes podem permanecer mutuamente unidos pela Philia, associados a uma mesma comunidade. Todos aqueles que participam do Estado definem-se como Homoioi, semelhantes, depois de maneira mais abstrata, como Isoi, iguais. Essa imagem das relações humanas encontrará no século VI a.C. a sua expressão rigorosa no conceito de isonomia: igual participação de todos os cidadãos no exercício do poder.
(Jean-Pierre Vernant. Les origines de la pensée grecque, 1995. Adaptado.)O autor argumenta que a organização da pólis grega