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Em uma de suas colunas, o blogueiro profissional Ricardo Freire escreveu:

“Existem muitos meios de arruinar as viagens. Aprenda a evitá-los em seu ócio programado.”

Disponível em . ÉPOCA, São Paulo: Globo, Nº 458., 26 fev. 2007. p. 91.

Considerando a construção desse trecho e seus mecanismos de coesão, constata-se que

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Leia este texto.

Os gêneros textuais, materializados em situações comunicativas, apresentam padrões característicos definidos por composições funcionais, objetivos enunciativos e estilos concretamente realizados.

Com base na situação comunicativa instaurada nesse texto, constata-se que se trata de uma charge que

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Leia este texto.

O humor dos quadrinhos decorre da reação do policial relativa ao uso de um sinal de pontuação

Com base na leitura desse texto, infere-se que o emprego da vírgula em “Ajuda, um ladrão!”

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Leia estas estrofes, do poema “O véu” de Henriqueta Lisboa.

O véu

Os mortos estão deitados
E têm sobre o rosto um véu.
Um tênue véu sobre o rosto.


Nenhuma força os protege
Senão esse véu no rosto.
[...]
Reminiscência de outros véus,
de outras verônicas, de outras
máscaras. Símbolo, estigma.


Dos inumeráveis véus
que os vivos rompem ou aceitam,
resta para o morto, apenas,
um véu aderido ao rosto.
Entre a vida e a morte, um véu.
Nada mais do que um véu.

LISBOA, Henriqueta. Flor da Morte. Disponível em: . Acesso em: 3 set. 2019.

A morte, na temática de Henriqueta Lisboa, é onipresente, em uma atitude desafiadora e inconformada.

Com base na leitura dessas estrofes, o “véu” é um(a)

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Leia este texto.

O retrato do descaso

Na noite do último domingo, um incêndio destruiu o Museu Nacional, localizado na Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro. A perda do prédio em si, residência da família real portuguesa e da família imperial brasileira até 1889, já seria trágica o suficiente, mas lamenta-se especialmente a destruição da maior parte do acervo do museu. Se é verdade que algumas coleções, mantidas em anexos, conseguiram escapar do fogo, o que estava no edifício principal está praticamente perdido, como, por exemplo, o crânio de “Luzia”, com 11 mil anos, o mais antigo fóssil humano encontrado nas Américas. A coleção egípcia, os fósseis de dinossauros e todo o acervo histórico também pereceram nas chamas, incluindo boa parte da memória do período imperial brasileiro.

Disponível em: <https://www.gazetadopovo.com.br/o-retratodo-descaso-9xf029ensx4llmpga2mfotr1w/>. Acesso em: 1 set. 2018.

Os textos produzidos ao longo do tempo, nas mais diversas esferas sociais, adquirem características relativamente estáveis, configurando uma grande diversidade de gêneros textuais.

Com base em suas características e em seus elementos constitutivos, constata-se que esse texto é um(a)

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No Brasil, a última grande reforma da grafia da língua portuguesa foi realizada em 1971, quando foi abolido o acento diferencial em alguns vocábulos, bem como o acento grave ou circunflexo em palavras derivadas de outras acentuadas.

Com a entrada em vigor do Novo Acordo Ortográfico, o acento diferencial continua a ser empregado em

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Assinale a alternativa que explica corretamente o fenômeno da intertextualidade.

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Considere o textopara responder à questão.

TEXTO

Valdemar tentava se defender. Corria pelos cantos. Toda vez que tentou fugir pela porta onde ela estava, ganhava um direto que o jogava no chão.

Era tudo o que tinha de ter feito quando Valdemar começou a bandear: agir de acordo com sua experiência de vida, de saber que o filho precisava de um corretivo de pai ou de pessoa de mesma representação. Isso mesmo. Pancada de homem mais velho que figurasse no papel de genitor para curar vagabundo. E só não procurara os parentes do finado antes por ter a sensação de que seria desprezada pelo fato de ter brigado tanto com Ernesto no final da vida dele. Quando o desgraçado se meteu na zona (...) E por isso agora, com a mente certa, saiu de rota batida, foi buscar ajuda dos parentes de Ernesto, aqueles que poderiam já havia muito tempo ter assumido o lugar de pai: o irmão mais velho do marido, o mais novo, que era seu compadre, além de três tios e do avô de Valdemar.

