Álvares de Azevedo e Carlos Drummond de Andrade são poetas representativos da poesia brasileira de séculos distintos, respectivamente XIX e XX.
Mesmo assim, podemos afirmar que a produção poética desses autores tem em comum:
O Renascimento foi importante para refazer conceitos estéticos e literários.
Merecem destaque na literatura:
Quincas Borba leu-me daí a dias a sua grande obra. O último volume compunha-se de um tratado político, fundado no Humanitismo. Reorganizada a sociedade pelo método dele; nem por isso ficavam eliminadas a guerra, a insurreição, a fome, as doenças; mas sendo esses supostos flagelos verdadeiros equívocos do entendimento, destinados a não influir sobre o homem, senão como simples quebra da monotonia universal, claro está que a sua existência não impediria a felicidade humana. Mas ainda quando tais flagelos correspondesse no futuro à concepção acanhada de antigos tempos, nem por isso ficava destruído o sistema porque sendo Humanitas a substância criadora e absoluta, cada indivíduo deveria achar a maior delícia do mundo em sacrificar-se ao princípio de que descende.
(Machado de Assis. Memórias póstumas de Brás Cubas, 1970. Adaptado.)Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, foi publicado, em primeira edição, em 1881. O romance mantém um diálogo crítico e irônico com alguns princípios filosóficos presentes e atuantes na sociedade brasileira da segunda metade do século XIX. A filosofia política do Humanitismo, exposta pelo personagem Quincas Borba, entende que
Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, e O Cortiço, de Aluísio de Azevedo, do final do século XIX, inauguram concepções estéticas e filosóficas que se opõem ao
Memórias Póstumas de Brás Cubas é um romance de Machado de Assis e integra a estética do Realismo brasileiro. Tem em Brás Cubas o personagem principal da narrativa. Deste personagem é possível afirmar que
Memórias de um sargento de milícias, de Manuel Antônio deAlmeida, foi originalmente publicado em capítulos semanais, no jornal Correio Mercantil, entre os anos de 1852 e 1853, sob a forma de folhetim. O recurso que, utilizado pelo narrador, explicita a forma original de publicação do romance é a
Memórias de um sargento de milícias, de Manuel Antônio de Almeida, é um romance que
Memórias de um sargento de milícias é um romance cujanarrativa se refere ao início do “tempo do rei”, quer dizer, o período joanino. No entanto, o romance foi escrito e publicado durante a fase final desse tempo, ou seja, durante o 2º. Reinado. Por isso, Memórias de um sargento de milícias contém elementos de uma sociedade
Memórias de um Sargento de Milícias cronologicamente faz parte da literatura romântica brasileira; no entanto, torna-se uma obra atípica em relação ao momento em que foi escrita. Das alternativas abaixo, indique a que não valida essa afirmação porque
“Refiro-me ao Conselheiro Alves. Tratando-se agora de limpar mais o Memorial, achou-se que a parte relativa a uns dois anos (1888-1889), se for decotada de algumas circunstâncias, anedotas, descrições e reflexões — para dar uma narração seguida, que talvez interesse, apesar da forma de diário que tem. Não houve pachorra, nem habilidade. Vai como estava, mas desbastada e estreita, conservando só o que o liga o mesmo assunto. Resto aparecerá um dia, se aparecer algum dia.” (Machado de Assis)
O Memorial de Aires foi escrito entre 9 de janeiro de 1888 e 30 de setembro de 1889, em forma de diário, cujos capítulos são enumerados por datas (dia e mês) e outros não, com títulos, como À noite, À tarde, Após sábado, Fim de maio, Seis horas da tarde, Véspera de embarque, etc.
Memorial de Aires apresenta formato semelhante ao de Memórias Póstumas de Brás Cubas e foi escrito com a intenção ou finalidade de