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Na elaboração da frase da hashtag há:

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Na crítica dessa charge, os pronomes pessoais sugerem representação, respectivamente, dos seguintes atores sociais:

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Oração à Crase

O que quer, o que pode esta língua? Para Caetano Veloso, o português pode muito e merece atenção. A equipe que cuida de suas redes sociais publicou no facebook a expressão “HOMENAGEM À BITUCA” (sic), transformando inadequadamente o apelido carinhoso de Milton Nascimento (Bituca) numa guimba de cigarro. O cantor, então, gravou vídeo ensinando a usar a crase e chamou seus assistentes à responsabilidade: “Aquela crase ali é um erro. Um erro chato. Tem que saber português e saber trabalhar a língua”, afirmou Caetano.

(Ana Clara Brant e Ailton Magioli – Jornal “Estado de Minas” – 24.6.2015)

Sobre o episódio narrado, seguem-se duas afirmações ligadas pela palavra PORQUE:

O tom de censura dos repórteres autores da matéria e a repreensão de Caetano Veloso a seus assistentes são procedentes

PORQUE

A palavra BITUCA, embora seja feminina em sua forma original, no caso em pauta tem uso especial – é um apelido masculino (de Milton Nascimento) –, o que inviabiliza o uso de crase na palavra “A” anteposta a ela.

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PortuguêsFIP2018

Sobre a charge, são apresentadas duas afirmativas ligadas pela palavra PORQUE.

O Brasil é apresentado como um país marcado pela prática de atos ilícitos.

PORQUE

No centro do país, destaca-se o abuso de poder, enquanto no norte predomina tráfico de influência, a sonegação e o contrabando.

Marque:

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Sobre o ceticismo relacionado ao clima, criticado na charge, são apresentadas duas frases ligadas pela palavra PORQUE:

I - A ocorrência do aquecimento global é consenso na comunidade científica.

PORQUE

II - Para muitos, o chamado aquecimento global não é um efeito das ações antrópicas.

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Os índios existiram apenas no Brasil Colônia? Essa prosaica pergunta de uma criança de 6 anos, merece uma aula inteira. (...) não só não desapareceram, como também não ficaram no passado. (...) Existem hoje, quase 250 etnias distintas, que falam seus dialetos próprios e tentam salvaguardar os seus elementos culturais (...).

Fonte: CASTRO, E. M. Aprendendo história indígena no Brasil atual. Rio de Janeiro, Edurj. 2014.

A partir do contexto, avalie as seguintes asserções e a relação proposta por elas.

Considerar as populações indígenas como coisa do passado é uma forma de ignorar seus aspectos culturais e não reconhecer sua capacidade de adaptabilidade como qualquer outro povo.

PORQUE

Existe uma grande diversidade étnica entre os chamados índios, que lutam para sobreviver e se adaptar física e culturalmente nos tempos atuais.

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OS NOMES DOS OCEANOS

O ÍNDICO recebeu o nome graças à costa indiana. Já o Pacífico foi batizado pelo português Fernão de Magalhães em 1520, que realmente achou as águas desse oceano muito tranquilas. Atlântico vem de Atlas, personagem mitológico grego encarregado de suportar eternamente o peso dos céus nas costas por castigo de Zeus. Ártico também tem origem grega: a palavra arktikos (perto do urso) faz referência à constelação da Ursa Maior, que brilha muito no hemisfério norte do planeta. Por simples oposição ao Ártico, o oceano do Polo sul foi nomeado como Antártico. (...)

(Revista Superinteressante – Junho/2016)

Linguisticamente, os nomes dos oceanos devem-se a razões:

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Figura e texto concentram a intenção da mensagem numa ideia de:

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Texto I

Vou-me Embora pra Pasárgada

Manuel Bandeira

Vou-me embora pra Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
Vou-me embora pra Pasárgada
Aqui eu não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconsequente
Que Joana a Louca de Espanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser contraparente
Da nora que nunca tive. (...)

Texto II

Vou-me embora de Pasárgada
Millôr Fernandes

Vou-me embora de Pasárgada
Sou inimigo do Rei
Não tenho nada que eu quero
Não tenho e nunca terei
Aqui eu não sou feliz
A existência é tão dura
As elites tão senis
Que Joana, a louca da Espanha,
Ainda é mais coerente
Do que os donos do país.
A gente só faz ginástica
Nos velhos trens da Central
Se quer comer todo dia
A polícia baixa o pau
E como já estou cansado
Sem esperança num país
Em que tudo nos revolta
Já comprei ida sem volta
Pra qualquer outro lugar
Aqui não quero ficar.
Vou-me embora de Pasárgada. (...)

Em relação aos textos, seguem as afirmativas:

I. O texto II imita o texto I, mas com direcionamento crítico.
II. O texto II é, em relação ao texto I, uma paródia.
III. O texto II encena uma repetição do ponto de vista do texto I.
IV. O texto II é fiel ao ponto de vista do texto I.

Está correto o que se afirma apenas em:

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“Fui ver pretos na cidade
Que quisessem se alugar
Falei com essa humildade:
– Negros, querem trabalhar?
Olharam-me de soslaio,
E um deles, feio, cambaio,
Respondeu-me arfando o peito:
– Negro, não há mais, não:
Nós tudo hoje é cidadão.
O branco que vá pro eito”

Fonte: MATTOS, Hebe M. Das cores do silêncio – Os significados da liberdade no sudeste escravista, século XIX. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999, p. 243.

Sobre o texto e seu respectivo contexto, são feitas as seguintes afirmativas:

I. O poema foi escrito sob o ponto de vista dos ex-senhores de escravos.
II. “Negro” era sinônimo de escravo, fosse ele nascido na África ou não.
III. Pretos alforriados não trabalhavam para ex-senhores escravistas.
IV. Naquele momento não havia mais escravos no Brasil, sendo todos livres e cidadãos.

Está correto o que se afirma apenas em