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Assinale a alternativa em que o emprego do acento indicativo de crase está INCORRETO:

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Assinale a alternativa em que o acento indicativo de crase é obrigatório:

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Leia o trecho a seguir para responder à questão:

Cansado de rodar o dia inteiro em cima de uma bicicleta com uma pasta na garupa, recheada de mostruários, um talão de pedidos e um maço de promissórias vencidas, sentei-me naquele banco para fazer um balanço. Eu não estava preocupado com as vendas que fizera nem tampouco com as que faria para bodegueiros endividados, aos quais já me afeiçoara, a ponto de me render aos seus desesperados apelos: se ficassem sem mercadorias, aí é que não iam poder pagar as contas atrasadas. Porém, de modo algum, essa não iria ser a lógica do patrão, que jamais acreditaria nas boas intenções dos devedores e, naturalmente me poria a correr em busca de outra ocupação, já que como vendedor não passava de uma nulidade. Foi então que chegou o comunista, com um pacote do jornal “Novos Rumos”, que lhe era enviado do Rio para distribuição nestas bandas. Chamava-se Mário. Pigarreou para puxar conversa, mas eu não queria falar primeiro.

(Antônio Torres, “Tributo a um comunista”, no livro Sobre pessoas, p. 148-149. Texto adaptado.)

Assinale a alternativa em que há advérbio ou locução adverbial expressando, simultaneamente, ideia de negação e de tempo:

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Assinale a alternativa em que está INCORRETA a colocação do pronome oblíquo:

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Leia o trecho a seguir para responder à questão:

Ao entrar no consultório, observei o psiquiatra, que me pareceu circunspecto além do desejável. E é necessário sublinhar que, por um excesso de cautela, não me dirigi de modo abrupto a ele; por isso, ficamos calados um bom tempo. Por algum motivo desconhecido, veio-me à mente o poema “Pneumotórax”, de Manuel Bandeira. Na sala, nenhuma maquinaria. Só o sofá, a mesa do médico e ele, do outro lado. Meio reservado, eu não pensava em nenhum voo de minha alma, nenhuma abertura para quem queria devassar-me.

(MADEIRA, J. M. Crônicas indesejáveis, p. 37)

Assinale a alternativa em que as palavras apresentam CORRETA divisão silábica:

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Há muito tempo, o homem sonha construir máquinas que possam livrá-lo das tarefas entediantes do dia a dia. Durante todo o século XX, os escritores de ficção científica estavam preocupados em criar histórias sobre robôs que serviam seus mestres em tudo, sem reclamar e sem se cansar. Essa era uma visão tentadora, mas, do ponto de vista tecnológico, até o final do século XX continuava a ser um sonho remoto, simplesmente porque não houve meios de construir essas máquinas. Que atrasados ainda somos! E, apesar da rejeição de muitos, essa perspectiva tem um quê de atraente.

Alguns pesquisadores dos Estados Unidos, da Europa e do Japão continuam a perseguir, incansavelmente, o sonho de criar servidores robóticos multifuncionais, que possam fazer o trabalho pesado. A busca tem sido difícil e os progressos, lentos. No entanto, a partir do ano 2000, vêm sendo desenvolvidos robôs experimentais com considerável sofisticação. Muitos cientistas já se convenceram de que essa tecnologia não é apenas possível, mas inevitável. Hoje em dia, a “era dos robôs” continua situada em algum lugar do futuro, mas está cada dia mais próxima. Sendo assim, daqui a alguns anos, não pegaremos numa vassoura que não seja através de um robô.
Como dizia o escritor Oscar Wilde, a civilização precisa de escravos. Que os escravos sejam, então, as máquinas. Por isso, esses robôs têm que ser construídos, para que tenhamos um novo amanhecer em nossa vida, com um enlace entre homens e máquinas. (BALCH, Tucher. “As Maravilhosas máquinas inteligentes do futuro”. Texto adaptado.)

Assinale a alternativa em que aquilo que se afirma de palavra tirada do texto NÃO está correto:

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Há muito tempo, o homem sonha construir máquinas que possam livrá-lo das tarefas entediantes do dia a dia. Durante todo o século XX, os escritores de ficção científica estavam preocupados em criar histórias sobre robôs que serviam seus mestres em tudo, sem reclamar e sem se cansar. Essa era uma visão tentadora, mas, do ponto de vista tecnológico, até o final do século XX continuava a ser um sonho remoto, simplesmente porque não houve meios de construir essas máquinas. Que atrasados ainda somos! E, apesar da rejeição de muitos, essa perspectiva tem um quê de atraente.

Alguns pesquisadores dos Estados Unidos, da Europa e do Japão continuam a perseguir, incansavelmente, o sonho de criar servidores robóticos multifuncionais, que possam fazer o trabalho pesado. A busca tem sido difícil e os progressos, lentos. No entanto, a partir do ano 2000, vêm sendo desenvolvidos robôs experimentais com considerável sofisticação. Muitos cientistas já se convenceram de que essa tecnologia não é apenas possível, mas inevitável. Hoje em dia, a “era dos robôs” continua situada em algum lugar do futuro, mas está cada dia mais próxima. Sendo assim, daqui a alguns anos, não pegaremos numa vassoura que não seja através de um robô.
Como dizia o escritor Oscar Wilde, a civilização precisa de escravos. Que os escravos sejam, então, as máquinas. Por isso, esses robôs têm que ser construídos, para que tenhamos um novo amanhecer em nossa vida, com um enlace entre homens e máquinas. (BALCH, Tucher. “As Maravilhosas máquinas inteligentes do futuro”. Texto adaptado.)

Assinale a alternativa em que a palavra QUE exerce a função de advérbio de intensidade:

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Assinale a alternativa em que a palavra “meio” NÃO deveria variar, em virtude de ser advérbio:

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Assinale a alternativa em que a forma verbal NÃO apresenta nem vogal temática nem desinência número pessoal:

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Assinale a alternativa em que a figura de linguagem ou de construção colocada entre parênteses NÃO expressa corretamente o que se contém na frase: