Leia a seguir a letra da canção “É” do compositor Gonzaguinha, para responder à questão
É
É!
A gente quer valer o nosso amor
A gente quer valer nosso suor
A gente quer valer o nosso humor
A gente quer do bom e do melhor...
A gente quer carinho e atenção
A gente quer calor no coração
A gente quer suar, mas de prazer
A gente quer é ter muita saúde
A gente quer viver a liberdade
A gente quer viver felicidade...
É!
A gente não tem cara de panaca
A gente não tem jeito de babaca
A gente não está
Com a bunda exposta na janela
Pra passar a mão nela...
É!
A gente quer viver pleno direito
A gente quer viver todo respeito
A gente quer viver uma nação
A gente quer é ser um cidadão
A gente quer viver uma nação...
É! É! É! É! É! É! É!
Ao longo da canção, tem-se um eu poético que compartilha com seus interlocutores certas características, impressões e necessidades. Marque a alternativa que expressa CORRETAMENTE o recurso que o autor usou para indicar que faz parte do grupo para o qual fala.
Leia o TEXTO.
A respeito do texto lido, assinale a alternativa CORRETA.
“Os anos 1990 foram os anos do festival do mercado: os pobres ficaram mais pobres e alguns ricos, nem todos, mais ricos.” (2º parágrafo)
A relação de sentido explícita entre as orações coordenadas assindéticas é de:
Leia o soneto abaixo para responder à questão.
SONETO
Ou já sobre o cajado te reclines,
Venturoso pastor, ou já tomando
Para a serra, onde as cabras vais chamando,
A fugir os meus ais te determines.
Lá te quero seguir, onde examines
Mais vivamente um coração tão brando;
Que gosta só de ouvir-te, ainda quando
Mais sem razão me acuses, mais crimines.
Que te fiz eu, pastor? em que condenas
Minha sincera fé, meu amor puro?
As provas, que te dei, serão pequenas?
Queres ver, que esse monte áspero, e duro
Sabe, que és causa tu das minhas penas?
Pergunta-lhe; ouvirás, o que te juro.
COSTA, Cláudio Manuel da. In: SILVA, Péricles Eugênio da. Poemas escolhidos. Rio de Janeiro: Ediouro, 1969, p. 85.A quem se dirige o eu lírico no poema?
Verbo Transitivo Direto (VTD) necessita de um complemento para que faça sentido, no entanto SEM o uso de preposição, são os objetos diretos (OD). Podem até existir orações que são objetos diretos. Em todas as alternativas a seguir há verbos transitivos diretos com seus respectivos objetos diretos, EXCETO em
O prazer e o risco de emprestar um livro
“Empresto até dinheiro, mas não me peça meus livros.” Perdi a conta de quantas vezes ouvi amigos repetirem essa frase e muitas de suas variações. Alguns diziam o mesmo sobre os CDs, quando o CD ainda existia. O mundo mudou. As coleções de CDs acumulam poeira e, hoje em dia, é difícil achar alguém que queira pegar um deles emprestado. Para os leitores, a vida mudou pouco. Nunca vi alguém pedir um Kindle emprestado. Mas enquanto tivermos livros impressos - e os temos aos montes -, nos veremos frequentemente diante dessa questão: emprestar ou não emprestar?
A decisão de emprestar um livro é em sua natureza um gesto de amor à leitura. O prazer de ler é tão grande que precisamos compartilhá-lo. Nada mais frustrante do que terminar uma história incrível e não ter com quem conversar sobre ela. Emprestar um livro é buscar companhia num mundo em que os leitores infelizmente ainda são minoria.