Eles não ligaram para o sangue que saía de várias partes do corpo do vagabundo. O avô batia de cinto e os outros davam socos e bofetadas no imprestável, que foi amolecendo, perdendo os sentidos. Mesmo assim, continuavam a bater, com Tia Amélia incentivando, até que o rapaz desfaleceu. A mãe pegou um balde de água de chuva, o jogou no rosto do filho. O famigerado acordou e, gemendo feito gato na chuva, começou a ouvir a ladainha de seus agressores.

__ Se ficar de viadagem, vai entrar no sal de novo – avisou o padrinho.

O desmerecido agora escutava sem dar um gemido sequer, até jurar que nunca mais iria pôr o pé na zona, parar com o jogo, a bebedeira, a malandragem, o canivete, a capoeira. Ia procurar trabalho.

Paulo Lins. Desde que o Samba é Samba. São Paulo: Editora Planeta, 2012. p. 23-24. (Fragmento).

Assinale a alternativa que apresenta uma inferência INCORRETA sobre o texto 3.

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“Na peça do O demônio familiar (de José de Alencar), o moleque Pedro [...] é um escravo tinhoso. Acolhido com bonomia por seus senhores, revela-se ‘réptil venenoso’, semeia confusões. [...] o jovem escravo é exemplarmente punido. Seu corretivo, pior que o açoite, é a perda do amparo da família patriarcal. A liberdade como castigo. ’Eu o corrijo, fazendo do autômato um homem; restituo-o à sociedade; porém, expulso-o do seio da minha família e fecho-lhe para sempre a porta da minha casa. (A Pedro) Toma: é tua carta da liberdade, ela será a tua punição de hoje em diante’.”

ALONSO, Ângela. Flores, votos e balas. O movimento abolicionista brasileiro (1868-88). São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 58-9.

O trecho anterior deixa exposto, por meio da peça de José de Alencar, um dos elementos explicadores da escravidão no Brasil.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente esse elemento.

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Leia o textopara responder à questão.

TEXTO

As pazes fizeram-se como a guerra, depressa. Buscasse eu neste livro a minha glória, e diria que as negociações partiram de mim; mas não, foi ela que as iniciou. Alguns instantes depois, como eu estivesse cabisbaixo, ela abaixou também a cabeça, mas voltando os olhos para cima a fim de ver os meus. Fiz-me de rogado; depois quis levantar-me para ir embora, mas nem me levantei, nem sei se iria. Capitu fitou-me uns olhos tão ternos, e a posição os fazia tão súplices, que me deixei ficar, passei-lhe o braço pela cintura, ela pegou-me na ponta dos dedos, e...

Outra vez D. Fortunata apareceu à porta da casa; não sei para que, se nem me deixou tempo de puxar o braço; desapareceu logo. Podia ser um simples descargo de consciência, uma cerimônia, como as rezas de obrigação, sem devoção, que se dizem de tropel; a não ser que fosse para certificar aos próprios olhos a realidade que o coração lhe dizia...

Fosse o que fosse, o meu braço continuou a apertar a cintura da filha, e foi assim que nos pacificamos. O bonito é que cada um de nós queria agora as culpas para si, e pedíamos reciprocamente perdão. Capitu alegava a insônia, a dor de cabeça, o abatimento do espírito, e finalmente "os seus calundus”. Eu, que era muito chorão por esse tempo, sentia os olhos molhados... Era amor puro, era efeito dos padecimentos da amiguinha, era a ternura da reconciliação.

(ASSIS, 1974, p. 88)

Assinale a alternativa em que o pronome pessoal foi usado no sentido de posse.