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PortuguêsUENP2017

Leia o excerto a seguir

BISAZINHA

Minha avozinha,

tão franzidinha,

quem te secou?

Foi o vento, meu netinho,

foi o vento que ventou.

(BANDEIRA, P. Cavalgando o arco-íris. 17. ed. São Paulo: Moderna, 1991.)

Em relação ao emprego das vírgulas nos versos “Foi o vento, meu netinho, foi o vento que ventou”, assinale a alternativa correta.

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Em relação à charge, assinale a alternativa incorreta.

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A canção Panamericana (ao Sol de Parador), lançada em 1989, trazia uma série de perguntas:

Quem são os ditadores do Partido Colorado?

O que é a democracia ao sul do Equador?

Quem são os militares ao sul da Cordilheira?

Quem são os salvadores do povo de El Salvador?

Quem são os assassinos dos índios brasileiros?

Quem são os estrangeiros que financiam o terror?

Quem são os Montoneros? Quem são los Tupamaros?

Las madres e abuelitas na praça de maio?

Quem são os contrarrevolucionários de Sandino?

O que é a presidência no Canal do Panamá?

(Adaptado de: BRANDÃO, A.; LOBÃO; PAES, T. In. LOBÃO. Lobão e os Presidentes – Sob o Sol de Parador. RCA, 1989. LP. Faixa 1.)

Com base nos conhecimentos prévios sobre o contexto a que se refere a canção, assinale a alternativa correta.

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Leia o texto a seguir

Cópia rara de textos de Shakespeare é encontrada na Escócia

Uma cópia rara, de quase 400 anos, de um volume da primeira edição das peças de teatro reunidas de William Shakespeare foi encontrada em uma mansão na Ilha de Bute, na Escócia. Especialistas consideram o Primeiro Fólio, como o volume é conhecido, a versão mais confiável das 36 peças escritas pelo homem que muitos apontam como o maior dramaturgo do mundo. Entre os textos presentes na edição estãoMacbeth e Do Jeito que Você Gosta.

A edição encontrada na Mount Stuart House foi autenticada por Emma Smith, professora de Estudos de Shakespeare, da Universidade de Oxford. "Os administradores das coleções entraram em contato para dizer que tinham um Primeiro Fólio de Shakespeare, e minha reação irônica foi ‘sim, claro, com certeza’. Mas acontece que, após uma inspeção bem mais atenta, vi que estavam certos", disse Emma, em entrevista à rede BBC.

As obras do Primeiro Fólio foram ordenadas e publicadas pela primeira vez em 1623, sete anos após a morte do escritor, de acordo com a Biblioteca Britânica. Os detalhes das mãos pelas quais a cópia passou foram documentados em uma carta do responsável pela edição do século XVIII da obra, Isaac Reed, que acompanhava o livro, o que ajudou o processo de autenticação.

(Adaptado de: . Acesso em: 12 jul. 2017.)

Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a figura de linguagem encontrada na passagem “Os detalhes das mãos pelas quais a cópia passou”.

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Leia o poema a seguir.

INSULAR

mil milhas de treva

cercadas de mágua

por todos os fados

(LEMINSKI, P. Melhores poemas. Seleção Fred Góes e Álvaro Marins. 7.ed. São Paulo: Gaia, 2006. p.199.)

Assinale a alternativa que apresenta uma análise coerente do uso de “mágua” nesse poema.

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Assinale a alternativa correta.

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Rataplã é o gato siamês. Olho todo azul. Magro de tão libidinoso. Pior que um piá de mão no bolso.

Vive no colo, se esfrega e ronrona.

– Você não acredita. Se eu ralho, sai lágrima azul daquele olho. Hora de sua volta do colégio, ele trepa na cadeira e salta na janela. Ali à espera, batendo o rabinho na vidraça. Doente incurável. O veterinário propõe sacrificá-lo. A moça deita-o no colo. Ela mesma enfia a agulha na patinha. E ficam se olhando até o último suspiro nos seus braços. Nem quando o pai se foi ela sentiu tanto.

(TREVISAN, D. Ah, é?: ministórias. Rio de Janeiro: Record, 1994. p.28.)

A utilização de determinados elementos linguísticos colabora para a construção de sentidos no texto. Qual o efeito de sentido causado pelo uso do artigo definido “o” em “Rataplã é o gato siamês” (1º período)?

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Raio Memetizador: projeto da UFF lança webmuseu colaborativo para expor e debater universo dos memes.

Uma sala de paredes brancas, luzes frias no teto e telas com molduras pomposas penduradas em sequência.Poderia ser um museu qualquer, mas, neste caso, algumas pinturas trazem inscrições como “Anham... Senta lá, Cláudia!”. É o #Museu de memes, lançado na web em julho passado. Uma plataforma virtual dividida basicamente em três seções: acervo, fontes e referências e eventos.

Tudo começou em 2011, quando Viktor Chagas, professor de Estudos de Mídias, identificou o grande interesse dos alunos em estudar memes e começou a reunir material e a pensar em propostas para discutir o tema. Logo depois, ministrou uma disciplina sobre o assunto e deu início aos #memeclubes, “uma mistura de cineclube com seminário acadêmico, uma reunião aberta à comunidade para assistir a uma ‘sessão’ de memes apresentada por alunos, com debate ao final. Fazemos isso desde 2012 e, agora, resolvemos dar outro passo: colocar esse nosso acervo à disposição do público na internet”, explica Chagas, que coordena o projeto da Universidade Federal Fluminense (UFF). E, por que “museu”, então? “Acho muito difícil compreender meme enquanto unidade de reprodução [como propõe, a partir de analogia genética, o teórico Richard Dawkins, autor do termo dos anos 1970]. Eu entendo como conjunto, coleção, acervo. Daí a ideia de museu”, comenta.

Meme pode ser compreendido como um gênero midiático, sendo mais complexo do que parece. “Só podemos entender memes se pensarmos em grupos de conteúdos que só fazem sentido como universo narrativo. Meme não é uma foto legendada e isolada, mas um conjunto de fotos legendadas, com gramática própria, criando idioma particular, desenvolvendo personagens”, explica Chagas.

(Adaptado de: FONTELLA, A. Revista de História.com.br. 1 ago. 2015. Disponível em: <http://www.revistadehistoria.com.br/secao/em-dia/raio-memetizador>. Acesso em: 28 set. 2015.)

A reportagem utilizou-se de sequências tipológicas diferentes para abordar o tema. Respectivamente, predominam no 1º, no 2º e no 3º parágrafo as tipologias:

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Leia o texto a seguir.

61% das grávidas ficam de pé no ônibus

Pesquisa Pais & Filhos mostra que 9% só conseguem se sentar quando passam mal.

“Mulher grávida dá sono nas pessoas”. Foi assim que começou a nossa discussão no Facebook sobre quem dá lugar para grávidas em transportes públicos. As reclamações foram muitas, mas a principal (24%) foi que, para não dar lugar às gestantes, os passageiros fingem estar dormindo. E mais, fazem isso mesmo quando estão sentados nos assentos preferenciais, um abuso! Tivemos cerca de 340 comentários em nosso post. 61% das mulheres que participaram afirmam que a maioria das pessoas não cede o lugar em transportes públicos contra 27% que dizem ter tido sorte em sempre achar quem se levante para elas se sentarem.

(REDAÇÃO PAIS&FILHOS. Pais&Filhos virtual. 30 out. 2013. Disponível em: <http://www.paisefilhos.com.br/gravidez/61-dasgravidas-ficam-de-pe-no-onibus>. Acesso em: 25 set. 2015.)

A leitura do texto aponta para

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A sequência de imagens a seguir ganhou destaque nas mídias de todo o mundo. Ela promove um debate sobre crise migratória e práticas de xenofobia.

A esse respeito, assinale a alternativa correta.