Com a revolução científica do séc. XVII, assistimos ao triunfo da aplicação do método experimental matemático pelas ciências naturais e o começo da realização do ideal da ciência moderna de um pleno controle da natureza e da sociedade. As ciências humanas, quando surgem no século XIX, procuram garantir sua racionalidade e legitimidade científica tomando como referência as bem-sucedidas ciências naturais.
Nesse sentido verifica-se que
Fundada na década de 1970 por Van Rensselaer Potter, a Bioética é uma ética prática, que se debruça em resolver litígios e contradições morais no âmbito das Ciências da Vida, da Saúde, da educação, da política e etc., partindo da prerrogativa de algum sistema de valores (ética). Dessa forma, a bioética se diferencia da ética clássica, que centra o seu olhar no modelo dos conceitos e dos argumentos, pois apesar de não abrir mão de questões formais, a bioética ou nova filosofia da ciência, está voltada a resolver conflitos éticos concretos.
Partindo dessa perspectiva, podemos considerar problemas concretos todos aqueles que envolvem o entorno, animais humanos e não humanos.
Nesse sentido a bioética visa atingir
De maneira geral, o contratualismo engloba todas as teorias que enxergam o surgimento da sociedade no firmamento de um acordo tácito entre a maioria dos indivíduos. Tal acordo acabou com o estado de natureza em que o ser humano se encontrava – quando apenas os instintos naturais guiavam suas ações – e foi o ato fundador do Estado civil.
Nesse prisma, o contrato social, segundo Jean-Jacques Rousseau,
Convicção é a crença de estar na posse da verdade absoluta. Essa crença pressupõe que há verdades absolutas, que foram encontrados métodos perfeitos para chegar a elas e que todo aquele que tem convicções se serve desses métodos perfeitos. Esses três pressupostos demonstram que o homem das convicções está na idade da inocência, e é uma criança, por adulto que seja quanto ao mais. Mas milênios viveram nesses pressupostos infantis, e deles jorraram as mais poderosas fontes de força da humanidade. Se, entretanto, todos aqueles que faziam uma ideia tão alta de sua convicção houvessem dedicado apenas metade de sua força para investigar por que caminho haviam chegado a ela: que aspecto pacífico teria a história da humanidade!
(Nietzsche. Obras incompletas, 1991. Adaptado.)Nesse excerto, Nietzsche
Sobre a temática do Paradigma da Modernidade, analise o texto a seguir:
Com o desaparecimento do Cosmos hierarquizado e geocêntrico, doravante o homem, pode compreenderse, não mais como alguém devendo ser situado entre o tempo e a eternidade, entre o anjo e o animal, mas como sujeito livre e autônomo, devendo agora se preocupar com sua vida a partir da experiência de sua própria liberdade.
JAPIASSU, Hílton. Como Nasceu a Ciência Moderna. Rio de Janeiro: Imago, 2007, p. 16.Nesse contexto, evidenciam-se as mudanças substanciais no âmbito das origens da ciência moderna. Sobre essa problemática, é CORRETO afirmar que
Muitos autores identificam as origens das ideias socialistas no pensamento de Platão, principalmente em suas concepções sobre a cidade ou a sociedades perfeitas, descritas na obra A república. Essas ideias foram retomadas e reassimiladas durante o Renascimento, por autores utópicos, como Tomaso Campanela, na obra A cidade do sol e Thomas Morus, em Utopia. No mesmo contexto, os socialistas criticaram os problemas sociais criados com o estabelecimento do Capitalismo e do Liberalismo, ou seja, a dificuldade na relação burguesia e proletariado, capital e trabalho.
Marx e Engels, com um olhar crítico, sistematizaram um ideário social, político e econômico de grande força intelectual. Esses dois autores empreenderam uma concepção científica do funcionamento da sociedade, daí a denominação “Socialismo Científico”.
Nesse contexto, esse método pode ser chamado de
A ciência ativa rompe com a separação antiga entre a ciência (episteme), o saber teórico, e a técnica (techne), o saber aplicado, integrando ciência e técnica. Do ponto de vista da ideia de ciência, a valorização da observação e do método experimental opõe a ciência ativa à ciência contemplativa dos antigos; assim também, a utilização da matemática como linguagem da física, proposta por Galileu sob inspiração platônica e pitagórica, e contrária à concepção aristotélica.
MARCONDES, D. Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008 (adaptado).Nesse contexto, a ciência encontra seu novo fundamento na
É como se cada homem dissesse a cada homem: Autorizo e transfiro o meu direito de me governar a mim mesmo a este homem, ou a esta assembleia de homens, com a condição de transferires para ele o teu direito, autorizando de uma maneira semelhante todas as suas ações. Feito isso, à multidão assim unida numa só pessoa se chama Estado
(Thomas Hobbes. Leviatã, 2003. Adaptado.)No texto, o autor expressa sua teoria sobre a origem do Estado.
Nessa teoria, o Estado tem sua origem na
A filosofia existencialista foi uma das mais populares no século XX e teve várias correntes. O mais destacado pensador existencialista foi Jean-Paul Sartre. Esse filósofo teve duas fases em seu pensamento. Na primeira fase, ele argumentou que o indivíduo está condenado a ser livre e apelar para os determinismos seria usar de má-fé. Na segunda fase, ele modera esse pensamento e passa a destacar a questão da situação, dos grupos sociais, das classes sociais.
Nessa segunda fase, ele assevera que
Que representa a Filosofia? É uma das raras possibilidades de existência criadora. Seu dever inicial é tornar as coisas mais refletidas, mais profundas (Heidegger, Martin). Nessa perspectiva, é CORRETO afirmar que a Filosofia
Nessa perspectiva, é CORRETO afirmar que a Filosofia