Considere o seguinte início de um texto retirado de uma coluna do jornal Folha de São Paulo.
Ao longo da história, grandes civilizações emergiram, brilharam e se extinguiram enfim, deixando legados culturais fascinantes. O legado escrito é especialmente importante, pelo detalhe que pode nos dar sobre as vidas desses povos, suas alegrias e frustrações.
Numere os parênteses abaixo, identificando a ordem das ideias que vêm na sequência, para que o conjunto apresente lógica textual.
( ) Mas os inimigos sabiam bastante sobre eles, como, por exemplo, que estavam escritos em alemão e que tratavam da guerra.
( ) Isto também explica por que, ao contrário do que acontece na criptografia, o computador tem um papel menor na interpretação das escritas mortas, que permanece um domínio do intelecto humano.
( ) Mas o segredo de muitas dessas escritas foi esquecido com o passar dos séculos, tornando seus textos incompreensíveis. Os códigos secretos alemães gerados na 2ª Guerra Mundial por máquinas como a Enigma foram feitos para serem difíceis de decifrar.
( ) Para agravar, normalmente dispomos de poucos textos.
( ) No caso de escritas antigas, cujas culturas e idiomas se perderam há muito, essas informações não existem.
( ) Isso, a par de outras informações, como os manuais capturados em submarinos alemães, foi fundamental para “quebrar” esses códigos.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta dos parênteses, de cima para baixo.
Em entrevista à Revista Veja (https://veja.abril.com.br/paginas-amarelas/salman-khan-o-ensino-on-line-veio-paraficar/), o professor Salman, celebridade admirada por Bill Gates e seguida por milhões mundo afora, ensina os ingredientes de uma boa lição via internet. A seguir, são reproduzidas algumas das perguntas a que ele respondeu.
Numere a coluna de baixo, relacionando as respostas com as respectivas perguntas.
1. Por que a experiência de aulas on-line tem deixado tanta gente frustrada?
2. Mesmo com a abertura das escolas, em muitos casos as aulas on-line seguirão em um sistema híbrido. Como fazer com que funcionem daqui para a frente?
3. Interatividade tem a ver com música, ilustrações, filmes durante a aula?
4. Como minimizar o aprofundamento da distância escolar entre alunos mais ricos e mais pobres na pandemia?
( ) O mandamento número 1 é fugir da convencional aula-palestra, com o professor tagarelando durante uma hora, sem instar a turma a participar ou engatar em uma atividade, um desafio qualquer.
( ) Ninguém estava preparado para uma mudança tão rápida e profunda, capaz de chacoalhar o modo como as pessoas sempre ensinaram e aprenderam. [...] As condições eram desfavoráveis. Pesquisas mostram que só aqueles 10%, 20% que extraem motivação de si próprios têm o aparato para se sair bem.
( ) As autoridades devem se mexer com toda a pressa para que todos tenham pelo menos acesso a um computador com conexão.
( ) Não há comprovação nenhuma de que ela precise ter cara de show – uma tentação constante que, no lugar de ajudar, às vezes só serve para tirar o foco do essencial. O que funciona mesmo é pôr a garotada para participar.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna de baixo, de cima para baixo.
Na coluna de baixo, são apresentadas perguntas feitas ao artista William Kentridge, em entrevista concedida ao jornal El País. Numere a coluna de baixo, relacionando as respostas às respectivas perguntas.
1. O que faz com que uma obra seja percebida como verdadeira?
2. Nasceu em Johanesburgo e viveu em uma minoria dentro da minoria branca: a dos que se opunham ao apartheid. Sua família defendia os direitos dos negros. Como foi a sua infância?
3. Sua mulher [Anne Stanwix] é australiana. Chegou com 16 anos, se conheceram na escola e desde então permanecem juntos. Nada mal para um homem que se descreve como instalado na dúvida perpétua.
4. Em 25 anos, como o seu país evoluiu?
( ) Faz parte das minhas contradições. Pouco antes de conhecê-la, decidi que tinha nascido no país errado e com cinco anos de atraso. Se estivesse com 18 e em Paris, Berlim ou Berkeley teria feito parte da revolta estudantil em vez de estar enredado na África do Sul, onde não acontecia nada.
( ) Muita gente esperava uma mudança radical de vida. E o que se passou é que há uma classe média branca e outra negra que, numericamente, já são iguais (quatro milhões cada raça). Mas para a classe trabalhadora a vida não mudou. Sua situação, embora não tão ruim, é de grande pobreza e desespero.
( ) Se você dá a mesma fotografia a duas pessoas, cada uma dirá coisas diferentes. Isso significa que só podem estar falando de si mesmas. Não veem a fotografia, veem a si mesmas. Por isso uma das funções do artista é lembrar o espectador que quando olha uma obra não está vendo uma verdade, mas uma projeção.
( ) Privilegiada, branca, suburbana. Tínhamos babás e criados. Fui a uma escola em que só podiam entrar crianças brancas. E me parecia que isso era o normal.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
Assinale a alternativa em que a ocorrência ou não de crase está corretamente identificada.
Assinale a alternativa corretamente pontuada.
A charge abaixo tematiza:
[1] A felicidade é, e deve ser, um bem público, já que
todos os seres humanos a almejam. Ela não pode ser
deixada exclusivamente a cargo de dispositivos e esforços
privados. Se o planejamento governamental e, portanto,
[5] as condições macroeconômicas do país forem adversos
à felicidade, esse planejamento fracassará como uma
meta coletiva. Os governos precisam criar condições
conducentes à felicidade, na qual os esforços individuais
possam ser bem sucedidos.
[10] A política pública nasce dos anseios da população
e é orquestrada pelo poder Executivo, nas esferas
municipal, estadual e federal, sendo necessária para
educar os cidadãos sobre a felicidade coletiva. As
pessoas podem fazer escolhas erradas que, por sua
[15] vez, podem desviá-las da felicidade. Planejamentos de
política pública corretos podem lidar com tais problemas,
e reduzi-los, impedindo, assim, que ocorram em larga
escala.
LUSTOSA, Alberto Elia; MELO, Lucelena Fátima de. Felicidade Interna Bruta (FIB) – Índice de Desenvolvimento Sustentável. Disponível em: <http://www.seplan.go.gov.br/sepin/pub/conj/conj14/artigo05.pdf>. Acesso em: 24 fev. 2014. Adaptado.Um dos argumentos apresentados pelos articulistas para defender a importância da participação da política pública na constituição da felicidade, como bem público, está presente em
Malala luta pelo acesso à escola de meninas no Paquistão e sobreviveu a uma tentativa de homicídio por parte de talibãs, em 2012. A jovem foi baleada por militantes em 9 outubro de 2012, no vale de Swat, na província rebelde paquistanesa de Khyber Pakhtunkhwa. O Talibã assumiu a autoria do ataque, alegando em comunicado que Malala foi visada por promover o “secularismo” no país. Depois de receber tratamento médico inicial no Paquistão, Malala foi enviada para o Reino Unido, onde reside atualmente com sua família.
Antes do atentado, Malala vinha fazendo campanha pelo direito das meninas à educação em Swat, além de ser uma crítica veemente dos extremistas islâmicos. Ela foi elogiada mundo afora por escrever sobre as atrocidades do Talibã num blog da BBC no idioma urdu.
Malala percorreu um longo caminho desde então, sendo um ícone internacional da resistência, do fortalecimento das mulheres e do direito à educação. Entre as numerosas distinções que recebeu está o prestigioso prêmio de direitos humanos Sakharov, da União Europeia. Ela também foi a ganhadora do Prêmio Nobel da Paz em 2014. Em seu próprio país, no entanto, é desprezada por muitos, que a acusam de ser agente dos EUA, decidida a difamar o Paquistão e o islã.
Em 2017, Malala foi nomeada Mensageira da Paz pela ONU. Numa cerimônia na sede das Nações Unidas em Nova York, o secretário-geral da ONU, António Guterres, entregou-lhe o grande prêmio, dizendo ter-se sentido inspirado pelo “compromisso inabalável” da jovem com a paz, assim como por sua “determinação em promover um mundo melhor”.
MALALA YOUSAFZAI vem a São Paulo falar sobre direito à educação Disponível em: http://www.cartaeducacao.com.br. Acesso em: set. 2018.Tomando como referência os conhecimentos sobre acentuação gráfica, é correto afirmar que os vocábulos,
O tempo da história e o da vida. Distintos, completamente, deveria ter cada qual um nome. Não se confundiriam. Seriam independentes e livres. Cada um na sua. O da vida dependeria do humano. Teria seus limites impostos por ele. O da história existiria sem um fim necessário. Nomes diferentes dariam a eles independência para ter relação com os valores, a moral, as virtudes, a ética, o equilíbrio das diferenças em cada momento.
O tempo da vida do humano. O tempo da história. Debates não seriam sufocados, circunstâncias não silenciariam projetos, aspectos morais teriam seus espaços e preservar-se-ia a verdadeira ética que não guarda relação alguma com picuinhas ou cerimonialismos.
A ética que tem como valor o humano. Não o individual, o uno, mas o coletivo. O humano que não pode ser desgraçado por interesses comerciais, mesquinhez de costumes ou sentimentos preconceituosos. O humano que se defronta com problemas de cada tempo e aceita superá-los. Sem vícios.
O FIM do tempo único. Disponível em: . Acesso em: abr. 2018. Editorial.
Segundo o editorial da Revista Fórum, o tempo
A Agência Nacional de Saúde Suplementar, ANS, aprovou, em fevereiro de 2021, um novo rol de procedimentos de cobertura obrigatória por parte dos planos de saúde, mas ainda ficaram alguns que poderão ser incluídos em um futuro próximo.
Disponível em: https://www.extra.globo.com/economia. Acesso: out. 2021. Adaptado.Determinado paciente, necessitando realizar um procedimento médico de cobertura ainda não obrigatória, fez uma pesquisa de preço e encontrou a possibilidade de fazer o pagamento de três maneiras distintas:
⇒ usando “pix”, com 10% de desconto;
⇒ usando cartão de débito, sem desconto;
⇒ usando cartão de crédito, parcelado em 5 vezes com um acréscimo de 15%.
Sabendo-se que a diferença entre o valor pago usando cartão de crédito e o valor pago usando “pix” é de R$ 375,00; o valor a ser pago usando cartão de débito, em reais, é