TEXTO:
Sobre a forma verbal usada na tessitura dessa peça publicitária, é correto afirmar:
Considere que a proposição “Estudar é condição suficiente para termos um bom desempenho nas provas” é falsa.
Sendo assim, pode-se afirmar, pelos preceitos da Lógica Matemática, que é verdadeira a proposição:
ARTIGO I
Denomina-se sertão toda a extensão semiárida de terra concedida por Deus ao homem nascido no lugar misturado às plantas e aos animais, tendo, como limites, ao norte, o sol ardente da agonia, ao sul, a esperança renovada com as nuvens carregadas que molham o chão, a leste, o latifúndio improdutivo, e a oeste, as plantas que brotam do esforço do pequeno agricultor.
Denomina-se sertanejo o habitante desses limites, ser humano sem fronteiras na força e na coragem, ilimitado na sua constante busca por dias melhores em meio às intempéries da natureza e do abandono dos governantes.
ARTIGO II
Na sua condição de cidadão, deve ser finalidade de todo sertanejo praticar o bem e viver em paz, uns com os outros, como bons vizinhos, e unir as forças para manter respeitado o nome do sertão em toda e qualquer situação em que possa haver desonra a seu povo, sua história, sua geografia, seus aspectos econômicos e sociais, seus costumes, lendas, tradições e religiosidade.
COSTA, Rangel Alves da. Estatuto do Sertanejo. Disponível em: . Acesso em: 21 out. 2017.Segundo os artigos I e II, o povo sertanejo
TEXTO:
Crescer como pessoa de cor na África do Sul do
Apartheid, na década de 1940, não era nada agradável.
Principalmente se você era brutalmente lembrado da cor
de sua pele a cada momento do dia. Depois, ser
[5] espancado aos 10 anos por jovens brancos que o
consideravam negro demais e, em seguida, por jovens
negros que o consideravam branco demais era uma
experiência humilhante que poderia levar qualquer um à
vingança violenta.
[10] Uma das muitas coisas que aprendi com meu avô
foi a compreender a profundidade e a amplitude da não
violência e a reconhecer que somos todos violentos e
precisamos efetuar uma mudança qualitativa em nossas
atitudes. Com frequência, não reconhecemos nossa
[15] violência porque somos ignorantes a respeito dela.
Presumimos que não somos violentos porque nossa
visão da violência é aquela de brigar, matar, espancar e
guerrear – o tipo de coisa que os indivíduos comuns não
fazem.
[20] O mundo em que vivemos é aquilo que fazemos
dele. Se hoje é impiedoso, foi porque nossas atitudes o
tornaram assim. Se mudarmos a nós mesmos,
poderemos mudar o mundo, e essa mudança começará
por nossa linguagem e nossos métodos de comunicação.
[25] É um primeiro passo significativo para mudarmos nossa
comunicação e criarmos um mundo mais compassivo.
ARUN GANDHI (Fundador e presidente do M. K. Gandhi Institute for Nonviolence). In: Marshall B. Rosenberg. Comunicação não violenta: técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais. Tradução Mário Vilela. São Paulo: Ágora, 2006. p. 22. Adaptado.Para Gandhi, “O mundo em que vivemos é aquilo que fazemos dele.” (l. 20-21), pois
TEXTO:
O carpina fala com o retirante que esteve de fora, sem tomar parte em nada
— Severino, retirante
deixe agora que lhe diga:
eu não sei bem a resposta
da pergunta que fazia,
[5] se não vale mais saltar
fora da ponte e da vida;
nem conheço essa resposta,
se quer mesmo que lhe diga.
é difícil defender,
[10] só com palavras, a vida,
ainda mais quando ela é
esta que vê, severina;
mas se responder não pude
à pergunta que fazia,
[15] ela, a vida, a respondeu
com sua presença viva.
E não há melhor resposta
que o espetáculo da vida:
vê-la desfiar seu fio,
[20] que também se chama vida,
ver a fábrica que ela mesma,
teimosamente, se fabrica,
vê-la brotar como há pouco
em nova vida explodida;
[25] mesmo quando é assim pequena
a explosão, como a ocorrida;
mesmo quando é uma explosão
como a de há pouco, franzina;
mesmo quando é a explosão
[30] de uma vida severina.
“mas se responder não pude
à pergunta que fazia,
ela, a vida, a respondeu
com sua presença viva.” (V. 13-16)
Os versos revelam
TEXTO
A Morte não
existe para os mortos
Os mortos não
têm medo da morte desabrochada.
[5] Os mortos
conquistam a vida, não
a lendária, mas
a propriamente dita
a que perdemos
[10] ao nascer.
A sem nome
sem limite
sem rumo
(todos os rumos, simultâneos,
[15] lhe servem)
completo estar-vivo no sem fim
de possíveis
acoplados.
A morte sabe disto
[20] e cala.
Só a morte é que sabe
DRUMMOND DE ANDRADE, Carlos. Vida depois da vida. Poesia e Prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguiar, 1979. p. 461.Os versos destacados “A Morte não /existe para os mortos” (v. 1-2) e “ Os mortos/ conquistam a vida” (v. 5-6), dentro do contexto do poema, é improcedente afirmar:
TEXTO:
O outro
só quero
o que não
o que nunca
o inviável
o impossível
não quero
o que já
o que foi
o vencido
o plausível
só quero
o que ainda
o que atiça
o impraticável
o incrível
não quero
o que sim
o que sempre
o sabido
o cabível
eu quero
o outro
CHACAL. O outro. De BELVEDERE (1971-2007). Rio de Janeiro: 7 LETRAS; São Paulo: COSACNAIFY, 2007.p. 15.Os versos de Chacal sugerem uma valorização do que é
ARTIGOI
Denomina-se sertão toda a extensão semiárida de terra concedida por Deus ao homem nascido no lugar misturado às plantas e aos animais, tendo, como limites, ao norte, o sol ardente da agonia, ao sul, a esperança renovada com as nuvens carregadas que molham o chão, a leste, o latifúndio improdutivo, e a oeste, as plantas que brotam do esforço do pequeno agricultor.
Denomina-se sertanejo o habitante desses limites, ser humano sem fronteiras na força e na coragem, ilimitado na sua constante busca por dias melhores em meio às intempéries da natureza e do abandono dos governantes.
ARTIGO II
Na sua condição de cidadão, deve ser finalidade de todo sertanejo praticar o bem e viver em paz, uns com os outros, como bons vizinhos, e unir as forças para manter respeitado o nome do sertão em toda e qualquer situação em que possa haver desonra a seu povo, sua história, sua geografia, seus aspectos econômicos e sociais, seus costumes, lendas, tradições e religiosidade.
COSTA, Rangel Alves da. Estatuto do Sertanejo. Disponível em: . Acesso em: 21 out. 2017.Os artigos destacados revelam uma manifestação de
TEXTO:
Num passado não muito distante, Benjamim (Selton
Mello) e seu pai Valdemar (Paulo José) formam a dupla
de palhaços Pangaré & Puro Sangue, do Circo
Esperança. Juntos com sua trupe, eles viajam pelos
[5] confins do Brasil e fazem a alegria da plateia. Mas a
vida anda sem graça para Benjamin, que passa por uma
crise existencial e precisa saber quem ele é para
descobrir onde deveria estar.
Embora existam no texto piadas aqui e acolá (nada
[10] de especial), a essência do longa não está no riso, que
aparece em pitadas, que se sustentam. Mas uma leitura
mais atenta fará você encontrar a traição em mensagens
subliminares em quadros de “chifrudos”, na foto da vilã
Lola (Giselle Motta) junto com o grupo, mas olhando
[15] para o lado, na perda da inocência de uma menina
simbolizada pela mordida numa maçã ou em Benjamin
diante do espelho, tentando se encontrar. E o ventilador,
carregado de significados e presente em toda a trama
(até na logomarca da produção), tem os bons ventos da
[20] renovação representada pela menina Guilhermina
(Larissa Manoela).
Flertando com o universo chapliniano, seja
pelos silêncios, seja pelos olhares, seja pelos gestuais,
Mello acertou na sua composição e na inclusão de
[25] personagens curiosos, cujo mérito para muitos estará
na escalação do elenco. Assim, essa é a singela,
divertida e dramática trajetória de alguém que, um dia,
partiu iludido pelo amor e, felizmente, reencontrou o
humor. Por essas e por outras razões, é fácil afirmar —
[30] sem brincadeira — que O Palhaço é um dos melhores
filmes. Sério e lúdico na dose certa. Um programão para
o respeitável público.
CUNHA, Roberto. Programão para o respeitável público. Disponível em: . Acesso em: 3 nov. 2014. Adaptado.O texto em destaque pode ser classificado como uma resenha crítica, principalmente porque
"SEJA A RAZÃO
PELA QUAL AS PESSOAS
AINDA ACREDITEM
NA BONDADE E NA
GENEROSIDADE"
SEJA a razão pela qual...Disponível em: https://www.google.com/ search?q=mensagens+de+incentivo&tbm=isch&tbo=u&source= univ&sa=X&souce=univ&sa=X&ved=2ahUKEwimh7_i04DbAh XLDZAKHS0aBAYQsAR6BAgAECo&biw=1280&bih=635. Acesso em: 13 maio 2019O termo grifado em “Seja a razão pela qual as pessoas ainda acreditam” pode, sem incorrer em erro gramatical, ser substituído sintático e semanticamente por