Quem é contra o empréstimo de livros costuma ter um argumento forte para justificar sua postura: por mais que confiemos em quem pediu o livro emprestado, há uma enorme chance de que o livro não seja devolvido. O mundo fora da estante é perigoso. Mesmo ambientes aparentemente seguros escondem armadilhas. Já fui vítima de uma delas. Pouco depois do lançamento de A visita cruel do tempo, de Jennifer Egan, deixei meu exemplar com um colega de trabalho. Ele gostou tanto do romance quanto eu. Animados com a nossa conversa, outros colegas se interessaram pela obra. O livro passou de mão em mãos e o perdi de vista. Não posso dizer que o revés foi inesperado. Outros livros tiveram um destino parecido. Continuo a emprestar livros, mesmo correndo o risco de perdê-los. Gosto de saber que meu exemplar de A visita cruel do tempo foi parar nas mãos de um leitor misterioso, em vez de acumular poeira em minha estante. [...]
Todos os vocábulos e expressões a seguir representam, no texto, relação de temporalidade, MENOS
INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
Países que respeitam mulheres e asseguram seus direitos e sua participação na política são
mais democráticos? Sem a menor dúvida. Países autoritários tendem a restringir os direitos das
mulheres, impondo barreiras concretas e sub-reptícias ao papel delas na sociedade e, sobretudo, na
política.
[05] Alguns países alegam razões religiosas. Outros nada alegam porque neles sempre foi
assim. É humilhante para o ser humano ver uma mulher coberta de negro da cabeça aos pés
andando alguns passos atrás de um homem. Nada justifica isso. Deus não aprovaria tal
submissão.
No mundo, as mulheres estão avançando na política. Ocupam mais de 20% dos assentos nos
[10] parlamentos. Ainda é pouco, mas é o dobro do que existia 20 anos atrás. No Brasil, contudo, ainda
estamos muito atrasados. Devemos impor medidas mais radicais, por exemplo, alocando metade
das vagas de ministros das Cortes superiores para mulheres.
O mesmo deveria valer para o ministério no Poder Executivo e para os órgãos colegiados. Os
concursos públicos deveriam reservar vagas proporcionais para homens e mulheres. E o exemplo
[15] deveria começar no governo federal e seguir como regra de ouro para estados e municípios.
Vale recordar que no Brasil pouco funciona a Lei nº 12.034/09, que impôs aos partidos e às
coligações o preenchimento do número de vagas com, no mínimo, 30% de mulheres. Como forma de
preencher a cota destinada a elas, algumas legendas promovem o lançamento de candidatas
“fantasmas”, o que não contribui para o aumento da participação feminina na política.
[20] Com o intuito de evitar manobras como essas, o Supremo Tribunal Federal derrubou em
março a regra que estabelecia o limite mínimo de 5% e máximo de 15% do montante do Fundo
Partidário para o financiamento de campanhas eleitorais de mulheres. Agora, pela nova regra, os
partidos deverão destinar um mínimo de 30% dos recursos do Fundo às candidaturas femininas. É um
começo.
[25] Por fim, vale lembrar a frase da política americana Madeleine Albright: “Desenvolvimento sem
democracia é improvável. Democracia sem mulheres é impossível.”
Todos os vocábulos abaixo são sinônimos de “sub-reptícias” (l. 03), EXCETO
O prazer e o risco de emprestar um livro
“Empresto até dinheiro, mas não me peça meus livros.” Perdi a conta de quantas vezes ouvi amigos repetirem essa frase e muitas de suas variações. Alguns diziam o mesmo sobre os CDs, quando o CD ainda existia. O mundo mudou. As coleções de CDs acumulam poeira e, hoje em dia, é difícil achar alguém que queira pegar um deles emprestado. Para os leitores, a vida mudou pouco. Nunca vi alguém pedir um Kindle emprestado. Mas enquanto tivermos livros impressos - e os temos aos montes -, nos veremos frequentemente diante dessa questão: emprestar ou não emprestar?
A decisão de emprestar um livro é em sua natureza um gesto de amor à leitura. O prazer de ler é tão grande que precisamos compartilhá-lo. Nada mais frustrante do que terminar uma história incrível e não ter com quem conversar sobre ela. Emprestar um livro é buscar companhia num mundo em que os leitores infelizmente ainda são minoria.
