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PortuguêsUNISA2018

Examine a tira de Charles M. Schulz para responder a questão.

“Você é a única pessoa que eu conheço que consegue acabar com a alegria de se apontar um lápis”.

Em relação aos verbos “conheço” e “consegue”, o pronome “que” exerce a função, respectivamente, de

PortuguêsUNISA2020

O departamento de trânsito de uma cidade realizou uma pesquisa com 6000 motoristas e constatou que 10% dos homens e 2% das mulheres assumiram já ter dirigido após o consumo de álcool, totalizando 400 motoristas.

Em relação ao número total de motoristas que assumiram já ter dirigido após o consumo de álcool, o número de mulheres que já dirigiram nessas condições representa

PortuguêsUNISA2016

Leia o texto para responder à questão.

Os jovens paulistas que turbinam suas baladas usando comprimidos de ecstasy, uma droga sintética, podem estar comprando gato por lebre. Um estudo realizado pela Superinteligência da Polícia Técnico-Científica de São Paulo constatou que menos da metade, mais precisamente 44,7%, das drogas sintéticas apreendidas no estado contém o princípio ativo da ecstasy. O levantamento identificou 20 substâncias ativas diferentes nos comprimidos apreendidos. O trabalho poderá ser usado para ajudar os serviços de saúde a realizar o tratamento correto em pessoas que vão parar nos hospitais por causa do uso desse tipo de droga.

(Pesquisa Fapesp, fevereiro de 2015.)

Em conformidade com a norma-padrão, o trecho “em pessoas que vão parar nos hospitais por causa do uso desse tipo de droga” pode ser reescrito da seguinte forma:

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Leia a charge.

Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas da fala da personagem devem ser preenchidas, respectivamente, com:

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Para responder a questão, leia a crônica “Lênin sim, Cauby não”, de Moacyr Scliar.

É o último reduto do marxismo-leninismo, diziam os amigos, e isso para ele era motivo de orgulho: realmente, a pequena livraria tinha um enorme estoque das obras de Marx, Engels, Lênin, Stalin, Mao. Munição para muitas revoluções, segundo a sua visão.

O problema é que essa munição não saía do paiol. Ninguém comprava os livros. Coisa que o deixava revoltado — é um mundo de alienados, este nosso — mas, de certa forma, satisfeito: no fundo, não queria separar-se daquelas obras que evocavam a sua vida de militante.

Claro que precisava viver, mas isso resolvia de outra maneira: havia, no pequeno recinto, uma seção de CDs populares, e para aquilo sim, havia procura. Cauby Peixoto, por exemplo, vendia como pão quente.

Tudo mudou quando o rapaz começou a frequentar a livraria. Era um rapaz magro, de óculos, que andava sempre de impermeável, por mais calor que fizesse. Vinha, não dizia nada, ficava folheando os livros. Depois ia embora sem dizer nada. Não demorou muito para que ele fizesse o diagnóstico: o jovem estava surrupiando a literatura revolucionária.

Dedução simples: os livros não se vendiam, mas estavam sumindo. De outra parte, não eram muitos os frequentadores do sebo. E sobretudo, não eram muitos os que vinham ali de capa — cuja finalidade era óbvia.

Depois de muito hesitar, acabou interpelando o rapaz. Tentou fazer a coisa com jeito, para não ofendê-lo. Para sua surpresa, o garoto não apenas admitiu os furtos, como os justificou:

— Estou apenas procedendo a uma divisão da riqueza intelectual que você concentrava aqui no sebo, como outros concentram a renda. Ou você não sabe que, como diz Proudhon, a propriedade privada é um roubo?

O dono da livraria teve de concordar. Exigiu apenas que o jovem levasse só um livro de cada vez, para não liquidar o acervo. E esse acordo funcionou muito bem. Até o dia em que o rapaz, vítima de súbita tentação, furtou um CD do Cauby. O homem então expulsou-o, indignado. Roubar Lênin tudo bem, era um ato revolucionário. Mas roubar o Cauby nada tinha de progressista. E, sem discos de Cauby, do que iria ele viver?

(www.folha.uol.com.br, 16.11.1998.)

Em “Dedução simples: os livros não se vendiam, mas estavam sumindo.” (5º parágrafo), os dois-pontos anunciam

PortuguêsUNISA2017

Leia a charge para responder à questão.

De acordo com a norma-padrão, as lacunas da charge devem ser preenchidas, respectivamente, com:

PortuguêsUNISA2016

Leia a charge.

Com a sua fala, a mulher deixa claro ao rapaz que, se ele foi capaz de mentir na declaração de renda,

PortuguêsUNISA2016

Leia o texto para responder à questão.

Que estes jovens se agrupassem para assim fazerem presente o Trovador partido, que lhe acordassem a voz – não fácil – dessas solidões ocultas, já seria motivo de admiração; porque hoje é natural dos jovens esquecerem prontamente, e a tendência dos tempos é a de serem não só volúveis, mas também superficiais. Mas o que assombra não é que venha esse Grupo a dizer em voz alta os poemas de Fernando Pessoa: é que por toda parte se manifeste o interesse de ouvi-los, e que os auditórios se detenham atentos, sensíveis à sua palavra, que nem sempre se imaginaria tão comunicável.

(Cecília Meireles. Escolha o seu sonho, s/d.)

Ocorre a personificação quando se atribuem a seres ou elementos inanimados ou irracionais atributos próprios dos seres humanos, como a linguagem, os sentimentos e as ações.

Aplica-se essa definição à passagem:

PortuguêsUNISA2018

As probabilidades de Zeca, Ygor, Xavier e Vitor, independentemente, elaborarem um diagnóstico correto para certo caso em estudo são, respectivamente, 2/5, 3/5, 1/2 e 3/4.

A probabilidade de que nenhum dos quatro elabore um diagnóstico correto para esse caso é de

PortuguêsUnirG2019

Leia a crônica de Rubem Alves a seguir para responder à questão

Fui convidado a fazer uma preleção sobre saúde mental. Os que me convidaram supuseram que eu, na qualidade de psicanalista, deveria ser um especialista no assunto. E eu também pensei. Tanto que aceitei. Mas foi só parar para pensar para me arrepender. Percebi que nada sabia. Eu me explico. Comecei o meu pensamento fazendo uma lista das pessoas que, do meu ponto de vista, tiveram uma vida mental rica e excitante, pessoas cujos livros e obras são alimento para a minha alma. Nietzsche, Fernando Pessoa, Van Gogh, Wittgenstein, Cecília Meireles, Maiakovski. E logo me assustei. Nietzsche ficou louco. Fernando Pessoa era dado à bebida. Van Gogh matou-se. Wittgenstein alegrou-se ao saber que iria morrer em breve: não suportava mais viver com tanta angústia. Cecília Meireles sofria de uma suave depressão crônica. Maiakoviski suicidou-se. Essas eram pessoas lúcidas e profundas que continuarão a ser pão para os vivos muito depois de nós termos sido completamente esquecidos. Mas será que tinham saúde mental? Saúde mental, essa condição em que as idéias comportam-se bem, sempre iguais, previsíveis, sem surpresas, obedientes ao comando do dever, todas as coisas nos seus lugares, como soldados em ordem unida, jamais permitindo que o corpo falte ao trabalho, ou que faça algo inesperado; nem é preciso dar uma volta ao mundo num barco a vela.

Disponível em: http://www.egov.ufsc.br/portal/conteudo/sa%C3%BAde-mental-porrubem- alves. Acesso em: 6 maio 2019. (Adaptado).

Uma das características do gênero crônica presente no texto de Rubem Alves é: