Quanto à tipologia a que pertence a tirinha acima, pode-se afirmar que:
David Harvey em entrevista ao Boletim Campineiro de Geografia (2012) afirma que:
“[...] poderíamos desligar o capitalismo desligando as cidades. Porque se as cidades não funcionam, o capitalismo não funciona. Aprendemos isso fortemente no peso que teve o 11 de setembro.
Nova Iorque fechou, não era possível ir para o centro, atravessar as pontes, não era possível mover-se. Três dias depois, certamente as pessoas perceberam fortemente que, se isso continuasse, o capitalismo estaria acabado. Então o prefeito anunciou: “pegue seu cartão de crédito, vá fazer compras, vá para a Broadway, comece a fazer coisas, temos de manter a cidade em movimento, ou começaremos a fechálas”!
(ENTREVISTA COM DAVID HARVEY, BCG, p. 192, 2012).Quando o autor afirma que poderíamos desligar o capitalismo desligando as cidades, estava se referindo:
Minha língua, minha pátria
Estudante de Letras da UFSCar, o indígena Luciano Ariabo Quezo, decidiu escrever um livro didático para evitar o desaparecimento da língua que era falada em sua aldeia, o umutina-balatiponé.
A cada dia, o estudante Luciano Ariabo Quezo, 25, percebia que a língua portuguesa ocupava mais espaço na aldeia indígena onde nasceu e “engolia” sua língua materna, o umutina-balatiponé.
Preocupado com a situação, especialmente após a morte de um ancião – um dos poucos que só falava o idioma nativo –, ele resolveu escrever um livro bilíngue para tentar evitar o desaparecimento da língua de sua família.
Quezo é natural de uma reserva indígena de Barra do Bugres (MT), onde cerca de 600 pessoas falam o idioma.
Aluno do último ano do curso de Letras da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), em São Carlos, no interior paulista, ele trabalha no tema desde 2012, quando obteve uma bolsa da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) para sua pesquisa.
Só existem duas escolas indígenas no território umutina e, segundo ele, aprender a língua dependia do interesse individual. Após a morte do ancião, diz, não há mais idosos que dominem completamente a língua e nem todos os jovens a conhecem.
Um esboço do projeto foi lançado em 2013, com 40 páginas e 180 exemplares, para ser testado e aprovado pela comunidade.
“Língua e Cultura Indígena Umutina no Ensino Fundamental” é destinado a alunos das séries iniciais das escolas de sua aldeia. Um irmão de Quezo trabalha em uma delas e utiliza o material com os estudantes.
TOLEDO, Marcelo. “Minha língua, minha pátria”. Folha de São Paulo, 15 abr. 2015. Cotidiano.Pode-se depreender, a partir da leitura do texto acima, que sua intencionalidade discursiva é:
O humor da tira se constrói por meio:
Leia o texto abaixo:
De acordo com Lucas Melgaço (2012) “Atualmente, a forma urbana que mais tem movimentado o setor imobiliário brasileiro são os chamados condomínios fechados. Os novos anseios e ideais urbanos de moradia não se limitam mais à casa como propriedade particular, mas se estendem à privatização de seu entorno”
Fonte: MELGAÇO, L. A cidade de poucos: condomínios fechados e a privatização do espaço público em Campinas. Boletim Campineiro de Geografi a. V.2, n.1, 2012. p. 81-105
Nesse contexto, o condomínio fechado:
Assinale a alternativa que contém uma inadequação, na tirinha, em relação à norma culta da língua:
Assinale a alternativa em que todas as palavras sejam acentuadas pela mesma razão que o vocábulo DOMÉSTICA.
Observe o período abaixo, retirado do 4º parágrafo do texto de Lya Luft.
“Grande contingente de jovens chega às universidades sem saber redigir um texto simples, pois não sabem pensar, muito menos expressar-se por escrito.”
Assinale a alternativa em que a reescritura do período não comprometa a ideia pretendida pela autora:
O texto abaixo é poético. Leia-o com atenção e resolva as questões.
“A lua,
tal qual a dona de um bordel,
pedia a cada estrela fria
um brilho de aluguel.
E nuvens,
lá no mata-borrão do céu
chupavam manchas torturadas
– que sufoco!”
(João Bosco e Aldir Blanc, “O bêbado e a equilibrista”)I – No fragmento há predomínio da linguagem denotativa, característica máxima do texto literário.
II – A função referencial, presente no texto, transmite dados da realidade de forma subjetiva.
III – Nos textos literários, o autor explora determinadas construções com a intenção deliberada de reforçar a mensagem.
IV – No fragmento a figura de linguagem evidente é a prosopopeia.
Assinale a alternativa correta após análise completa.
A ideia que se pode inferir a partir da tirinha é: