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PortuguêsUnichristus2016

Texto para aquestão.

O pai da Medicina Ocidental, o médico e
filósofo grego Hipócrates, gostava de repetir, enquanto
cuidava de seus pacientes, que “o homem é uma parte
integral do cosmo, e só a natureza pode tratar seus
[5] males”. Com isso, ele queria mostrar que as causas da
doença eram naturais – e não punições divinas como se
acreditava até então – e lembrar que o equilíbrio e a
saúde do corpo estão diretamente ligados ao ambiente
em que vivemos. Essa mesma frase voltou a soar atual
[10] nos últimos anos, ao mesmo tempo em que ocorre uma
popularização dos métodos alternativos à mesma
Medicina Ocidental que Hipócrates fundou.
A partir do século XVII, quando as ideias do
filósofo René Descartes começaram a influenciar a
[15] ciência, os tratamentos médicos passaram a ver o corpo
humano como uma máquina em que cada parte tinha
uma função específica e independente. Para Descartes,
entendendo-se cada uma das partes, entende-se o todo.
Simples assim. A Medicina Moderna, esquecendo o
[20] conselho de Hipócrates, ergueu-se sobre esse
pressuposto e ainda está bastante apoiada nele. Hoje, a
teoria de Descartes já não faz muito sentido. A ciência
mais que provou a intrínseca relação entre mente e
corpo e suas consequências para a saúde humana.
[25] Também está claro que isolar uma parte do corpo e
desconsiderar o resto é receita segura para efeitos
colaterais inesperados.

Disponível em: http://super.abril.com.br/ciencia/medicina-alternativa. Acesso em: 20 mar. de 2016.

Sobre as relações de coesão no texto,

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Texto para aquestão.

O pai da Medicina Ocidental, o médico e
filósofo grego Hipócrates, gostava de repetir, enquanto
cuidava de seus pacientes, que “o homem é uma parte
integral do cosmo, e só a natureza pode tratar seus
[5] males”. Com isso, ele queria mostrar que as causas da
doença eram naturais – e não punições divinas como se
acreditava até então – e lembrar que o equilíbrio e a
saúde do corpo estão diretamente ligados ao ambiente
em que vivemos. Essa mesma frase voltou a soar atual
[10] nos últimos anos, ao mesmo tempo em que ocorre uma
popularização dos métodos alternativos à mesma
Medicina Ocidental que Hipócrates fundou.
A partir do século XVII, quando as ideias do
filósofo René Descartes começaram a influenciar a
[15] ciência, os tratamentos médicos passaram a ver o corpo
humano como uma máquina em que cada parte tinha
uma função específica e independente. Para Descartes,
entendendo-se cada uma das partes, entende-se o todo.
Simples assim. A Medicina Moderna, esquecendo o
[20] conselho de Hipócrates, ergueu-se sobre esse
pressuposto e ainda está bastante apoiada nele. Hoje, a
teoria de Descartes já não faz muito sentido. A ciência
mais que provou a intrínseca relação entre mente e
corpo e suas consequências para a saúde humana.
[25] Também está claro que isolar uma parte do corpo e
desconsiderar o resto é receita segura para efeitos
colaterais inesperados.

Disponível em: http://super.abril.com.br/ciencia/medicina-alternativa. Acesso em: 20 mar. de 2016.

Sobre as ideias veiculadas no texto, pode-se atestar que

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Texto para aquestão.

O pai da Medicina Ocidental, o médico e
filósofo grego Hipócrates, gostava de repetir, enquanto
cuidava de seus pacientes, que “o homem é uma parte
integral do cosmo, e só a natureza pode tratar seus
[5] males”. Com isso, ele queria mostrar que as causas da
doença eram naturais – e não punições divinas como se
acreditava até então – e lembrar que o equilíbrio e a
saúde do corpo estão diretamente ligados ao ambiente
em que vivemos. Essa mesma frase voltou a soar atual
[10] nos últimos anos, ao mesmo tempo em que ocorre uma
popularização dos métodos alternativos à mesma
Medicina Ocidental que Hipócrates fundou.
A partir do século XVII, quando as ideias do
filósofo René Descartes começaram a influenciar a
[15] ciência, os tratamentos médicos passaram a ver o corpo
humano como uma máquina em que cada parte tinha
uma função específica e independente. Para Descartes,
entendendo-se cada uma das partes, entende-se o todo.
Simples assim. A Medicina Moderna, esquecendo o
[20] conselho de Hipócrates, ergueu-se sobre esse
pressuposto e ainda está bastante apoiada nele. Hoje, a
teoria de Descartes já não faz muito sentido. A ciência
mais que provou a intrínseca relação entre mente e
corpo e suas consequências para a saúde humana.
[25] Também está claro que isolar uma parte do corpo e
desconsiderar o resto é receita segura para efeitos
colaterais inesperados.

Disponível em: http://super.abril.com.br/ciencia/medicina-alternativa. Acesso em: 20 mar. de 2016.

Sobre a organização linguística do texto, pode-se constatar que

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Sobre a linguagem dessa campanha, pode-se afirmar que

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Texto referente à questão.

MOMENTO DE LOUCURA

Desde a invenção da lâmpada pelo norte-
-americano Thomas Edison, em 1879, o homem vem
buscando formas de utilizar a luz para outros fins além
da iluminação artificial. Quase um século depois, em
[5] 1960, o resultado dessa busca culminou em outra
grande invenção, que serviu como divisor de águas para
a adoção da luz em aplicações tecnológicas. Trata-se do
Laser, sigla para Light Amplification by Stimulated
Emission of Radiation, ou Amplificação da Luz por
[10] Emissão Estimulada de Radiação, criado pelo também
americano Theodore Maiman. O que no início era
tratado somente como um feixe de luz, sem grande
utilidade prática, atualmente é empregado em larga
escala na indústria e nas telecomunicações graças ao
[15] advento da fibra ótica.

