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FilosofiaUPF2021

Aristóteles, ao descrever a democracia ateniense, afirmou:

“O fundamento do regime democrático é a liberdade (realmente, costuma-se dizer que somente neste regime participa-se da liberdade, pois este é, segundo se afirma, o fim de toda democracia). Uma característica da liberdade é ser governado e governar por turno; com efeito, constituindo a justiça democrática em ter todos o mesmo, numericamente e não segundo o merecimento, forçosamente tem que ser soberana a multidão e aquilo que é aprovado pela maioria tem que ser o justo. Todos os cidadãos devem ter o mesmo, de modo que, nas democracias, resulta que os pobres têm mais poder que os ricos, posto que são mais numerosos e o que prevalece é a opinião da maioria.”

(Aristóteles. Política. In: PINSKY, Jaime. 100 textos de História Antiga. São Paulo: Global, 1983, p. 87).

Em relação à democracia existente em Atenas (Grécia), é correto afirmar:

FilosofiaUnichristus2015

Texto para a questão.

“No esforço para entender a realidade, somos um homem que tenta compreender o mecanismo de um relógio fechado. Ele vê o mostrador e os ponteiros, escuta o tique-taque, mas não tem como abrir a caixa. Sendo habilidoso, pode imaginar o mecanismo responsável por aquilo que ele observa, mas nunca estará seguro de que sua explicação é a única possível.”

Essas palavras foram ditas pelo cientista Albert Einstein, referindo-se ao caminho das descobertas científicas.

FAVARETO, J. A. "Biologia." 1 ed. São Paulo: Moderna. v. único, p. 2.

Em relação à ciência e ao método científico, pode-se afirmar que

FilosofiaUFU2015

Em Platão, as questões metafísicas mais importantes – e a possibilidade de serem solucionadas – estão vinculadas aos grandes problemas da geração, da corrupção e do ser das coisas. Para Platão,

FilosofiaENEM2012

Não ignoro a opinião antiga e muito difundida de que o que acontece no mundo é decidido por Deus e pelo acaso. Essa opinião é muito aceita em nossos dias, devido às grandes transformações ocorridas, e que ocorrem diariamente, as quais escapam à conjectura humana. Não obstante, para não ignorar inteiramente o nosso livre-arbítrio, creio que se pode aceitar que a sorte decida metade dos nossos atos, mas [o livre-arbítrio] nos permite o controle sobre a outra metade.

MAQUIAVEL, N. O Príncipe. Brasília: EdUnB, 1979 (adaptado).

Em O Príncipe, Maquiavel refletiu sobre o exercício do poder em seu tempo. No trecho citado, o autor demonstra o vínculo entre o seu pensamento político e o humanismo renascentista ao

FilosofiaUNICENTRO2018

Em Filosofia Política, Thomas Hobbes pode ser considerado defensor:

FilosofiaUEMA2013

Em Discurso do método nas partes quarta e quinta, especialmente, Descartes defende a existência de Deus. Por exemplo, na quarta, ele afirma o seguinte: ―[...] se há homens que não estejam bem persuadidos da existência de Deus e da alma, [...], quero que saiba que todas as outras coisas das quais se julgam talvez certificados, como a de terem um corpo, haver astros e uma terra e coisa semelhantes, são ainda menos certas.‖ DESCARTES, R. Discurso do método. São Paulo: Nova Cultural, Coleção Os Pensadores, 1991. No contexto do mundo e do pensamento cartesiano, esse argumento pretende

FilosofiaENEM2019

A lenda diz que, em um belo dia ensolarado, Newton estava relaxando sob uma macieira. Pássaros gorjeavam em suas orelhas. Havia uma brisa gentil. Ele cochilou por alguns minutos. De repente, uma maçã caiu sobre a sua cabeça e ele acordou com um susto. Olhou para cima. “Com certeza um pássaro ou um esquilo derrubou a maçã da árvore”, supôs. Mas não havia pássaros ou esquilos na árvore por perto. Ele, então, pensou: “Apenas alguns minutos antes, a maçã estava pendurada na árvore. Nenhuma força externa fez ela cair. Deve haver alguma força subjacente que causa a queda das coisas para a terra”.

SILVA, C.C:; MARTINS, R A. Estudos de história e fosafia das ciências. São Paulo: Livraria da Física, 2006 (adaptado).

Em contraponto a uma interpretação idealizada, o texto aponta para a seguinte dimensão fundamental da ciência moderna:

FilosofiaUNCISAL2018

"O bem do indivíduo é da mesma natureza que o bem da Cidade, mas este é mais belo e mais divino porque se amplia da dimensão do privado para a dimensão do social, para a qual o homem grego era particularmente sensível, porquanto concebia o indivíduo em função da Cidade e não a Cidade em função do indivíduo".

REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. História da filosofia – v. 1. 3.ed. São Paulo: Paulus, 2003, p. 221.

Em Aristóteles, a primazia da Cidade, apresentada no excerto, reflete-se na ideia de ser humano como animal político. Nesse sentido, Aristóteles entende como sendo cidadãos

FilosofiaUNIMONTES2014

Em ano político, o tema toma conta da vida cotidiana. Há pesquisas que indicam as três paixões do brasileiro: política, futebol e religião. Cresce entre as pessoas a ideia de que os temas citados não devem ser discutidos. Com relação à política, Aristóteles afirmava que ela é inseparável da ética. Aristóteles afirmava:

FilosofiaUNIOESTE2021

Nietzsche redescobriu os pré-socráticos. Numa nova visão que, na esteira do romantismo, ele nos deu do mundo grego, aqueles pensadores avultaram, ao lado dos poetas trágicos, com dimensões que absolutamente não cabiam no quadro tradicional de um desenvolvimento filosófico culminante em Aristóteles, nem mesmo no perspectivismo histórico mais amplo, traçado pelo hegelianismo recente. Libertados desses esquemas, eles são invocados por Nietzsche em sua polêmica contra a cultura da época, cujas raízes ele procura seguir até o racionalismo socrático e platônico, e mostrados em sua solidariedade profunda com a espiritualidade agonística do mundo grego, um mundo inteiramente deformado pelas lentes denossa visão tradicional, cristã e racionalista.

SOUZA, J.C. “Para ler os fragmentos pré-socráticos”. In: Os pensadores – Pré-Socráticos. São Paulo: Abril Cultural, 1978.

A música, com efeito, é o melhor exemplo do que queriam dizer os pitagóricos. A música, como tal, só existe em nossos nervos e nosso cérebro; fora de nós ou em si mesma (…), compõem-se somente de relações numéricas quanto ao ritmo, se se trata de sua quantidade, e quanto à tonalidade, se se trata de sua qualidade, conforme se considere o elemento harmônico ou o rítmico. No mesmo sentido, poder-se-ia exprimir o ser do universo, do qual a música é, pelo menos em certo sentido, a imagem, exclusivamente com o auxílio de números.

NIETZSCHE, F. “Os Pitagóricos”. In: Os Pensadores – Pré-socráticos. São Paulo: Abril Cultural, 1978.

Em acordo com os textos acima e com conhecimentos acerca da filosofia pré-socrática, é INCORRETO localizar entre os ensinamentos dos pitagóricos.