Quem é contra o empréstimo de livros costuma ter um argumento forte para justificar sua postura: por mais que confiemos em quem pediu o livro emprestado, há uma enorme chance de que o livro não seja devolvido. O mundo fora da estante é perigoso. Mesmo ambientes aparentemente seguros escondem armadilhas. Já fui vítima de uma delas. Pouco depois do lançamento de A visita cruel do tempo, de Jennifer Egan, deixei meu exemplar com um colega de trabalho. Ele gostou tanto do romance quanto eu. Animados com a nossa conversa, outros colegas se interessaram pela obra. O livro passou de mão em mãos e o perdi de vista. Não posso dizer que o revés foi inesperado. Outros livros tiveram um destino parecido. Continuo a emprestar livros, mesmo correndo o risco de perdê-los. Gosto de saber que meu exemplar de A visita cruel do tempo foi parar nas mãos de um leitor misterioso, em vez de acumular poeira em minha estante. [...]
Qual a única alternativa em que se encontra um sinônimo adequado, conforme o sentido do texto, para “revés”, no último parágrafo?
Crônica familiar
[1] Em Assunção do Paraguai, morreu a tia
[2] mais querida de Nicolás Escobar. Morreu
[3] serenamente, em casa, enquanto dormia. Quando
[4] soube que perdera a tia, Nicolás tinha seis anos
[5] de idade e milhares de horas de televisão. E
[6] perguntou:
[7] – Quem a matou?
Podemos inferir que o objetivo principal do texto é
INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
Países que respeitam mulheres e asseguram seus direitos e sua participação na política são
mais democráticos? Sem a menor dúvida. Países autoritários tendem a restringir os direitos das
mulheres, impondo barreiras concretas e sub-reptícias ao papel delas na sociedade e, sobretudo, na
política.
[05] Alguns países alegam razões religiosas. Outros nada alegam porque neles sempre foi
assim. É humilhante para o ser humano ver uma mulher coberta de negro da cabeça aos pés
andando alguns passos atrás de um homem. Nada justifica isso. Deus não aprovaria tal
submissão.
No mundo, as mulheres estão avançando na política. Ocupam mais de 20% dos assentos nos
[10] parlamentos. Ainda é pouco, mas é o dobro do que existia 20 anos atrás. No Brasil, contudo, ainda
estamos muito atrasados. Devemos impor medidas mais radicais, por exemplo, alocando metade
das vagas de ministros das Cortes superiores para mulheres.
O mesmo deveria valer para o ministério no Poder Executivo e para os órgãos colegiados. Os
concursos públicos deveriam reservar vagas proporcionais para homens e mulheres. E o exemplo
[15] deveria começar no governo federal e seguir como regra de ouro para estados e municípios.
Vale recordar que no Brasil pouco funciona a Lei nº 12.034/09, que impôs aos partidos e às
coligações o preenchimento do número de vagas com, no mínimo, 30% de mulheres. Como forma de
preencher a cota destinada a elas, algumas legendas promovem o lançamento de candidatas
“fantasmas”, o que não contribui para o aumento da participação feminina na política.
[20] Com o intuito de evitar manobras como essas, o Supremo Tribunal Federal derrubou em
março a regra que estabelecia o limite mínimo de 5% e máximo de 15% do montante do Fundo
Partidário para o financiamento de campanhas eleitorais de mulheres. Agora, pela nova regra, os
partidos deverão destinar um mínimo de 30% dos recursos do Fundo às candidaturas femininas. É um
começo.
[25] Por fim, vale lembrar a frase da política americana Madeleine Albright: “Desenvolvimento sem
democracia é improvável. Democracia sem mulheres é impossível.”
Para cada palavra ou expressão abaixo, retirada do texto, há outra palavra ou expressão que poderia substituí-la convenientemente, levando-se em consideração o contexto, EXCETO