Na Medicina, o Laser também vem sendo
adotado no campo das pesquisas com sucesso.
No Rio de Janeiro, o Laboratório de Instrumentação e
Fotônica (LIF), do Instituto Alberto Luiz Coimbra de
[20] Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da
Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ),
desenvolve há cinco anos um projeto de criação de um
sensor baseado em fibra ótica para a detecção rápida de
bactérias. Segundo explica Marco Miguel, professor do
[25] Instituto de Microbiologia da UFRJ, “a proposta é reduzir
o tempo de análise laboratorial, que antes era de cinco
dias, para minutos, permitindo maior agilidade em
diagnósticos clínicos, controles de qualidade e análises
ambientais”.

Globo Ciência, Site, p. 1 - 1, 12 nov. 2011

Sobre a intenção comunicativa desse texto, entende-se que

PortuguêsUnichristus2020

Observe estas manchetes de um site jornalístico.


Manchete 1
Brasil é o único país que, após 100 dias de Covid-19, não achatou a curva
Manchete 2
Pesquisadores da UnB vão estudar efeitos do coronavírus em grávidas e bebês
Manchete 3
Coronavírus se espalha pelo ambiente mesmo havendo o uso de máscaras

Disponível em: https://www.metropoles.com/ao-vivo/ultimas-noticias-coronavirus-brasil-mundo. Acesso em: 19 mar. 2020.

Sobre a estruturação linguística desses enunciados, pode-se concluir que

PortuguêsUnichristus2018

AGRICULTURA FAMILIAR

Segundo dados do último Censo Agropecuário, a agricultura familiar representa 84,4% dos estabelecimentos agropecuários brasileiros e é o setor responsável pela base econômica de 90% dos municípios com até 20 mil habitantes e responde por 38% do valor bruto da produção agropecuária nacional.

Esses agricultores ocupam um quarto da terra agrícola, mas produzem 87% da mandioca do país, 69% do feijão, 59% dos porcos, 58% dos lácteos, 50% dos frangos, 46% do milho, 33,8% do arroz e 30% do gado do Brasil.

“O agricultor familiar tem um papel importante no desenvolvimento do nosso país, conquistou [desde o governo de Fernando Henrique Cardoso] políticas públicas e reforçou economicamente o setor. Tivemos uma melhora significativa nas condições de vida do agricultor familiar”, diz o coordenador-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar do Brasil, Marcos Rochinski.

Disponível em: http://exame.abril.com.br/economia.. Acesso em: 6 de agosto de 2017.

Segundo o texto, a agricultura familiar é

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Leia a charge para responder à questão.

Para obter o humor na charge acima, o autor utilizou-se de um processo denominado

PortuguêsUnichristus2015

Texto para aquestão.

[...] aos olhos da sociedade, a mera existência
de um juramento solene dá a impressão de que somos
sacerdotes e de que devemos dedicação total aos que
nos procuram, sem manifestarmos preocupação com
[5] aspectos materiais, como as condições de trabalho ou a
remuneração pelos serviços prestados, para a felicidade
de tantos empresários gananciosos. [...] O que faz da
Medicina uma profissão respeitável não são as noites em
claro nem o conteúdo do que juramos uma vez na
[10] vida, muito menos a aparência sacerdotal, mas o
compromisso diário com os doentes que nos procuram e
com a promoção de medidas para melhorar a saúde das
comunidades em que atuamos.
Para cumprir o que a sociedade espera de nós,
[15] é preciso lutar por salários dignos, porque hoje é
humanamente impossível ser bom médico sem assinar
revistas especializadas, ter acesso à internet, frequentar
congressos e estar alfabetizado em inglês, língua
oficial das publicações científicas. Num campo em que
[20] novos conhecimentos são produzidos em velocidade
vertiginosa, os esforços para acompanhá-los devem fazer
parte de um projeto permanente. Medicina não é
profissão para aqueles que têm preguiça de estudar.
Apesar de absolutamente necessário, o
[25] domínio da técnica não basta. O exercício da Medicina
envolve a arte de ouvir as pessoas, de observá-las, de
examiná-las, de interpretar-lhes as palavras e de discutir
com elas as opções mais adequadas. O tempo dos que
impunham suas condutas sem dar explicações, em
[30] receituários cheios de garranchos, já passou e não
voltará.

Disponível em: http://drauziovarella.com.br/drauzio/o-juramentode-hipocrates/. Acesso em: 10 de fev. de 2015.

Para o autor, além do domínio da técnica, o exercício da Medicina implica prioritariamente

PortuguêsUnichristus2020

Raimundo tinha vinte e seis anos e seria um tipo acabado de brasileiro se não foram os grandes olhos azuis, que puxara do pai. Cabelos muito pretos lustrosos e crespos; tez morena e amulatada, mas fina; dentes claros que reluziam sob a negrura do bigode; estatura alta e elegante; pescoço largo, nariz direto e fronte espaçosa.

AZEVEDO, Aluísio. O mulato. Disponível em: www.dominiopublico.gov.br. Acesso em: 14 jul. 2020.

O narrador desse fragmento retrata uma personagem.

Para isso, ele utilizou, predominantemente, uma descrição