Leia os versos a seguir.
Por você
Maurício BarrosMauro Sta. Cecília e
Roberto Frejat
“Por você eu dançaria tango no teto
Eu limparia os trilhos do metrô
Eu iria a pé do Rio a Salvador
Eu aceitaria a vida como ela é
Viajaria a prazo pro inferno
Eu tomaria banho gelado no inverno (...)”
Muitas vezes, quando buscamos um sentido mais expressivo para aquilo que dizemos ou escrevemos, usamos construções conotativas, ou seja, atribuímos-lhe o sentido figurado.
Nesse sentido, a figura de linguagem que se aplica ao texto apresentado é:
As figuras de linguagem são recursos expressivos utilizados para ampliar a comunicação, saindo do plano literal para produzir exagero, lirismo, estranheza, ampliando as formas de expressão humana.
Na frase “você tem um coração de pedra”, a figura de linguagem correta é a:
Leia o poema “Prece”, de Rubenio Marcelo, para responder à questão.
“que seja conferido
com fogo sagrado
o ferro que fere o sentido
do verso…
a poesia não malha em ferro morno
– é flama imutável
[somente por meio das suas artérias
emana hálito de jasmim
da garganta da palavra]
Ah, Poesia,
que a tua nudez e o teu espírito
as nossas mãos
aqueçam…”
Feita a leitura e a análise do poema, assinale a alternativa que NÃO corresponde aos sentidos produzidos ou aos recursos empregados pelo poeta.
A tipologia textual refere-se ao modo como um texto se apresenta, visando a responder a diferentes intenções comunicativas. Considere o trecho a seguir.
“Era um burrinho pedrês, miúdo e resignado, vindo de Passa-Tempo, Conceição do Serro, ou não sei onde no sertão. Chamava-se Sete-de Ouros, e já fora tão bom, como outro não existiu e nem pode haver igual.
Agora, porém, estava idoso, muito idoso. Tanto, que nem seria preciso abaixar-lhe a maxila teimosa, para espiar os cantos dos dentes. Era decrépito mesmo a distância: no algodão bruto do pelo – sementinhas escuras em rama rala e encardida; nos olhos remelentos, cor de bismuto, com pálpebras rosadas, quase sempre oclusas, em constante semi-sono; e na linha, fatigada e respeitável – uma horizontal perfeita, do começo da testa à raiz da cauda em pêndulo amplo, para cá, para lá, tangendo as moscas.
João Guimarães Rosa. Sagarana. 31 ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990.Em qual tipologia o trecho se enquadra?
Enquanto construção cultural, o corpo se traduz em fonte de símbolos que expressa significados em cada época. Dentre os diferentes significados ao corpo, podem ser citados: corpo como recipiente da alma, corpo como recipiente da mente, corpo como máquina, corpo como objeto a ser moldado, corpo híbrido.
No que tange ao corpo como objeto a ser moldado, influenciado pela mídia e pela imposição social de um corpo malhado, nas últimas décadas diferentes mecanismos têm sido utilizados para se obter os resultados desejados – exercícios físicos, uso de anabolizantes, cirurgias plásticas, entre outros.
Em específico ao uso do exercício físico para se obter um corpo malhado, distorções psicológicas têm sido observadas em relação à imagem corporal, entre elas, a vigorexia, que consiste em:
O que há de errado com a nossa sociedade? As ações antrópicas em prol do desenvolvimento econômico têm desencadeado no planeta uma série de impactos ambientais nocivos e altamente poluidores ao longo de anos, como está representado na imagem a seguir.
É uma interpretação correta da imagem:
Observe atentamente a imagem a seguir.
É possível afirmar que o caráter humorístico da imagem se deve:
A questão avaliaconhecimentos sobre diferentes itens do conteúdo previsto para a prova e tomam como referência o seguinte texto:
“Mulher proletária”
Mulher proletária – única fábrica
que o operário tem, (fábrica de filhos)
tu
na tua superprodução de máquina humana
forneces anjos para o Senhor Jesus,
forneces braços para o senhor burguês.
Mulher proletária,
o operário, teu proprietário
há de ver, há de ver:
a tua produção,
a tua superprodução,
ao contrário das máquinas burguesas
salvar teu proprietário.
É correto afirmar que o duplo sentido do adjetivo “proletário” atravessa todo o poema, EXCETO no par:
Leia o trecho a seguir de Marília de Dirceu, de Tomás Antonio Gonzaga.
“Eu, Marília, não sou algum vaqueiro,
Que viva de guardar alheio gado;
De tosco trato, d’expressões grosseiro,
Dos frios gelos, e dos sóis queimado.
Tenho próprio casal, e nele assisto;
Dá-me vinho, legume, fruta, azeite;
Das brancas ovelhinhas tiro o leite,
E mais as finas lãs, de que me visto.
Graças, Marília bela,
Graças à minha Estrela!”
O fragmento possui uma característica eminente que é mesclar dois esquemas de rimas, produzindo um ritmo notável.
É correto afirmar que esses esquemas são, respectivamente, rimas:
Leia o texto a seguir.
De acordo com as funções da linguagem, é correto afirmar que o texto jornalístico utiliza predominantemente a função: