AprendiAprendi
LiteraturaFACISA2014

A questão refere-se ao livroTudo o que eu queria te dizer, de Martha Medeiros

Sobre o livro de Martha Medeiros, não está correta a proposição:

LiteraturaFMABC2017

Sobre o livro Claro Enigma, de Carlos Drummond de Andrade, pode-se afirmar que

LiteraturaCAMPO REAL2018

Sobre o livro Claro Enigma, de Carlos Drummond de Andrade, assinale a alternativa correta.

LiteraturaUNIMONTES2013

Sobre o livro Cartas para Mariana, de Osmar Oliva, NÃO é correto afirmar:

LiteraturaUNIMONTES2015

Leia o fragmento abaixo, extraído de Cartas chilenas, de Tomás Antônio Gonzaga:

[...]
Ora pois, doce amigo, vou pintá-lo
da sorte que o topei a vez primeira;
nem esta digressão motiva tédio
como aquelas que são dos fins alheias,
que o gesto, mais o traje, nas pessoas
faz o mesmo que fazem os letreiros
nas frentes enfeitadas dos livrinhos,
que dão do que eles trazem boa ideia.
[...]

Sobre o livro Cartas chilenas, de Tomás Antônio Gonzaga, e sobre o filme O Aleijadinho, de Geraldo Pereira dos Santos, é INCORRETO afirmar:

LiteraturaUNIMONTES2014

Sobre o livro Capitães da Areia, de Jorge Amado, todas afirmativas abaixo estão corretas, EXCETO

LiteraturaUNICENTRO2010

Sobre o Guardador de Rebanhos, é INCORRETO afirmar que

LiteraturaUFT2022

Leia o fragmento de Vidas secas, de Graciliano Ramos, para responder à QUESTÃO.

A vida na fazenda se tornara difícil. Sinha Vitória benzia-se tremendo, manejava o rosário, mexia os beiços rezando rezas desesperadas. Encolhido no banco do copiar, Fabiano espiava a catinga amarela, onde as folhas secas se pulverizavam, trituradas pelos redemoinhos, e os garranchos se torciam, negros, torrados. No céu azul as últimas arribações tinham desaparecido. Pouco a pouco os bichos se finavam, devorados pelo carrapato. E Fabiano resistia, pedindo a Deus um milagre.

Mas quando a fazenda se despovoou, viu que tudo estava perdido, combinou a viagem com a mulher, matou o bezerro morrinhento que possuíam, salgou a carne, largou-se com a família, sem se despedir do amo. Não poderia nunca liquidar aquela dívida exagerada. Só lhe restava jogar-se ao mundo, como negro fugido.

Fonte: RAMOS, Graciliano. Vidas secas. Rio de Janeiro: Record, 2009, p. 117.

Sobre o fragmento, é CORRETO afirmar que o narrador conta a história para:

LiteraturaUFT2022

Leia o fragmento de O mulato, de Aluísio Azevedo, para responder à QUESTÃO.

– Mas, replica-lhe uma voz interior, que ele mal ouvia na tempestade do seu desespero; a natureza não criou cativos! Tu não tens a menor culpa do que fizeram os outros, e no entanto és castigado e amaldiçoado pelos irmãos daqueles justamente que inventaram a escravidão no Brasil!.

E na brancura daquele caráter imaculado brotou, esfervilhando logo, uma ninhada de vermes destruidores, onde vinham o ódio, a vingança, a vergonha, o ressentimento, a inveja, a tristeza e a maldade. E no círculo do seu nojo, implacável e extenso, entrava o seu país, e quem este primeiro povoou, e quem então e agora o governava, e seu pai, que o fizera nascer escravo, e sua mãe, que colaborara nesse crime. “Pois então de nada lhe valia ter sido bemeducado e instruído; de nada lhe valia ser bom e honesto?... Pois, naquela odiosa província, seus conterrâneos veriam nele, eternamente, uma criatura desprezível, a quem repelem todos do seu seio?...” E vinham-lhe então, nítidas à luz crua do seu desalento, as mais rasteiras perversidades do Maranhão; as conversas de porta de botica, as pequeninas intrigas que lhe chegavam aos ouvidos por intermédio de entes ociosos e abjetos, a que ele nunca olhara senão com desprezo. E toda essa miséria, toda essa imundícia, que até então se lhe revelara aos bocadinhos, fazia agora uma grande nuvem negra no seu espírito, porque, gota a gota, a tempestade se formara. E, no meio desse vendaval, um desejo crescia, um único, o desejo de ser amado, de formar uma família, um abrigo legítimo, onde ele se escondesse para sempre de todos os homens.

Fonte: AZEVEDO, Aluísio. O mulato. São Paulo: Ática, 1996, p.168.

Sobre o fragmento, assinale a alternativa INCORRETA.

LiteraturaUNITAU2011

(...) Senhor! Quando avistou o peru, no centro do terreiro, entre a casa e as árvores da mata. O peru, imperial, davalhe as costas, para receber sua admiração. Estalara a cauda, e se entufou, fazendo roda: o rapar das asas no chão – brusco, rijo, – se proclamara. Grugulejou, sacudindo o abotoado grosso de bagas rubras; e a cabeça possuía laivos de um azulclaro, raro, de céu e sanhaços; e ele, completo, torneado, redondoso, todo em esferas e planos, com reflexos de verdes metais em azulepreto – o peru para sempre. Belo, belo! Tinha qualquer coisa de calor, poder e flor, um transbordamento. Sua ríspida grandeza tonitruante. Sua colorida empáfia. Satisfazia os olhos, era de se tanger trombeta. Colérico, encachiado, andando, gruziou outro gluglu. O menino riu, com todo o coração. Mas só bisviu. Já o chamavam, para o passeio.

(“As margens da alegria” in Primeiras estórias , João Guimarães Rosa)

Sobre o fragmento acima, observe as seguintes afirmativas: I – Ocorrem neologismos e faz-se o registro do olhar infantil. II – Os recursos melódicos sobrepõem-se aos registros visuais. III – Os registros visuais culminam numa revelação da beleza. Está CORRETO apenas o que se afirma em: