TEXTO
“Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira”
(Carlos Drummond de Andrade)
TEXTO
“Rios te correrão dos olhos, se chorares”
(Olavo Bilac)
Os versos de Drummond e de Olavo Bilac apresentam uma mesma figura de linguagem.
Trata-se de
Texto para aquestão.
Há médicos e médicos. Uns trabalham todos os
dias para salvar a vida de outras pessoas. Sabem que, ao
final, vão perder, mas voltam ao combate após cada
derrota. Convivem diariamente com a morte e, em muitos
[5] casos, derramam lágrimas amargas, em algum lugar onde
não possam ser vistos, quando um paciente se vai.
Essa é a cruz que carregam em sua vida. É, também, a sua
honra. Outros têm o mesmo diploma, mas não são a
mesma coisa. Suas relações com os pacientes mantêm-se,
[10] impessoais, e, como acontece em tantas outras profissões,
seu objetivo prioritário é ganhar dinheiro. Praticam atos
duvidosos de autopromoção e dedicam boa parte de seus
esforços às atividades de relações públicas. Para alguns, o
grande sonho profissional é aparecer na Ilha de Caras e ter
[15] atrizes da Globo ou “celebridades” na lista de “clientes”.
Tendo em vista a construção linguística do fragmento acima, pode-se depreender que
Texto para aquestão.
O ENIGMA DE WUHAN
OMS desfaz crenças ao não encontrar sinal de que mercado chinês disseminou Covid
A mais luminosa perspectiva de emancipação aberta pela ciência está no confronto das hipóteses contra os fatos. Por meio desse teste, desfazem1-se lendas alimentadas por desavisados, como as relativas à origem chinesa da Covid-19.
A verdade é que se detectou o foco original da pandemia na região de Wuhan, província de Hubei. Na segunda quinzena de novembro de 2019, surgiram2 os primeiros casos de uma pneumonia atípica grave na cidade, e as suspeitas recaíram sobre um mercado atacadista de frutos do mar frequentado por dezenas de doentes.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao. Acesso em: 8 fev. 2021.Sobre os verbos destacados nesse texto, pode-se constatar que
Sobre os aspectos sintáticos dessa campanha, pode-se constatar que
Texto para a questão.
Salta à vista, na abordagem da ética e da
verdade do paciente, que se fica, mais uma vez, diante da
pergunta feita por Pôncio Pilatos a Jesus Cristo,
encarando, como estava, um homem pleno de sua
[5] verdade, portanto de uma determinada sorte de verdade;
Pilatos, pois, perguntou: “O que é a verdade?” E é
evidente que um e outro detinham e se cingiam a
verdades díspares.
É corrente a afirmação de que muitos
[10] pacientes não querem saber a verdade de sua doença,
quando grave, ou que procuram, de toda maneira,
enganar-se. Acredita-se que o médico não deva ser
cúmplice dessa tendência, salvo se a verdade proferida
dos fatos for mais deletéria do que a sua exclusão. (...)
[15] Ademais, a mentira piedosa, o engodo ou a não verdade
podem até redundar em escândalo, em atitudes ainda
mais dramáticas, ou se revestir de implicações de ordem
legal.
Sobre os aspectos semânticos e linguísticos do texto, é correto afirmar que
Texto para responder à questão.
Se você é médico, ponha de lado aquele seu
livrinho com o juramento de Hipócrates e aprenda a
traduzir hieróglifos. Egiptólogos ingleses querem
destronar o grego conhecido como o Pai da Medicina e
[5] esperam coroar os sábios do Nilo, que o precederam em
1.000 anos. Para tanto, baseiam-se no conteúdo dos
papiros em que são ditadas substâncias e fórmulas
usadas até hoje pela Medicina. Na lista datada do meio
do século XIX a.C., encontram-se produtos farmacêuticos
[10] como mel, resinas e alguns metais conhecidos como
antibióticos para o tratamento de feridas. O importante
é que isso indica que os egípcios tinham conhecimento
da relação de causa e efeito de cada produto e aplicavam
a ciência da farmacêutica, que visa à cura pela mudança
[15] interna do corpo ativada por meio de substâncias
terapêuticas. Em outras palavras, quase mil e quinhentos
anos antes do esforço de racionalização e sistematização
ocorrido na Grécia, a civilização egípcia já se aproximava
de uma relação quase científica com o corpo humano,
[20] mesmo sob uma prática bastante ritualizada.
Sobre os aspectos semânticos do texto, pode-se dizer que
Texto para responder à questão.
Se você é médico, ponha de lado aquele seu
livrinho com o juramento de Hipócrates e aprenda a
traduzir hieróglifos. Egiptólogos ingleses querem
destronar o grego conhecido como o Pai da Medicina e
[5] esperam coroar os sábios do Nilo, que o precederam em
1.000 anos. Para tanto, baseiam-se no conteúdo dos
papiros em que são ditadas substâncias e fórmulas
usadas até hoje pela Medicina. Na lista datada do meio
do século XIX a.C., encontram-se produtos farmacêuticos
[10] como mel, resinas e alguns metais conhecidos como
antibióticos para o tratamento de feridas. O importante
é que isso indica que os egípcios tinham conhecimento
da relação de causa e efeito de cada produto e aplicavam
a ciência da farmacêutica, que visa à cura pela mudança
[15] interna do corpo ativada por meio de substâncias
terapêuticas. Em outras palavras, quase mil e quinhentos
anos antes do esforço de racionalização e sistematização
ocorrido na Grécia, a civilização egípcia já se aproximava
de uma relação quase científica com o corpo humano,
[20] mesmo sob uma prática bastante ritualizada.
Sobre os aspectos linguísticos na organização textual, pode-se entender que
Sobre o termo “inflamação” apresentado na figura acima, pode-se afirmar que é
Texto para a questão.
ÓBITO DO AUTOR
Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações me levaram a adotar diferente método: a primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para quem a campa foi outro berço; a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisés, que também contou a sua morte, não a pôs no introito, mas no cabo; diferença radical entre este livro e o Pentateuco.
Disponível em: http://www.biblio.com.br/defaultz.asp?link=http://www.biblio.com.br/ conteudo/MachadodeAssis/brascubas.htm. Acesso em: 30 de jan. de 2015.Sobre o livro do defunto autor e o Pentateuco, de Moisés, a partir desse trecho, pode-se atestar que
RESPONSÁVEL POR BARRAGEM QUE ROMPEU EM BRUMADINHO, VALE AINDA RESPONDE NA JUSTIÇA POR DESASTRE EM MARIANA
Vale fechou acordo com MP de Minas para o pagamento de indenizações, mas a ação na Justiça Federal ainda não teve julgamento. O desastre ambiental de 2015 foi o pior já ocorrido no Brasil.
Disponível em: https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/01/25/responsavel-pela-barragem-que-rompeu-em-brumadinho-vale-ainda-responde-na-justica-por-desastre-em-mariana.ghtml. Acesso em: 2 fev. 2019.
A “Vale S.A.”, citada na reportagem, é uma das mais importantes empresas de mineração do mundo.
Sobre essa empresa, é correto afirmar que