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FilosofiaUPE2014

Sobre a condição humana, analise o texto a seguir:

O homem não é um ser natural, mas cultural. Isso significa que, no momento do nascimento, a natureza lhe dá apenas o mínimo necessário, o essencial para ser homem e confiar a ele mesmo a tarefa de fazer‐se, de formar‐se, de realizar plenamente o próprio ser mediante a cultura.

MONDIN, B. Introdução à filosofia. São Paulo, 1981, p. 180.

É CORRETO afirmar que

FilosofiaUNICENTRO2019

É comum se afirmar que Sócrates era um filósofo dado ao diálogo e que se encontrar com ele para debater era sempre uma atividade de risco. Isso porque a forma dialogal preferida desse pensador consistia em colocar em prática a sua Maiêutica, cuja primeira parte era a Ironia. Essa Ironia Socrática deve ser interpretada como

FilosofiaUnaerp2018

O apogeu de uma concepção tipicamente “medieval” costuma ser associado à força do tomismo no século XIII. A obra de São Tomás de Aquino realizou a bem-sucedida fusão entre o pensamento teológico da Igreja, baseado em Santo Agostinho e na tradição evangélica, e a filosofia grega, introduzindo elementos racionalistas numa concepção profundamente intuitiva e mística.

WEHLING, Arno & WEHLING, Maria José C. M. Formação do Brasil Colonial. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999, p.30.

Durante a Idade Média, a Igreja Católica foi a instituição mais organizada, rica e poderosa da Europa. Entre os séculos V e XV, diferentes filosofias confundiram-se com a própria teologia, e dois pensadores da Igreja foram fundamentais para o estabelecimento dos objetivos da instituição em dois momentos distintos: a consolidação do cristianismo como religião oficial do Império Romano e a defesa do catolicismo no período de nascimento do protestantismo. Foram eles, respectivamente, Santo Agostinho e São Tomás de Aquino. Sobre o pensamento desses dois religiosos, pode-se afirmar que

FilosofiaUNISC2015

Dois são os temas capitais que dominam a Filosofia Medieval. Das alternativas apresentadas abaixo, marque aquela que indica de forma correta tais temas.

FilosofiaUNB2018

Texto I


[1] No filme Eu, Robô, um policial encarregado de
investigar o assassinato de um humano supostamente cometido
por uma máquina interroga um robô. Esse policial demonstra,
[4] desde o início do filme, uma atitude de reprovação em relação
ao desenvolvimento tecnológico dessas máquinas. Na cena do
interrogatório, ocorre o seguinte diálogo entre o policial e o robô.

[7] Policial: Por que se escondeu na cena do crime?
Robô: Eu tive medo.
Policial: Robôs não sentem medo. Eles não sentem nada. Não
[10] sentem fome, não sentem sono.
Robô: Eu tenho. E tenho até mesmo sonhos.
Policial: Seres humanos é que têm sonhos. Até cães têm
[13] sonhos. Você não. Você é só uma máquina. Uma imitação da
vida. Um robô consegue compor uma sinfonia? Um robô
consegue pintar uma bela obra-prima?
[16] Robô: Você consegue?
(O policial fica em silêncio, constrangido).


Texto II


[1] É preciso estender os dedos, completamente, nessa
direção e fazer o ensaio de captar essa assombrosa finesse —
de que o valor da vida não pode ser avaliado. Por um vivente
[4] não, porque este é parte interessada, e até mesmo objeto de
litígio, e não juiz; por um morto não, por outra razão. Da parte
de um filósofo, ver no valor da vida um problema permanece,
[7] dessa forma, até mesmo uma objeção contra ele, um ponto de
interrogação diante de sua sabedoria, uma falta de sabedoria.

F Nietzsche Crepúsculo dos ídolos O problema de Sócrates, #2

Tendo como referência os fragmentos de texto apresentados e considerando as noções filosóficas de natureza humana e a noção de vida em Nietzsche, julgue o item seguinte.

Do trecho “Da parte de um filósofo, ver no valor da vida um problema permanece, dessa forma, até mesmo uma objeção contra ele” (l. 5 a 7), do texto II, depreende-se que, para Nietzsche,

FilosofiaUNICENTRO2019

Do ponto de vista das reflexões filosóficas contemporâneas sobre o que foi a chamada Idade Média, é correto afirmar:

FilosofiaUEMA2013

Do ponto de vista da lógica formal, um argumento é improcedente quando se apresentam os princípios da universalidade e da contrariedade. Os referidos princípios estão presentes na seguinte opção:

FilosofiaUEMA2019

Leia o texto para responder à questão.

Assim diz o filósofo francês Gérard Lebrun:
Se, numa democracia, um partido tem o peso político, é porque tem força para mobilizar um certo número de eleitores. Se um sindicato tem peso político, é porque tem força para deflagrar uma greve. Assim, força não significa necessariamente a posse de meios violentos de coerção, mas de meios que me permitam influir no comportamento de outra pessoa. À força não é sempre (ou melhor, é rarissimamente) um revólver apontado para alguém; pode ser o charme de um ser amado, quando me extorque alguma decisão (uma relação amorosa é, antes de mais nada, uma relação de força; conferir as Ligações perigosas, de Lactos).

Em suma, a força é a canalização da potência, é a sua determinação. E é graça a ela que se pode definir a potência na ordem nas relações sociais ou, mais especificamente, políticas.

Fonte: LEBRUN, Gérard. O que é o poder. São Paulo: Brasiliense, 1981. (coleção Primeiros Passos)

Do exposto pelo filósofo Gérard Lebrun, pode-se afirmar que, do ponto de vista político, o conceito de poder e de força significa

FilosofiaUPE2016

O Princípio de Separação dos Poderes, embora tenha sido positivado por meio da revolução constitucionalista do final do século XVIII, tem raízes muito mais profundas, tendo em vista que a preocupação de atribuir as funções fundamentais do estado a órgãos distintos é objeto de reflexão e discussão desde os primórdios da organização estatal. A separação dos poderes do Estado tem suas bases definidas por meio de uma teoria, que se desenvolveu ao longo do tempo, mediante a reflexão de filósofos que remontam à Antiguidade, consagrandose efetivamente após a análise de Montesquieu, no século XVIII.

BARBOSA, Marília Costa. Revisão da Teoria da Separação dos Poderes do Estado. Escola Superior do Ministério Público do Ceará. (Adaptado)

Diante do contexto explicado, qual a principal característica da separação dos poderes nopensamento de Montesquieu?

FilosofiaUFPA2012

No contexto da cultura ocidental e na história do pensamento político e filosófico, as considerações sobre a necessidade de valores morais prévios na organização do Estado e das instituições sociais sempre foi um tema fundamental devido à importância, para esse tipo de questão, dos conceitos de bem e de mal, indispensáveis à vida em comum.

Diante desse fato da história do pensamento político e filosófico, a afirmação de Espinosa, segundo a qual “Se os homens nascessem livres, não formariam nenhum conceito de bem e de mal, enquanto permanecessem livres” (ESPINOSA, 1983, p. 264), quer dizer o seguinte: