Leia
A preguiça e a covardia são as causas pelas quais uma grande parte dos homens, depois que a natureza de há muito os libertou de uma direção estranha, continuem no entanto de bom grado menores durante toda a vida. São também as causas que explicam porque é tão fácil que os outros se constituam em tutores deles.
KANT, I. Resposta à pergunta: que é “Esclarecimento”? (Aufklarüng). In: ___________. Textos seletos. Tradução de Raimundo Vier. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 2005, p. 64.A menoridade de que fala Kant é a condição daqueles que não fazem o uso da razão.
Essa condição evidencia a ausência
Leia o texto para responder à questão.
“No presente, o homem se faz através da posse da razão. Se as árvores e bestas selvagens crescem, os homens, creia-me, moldam-se. [...] A natureza, ao dar-vos um filho, vos presenteia com uma criatura rude, sem forma, a qual deveis moldar para que se converta em um homem de verdade. Se este ser moldado se descuidar, continuareis tendo um animal; se, ao contrário, ele se realizar com sabedoria, eu poderia quase dizer que resultaria em um ser semelhante a Deus”.
Erasmo de Rotterdam (1469-1536). In: ACKER, T.V. Renascimento e Humanismo. São Paulo: Atual, 1992. p.32-33.O texto de Erasmo de Rotterdam expressa uma das principais características do movimento artístico e filosófico conhecido como Renascimento.
Essa característica é o
(...) Na visão do mundo medieval no qual Filippo nasceu, era Deus, e apenas Deus, que podia olhar o mundo, e era a Igreja que revelava ao homem como Deus via o mundo. Entretanto, aquela visão do mundo estava mudando justamente no tempo em que Filippo crescia e se transformava em artista e pensador. Intelectuais, perseguindo a sabedoria da Grécia e de Roma, fizeram do homem uma força capaz de criar e transformar, não substituindo Deus, mas trabalhando dentro do plano divino (...).
Fonte: WALKER, Raul Robert. A disputa que mudou a Renascença. Rio de Janeiro: Record, 2002.Essa atitude dos renascentistas relaciona-se:
Defende que todo conhecimento provém da experiência, podendo ser captado de duas formas, por meio dos sentidos e por meio da introspecção.
Essa assertiva refere-se corretamente ao:
[...] como escreveu Primo Levi no seu último desejo e testamento do tamanho de um livro: não há dúvida de que cada um de nós é capaz, potencialmente, de se tornar um monstro.”
Fonte: BAUMAN, Zygmunt. Medo Líquido. Rio de Janeiro, Ed Zahar, 2008, p.90.Essa afirmativa está de acordo com o pensamento de um dos teóricos que justificavam o absolutismo, o qual é:
“Dá-se o nome conhecimento à relação que se estabelece entre o sujeito cognoscente (ou uma consciência) e um objeto”.
Essa afirmativa equivale a dizer que o conhecimento é
Escola de Frankfurt, fundada no pós Primeira Guerra, reuniu os principais pensadores da época, na Alemanha, e se opunha às teorias positivistas dos idealistas clássicos, marcados por forte influência marxista. Os frankfurtianos consideraram, na elaboração de sua teoria, alguns fatores que o próprio Marx não previu, principalmente sobre a superestrutura, isto é, sobre os mecanismo que afetam a personalidade, a família e a autoridade, analisada no contexto da estética e da cultura de massa. Assim, para esses estudiosos, as técnicas de dominação, dependentes do mercado, seriam ditadas pela massificação do conhecimento, das artes e da cultura. A esse respeito, a alternativa que apresenta o nome dado pela Escola de Frankfurt ao fenômeno é:
Entre os valores estudados na Teoria dos Valores (ou Axiologia), temos os valores éticos, os quais, segundo a ótica filosófica, devem ser entendidos como:
Entre os séculos XVI e XVII, alguns pensadores políticos europeus escreveram obras sobre a natureza do Estado e suas finalidades. Dentre eles, destaca-se o italiano Maquiavel (O Príncipe, 1532), cujas ideias justificavam uma forma específica de organização política que vigorou, na Europa Moderna, e pela qual
Entre os grandes períodos da História da Filosofia, há um que inclui um sistema filosófico chamado Escolástica, o qual defende que a Razão é essencial para iluminar e ajudar a compreender as questões da fé. Esse período tem o nome de Filosofia: